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Vigilância sanitária e os impactos para o servidor e sociedade

Vigilância sanitária e os impactos para o servidor e sociedade

Assista à entrevista com a subsecretária municipal de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonozes do Rio de Janeiro, Márcia Rolim

Márcia Rolim é a entrevistada de Antonio Batist

 

Quais são os impactos da vigilância sanitária para servidores e para a comunidade em geral? O tema, de suma importância para a saúde pública, é o tema do programa Servidor + deste semana. Para esclarecer algumas questões acerca desse conteúdo, o apresentador Antonio Batist recebe Márcia Rolim, subsecretária municipal de Vigilância Sanitária e Controle de Zoonozes do Rio de Janeiro.

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O setor atua basicamente de forma preventiva, conforme explicou Márcia Rolim. "O servidor lotado na vigilância sanitária tem o poder de polícia. Ele tem que atuar antes que o problema ocorra, porque o consumidor não pode comprar um produto fora dos padrões de qualidade e segurança alimentares", esclareceu a especialista.

A Prefeitura do Rio lançou, recentemente, primeiro o código sanitário da cidade. O setor foi fundado no município em 1975, já com os segmentos de engemnharia sanitária e zoonozes, com alimentos entrando na década de 1980 e o segmento de saúde, no fim da década de 1990. Isso resultou em legislações muito fragmentadas e defasadas.  

 

 

Por isso, um dos principais impactos do novo documento, esperado pelo setor, é o de poder facilitar o acesso à lei. "O código é um marco regulatório onde unificamos o processo de trabalho da vigilância sanitária", resumiu Márcia Rolim.

Durante o programa Servidor +, a especialista dá outras orientações e esclarecimentos sobre a atuação do setor, que é extremamente importante para a cidade.

 







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