Folha Dirigida Entrar Assine

Notícia principal

Uppe-Sindicato critica defasagem salarial dos professores do RJ

Para Teresinha Machado, um dos desafios do novo governado do RJ é corrigir a defasagem salarial dos professores

Teresinha Machado criticou falta
de reajuste salarial para os professores

 

Neste início de governo, um dos principais desafios do estado do Rio de Janeiro será o de melhorar a qualidade da educação na rede estadual. 

E para isto, na visão da presidente da União dos Professores Públicos no Estado do Rio de Janeiro (Uppe-Sindicato), professora Teresinha Machado de Oliveira, será preciso corrigir uma das grandes injustiças feitas contra o magistérios nos últimos anos: a defasagem salarial.

Psicóloga dá dicas de como controlar a emoção e manter-se automotivado

Mudanças de governo e o papel social do servidor público

Desde 2014 os professores da rede estadual do Rio não têm qualquer tipo de reajuste em seus salários. 

A educadora citou o caso do professor I, de 16 horas semanais, que ter licenciatura plena (formação de nível superior) e atua com turmas do 6º ano do fundamental ao 3º ano do ensino médio. Este profissional tem salário-base de apenas R$1.179,75.

“A tabela (de salários dos professores da rede estadual) retrata a realidade salarial do professorado público no Estado do Rio de Janeiro, sem recomposição, desde 2014, onde são apontados todos os níveis de projeções, na carreira do magistério. Tal demonstrativo revela a defasagem salarial de uma categoria essencial para a sociedade como um todo”, ressalta a presidente da Uppe-Sindicato.

Sindicalista lembra declaração de ex-ministro

Para chamar a atenção da defasagem salarial dos educadores da rede pública estadual do Rio, Teresinha Machado lembrou uma declaração dada, em dezembro, pelo do então ministro do Planejamento Esteves Colnago. 

O dirigente disse, em declaração à imprensa, que implementaria mudanças no salário inicial das carreiras do funcionalismo federal. A proposta dele é que os ganhos máximos sejam de R$5 mil para cargos de nível fundamental e de R$7 mil para nível médio. 

 

 

“Os valores apontados por Colnago, mesmo na esfera inicial, ainda estão bem acima dos valores pagos ao magistério público estadual, que tem como piso inicial R$1.179,32. O valor pago ao professor demonstra o total desrespeito e desprestígio da classe política pelo magistério”, ressalta a presidente da Uppe-Sindicato, ressaltando o papel estratégico que a educação e, consequentemente, a valorização do magistério devem ter. 

“A UPPE-Sindicato tem levantado a bandeira da valorização do magistério, há 73 anos, como forma de garantir o pleno desenvolvimento do país e o avanço da sociedade. Uma tabela salarial totalmente defasada demonstra que as prioridades dos governantes brasileiros estão bem distantes das falas de campanhas eleitorais, onde a educação aparece sempre como prioridade”, conclui a educadora.

 

 







Cadastre-se e tenha acesso completo ao conteúdo do Folha Dirigida

Comentários

NEWSLETTER
Cadastre-se para receber notícias e Informações