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Sintec-RJ divulga nota de repúdio contra extinção do Ministério do Trabalho

No texto, o sindicato lembrou que antes de ser criado, em 1930, os casos do Ministério do Trabalho eram tratados na polícia

O Sindicato dos Trabalhadores dos Correios no Rio de Janeiro (Sintec-RJ) divulgou nota de repúdio à extinção do Ministério do Trabalho. Segundo informações divulgadas pelo deputado Onyx Lorenzoni, futuro Chefe da Casa Civil, as atribuições da pasta serão distribuídas por outras três: a da Economia, da Justiça e da Cidadania.

No texto, o sindicato lembrou que o Ministério do Trabalho foi criado em 1930, pelo então Presidente, Getúlio Vargas, após a chamada “Revolução de 30”. E que, até então, as divergências trabalhistas eram caso de polícia.

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Na visão do Sintec-RJ, o fim do Ministério do Trabalho não se trata de uma ação isolada, e sim de mais um ataque aos serviços públicos. A entidade sindical ressalta que, por exemplo, as demandas da Previdência Social atualmente estão submetidas às orientações do Ministério da Fazenda. O sindicato cita ainda, nessa linha, a Reforma Trabalhista, que extinguiu direitos dos trabalhadores, e a aprovação pelo Congresso Nacional da possibilidade de empresas  terceirizarem atividades-fim.

 

 

Na nota divulgada em seu site, o Sintec-RJ salienta que o Ministério do Trabalho foi "jogado à condição de quartinho de despejo." A entidade sindical considera o fim da pasta ainda mais grave, frente ao assustador cenário do desemprego e do sub-emprego (em que o trabalhador não tem direitos ou condições mínimas de trabalho).

 

 

"O Sintec-RJ entende que a decisão é precipitada e pode representar um grande retrocesso na história das lutas dos trabalhadores. Com o fim do Ministério, criado em 1930, as discussões sobre as representações sindicais ficará sob o comando da justiça comum, que como todos sabem, é lenta e de difícil acesso", salienta o sindicato, em uma das partes da nota de repúdio divulgada em seu site.

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