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Uppes-Sindicato faz reivindicações ao Governo do Estado

Uppes-Sindicato faz reivindicações ao Governo do Estado

Uppe-Sindicato reivindica reajuste salarial de 36% para os professores da rede estadual

A União dos Professores Públicos no Estado do Rio de Janeiro (Uppes-Sindicato) tenta viabilizar, junto ao governo do estado, o atendimento a duas importantes reivindicações dos docentes da rede estadual de ensino. Elas são relativas à melhoria nos salários e benefícios de carreira. 

Teresinha Machado da Silva

No final de maio, a entidade sindical encaminhou dois ofícios sobre as reivindicações, um ao governador Luiz Fernando Pezão e outro ao secretário estadual de educação, Wagner Victer. Em um dos ofícios, a Uppes-Sindicato reivindica reajuste salarial de 36% para os professores da rede estadual. 

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A principal alegação, em relação a essa pauta, é o fato de que, nos últimos anos, não foi concedido qualquer aumento nas remunerações por conta da crise financeira pela qual passa o Estado do Rio de Janeiro. O percentual, segundo a entidade sindical, corresponde à variação do salário mínimo no estado do Rio de Janeiro entre os anos de 2014 e 2018.

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No documento, o sindicato salienta que a lei da data-base (Lei 1608/90)    não tem sido cumprida há quatro anos. “Temos recebido diversas solicitações de professores que não estão conseguindo acompanhar o alto custo de vida gerado pela inflação e grande elevação dos demais índices”, destaca, no ofício, a presidente da Uppes-Sindicato, Teresinha Machado da Silva. 

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No outro ofício, a entidade sindical pede respeito ao Plano de Carreiras do Magistério. Nesse ponto, a principal reivindicação é que se proceda a efetivação dos enquadramentos por formação, que permitem o recebimento de um adicional no salário em função de cursos de especialização, mestrado ou doutorado que os profissionais de educação tenham concluído.

“Viemos reivindicar a publicação em Diário Oficial dos mais de 12 mil profissionais de educação que têm direito ao Enquadramento por Formação, conforme determina a Lei 1.614/90”, defendeu, no ofício, a professora Teresinha Machado.

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