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Representantes dos trabalhadores da Saúde fazem reunião com o governo

Representantes dos servidores foram recebidos pelo novo coordenador-geral de Gestão de Pessoas do Ministério da Saúde, Ademir Lapa

Já tiveram início as negociações entre o governo federal e representantes dos servidores da área de Saúde. O primeiro encontro da mesa setorial nacional foi realizado no último dia 21 de janeiro. 

Participaram do encontro representantes da Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), da Confederação Nacional dos Servidores Públicos Federais (Condsef) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Seguridade Social (CNTSS). 

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Os representantes dos servidores foram recebidos pelo novo coordenador-geral de Gestão de Pessoas do Ministério da Saúde (CGESP/MS), Ademir Lapa. Esta foi a primeira reunião da Mesa Setorial de Negociação Permanente do MS (MSNP/MS) de 2019.

Uma das preocupações dos sindicalistas era verificar se a mesa setorial, um dos poucos espaços permanentes de negociação com o governo federal, seria mantida. 

Ademir Lapa, o novo coordenador, afirmou que as discussões continuarão, e que tanto a mesa nacional quanto as estaduais permanecerão em atividade. Para os estados em que ainda não há mesa estadual, o novo coordenador afirmou que serão instaladas em breve.

 

 

Adicional de insalubridade foi assunto de pauta

No encontro do último dia 21, o primeiro ponto de pauta que os representantes sindicais fizeram questão de ressaltar foi a retirada do adicional de insalubridade dos trabalhadores do Ministério da Saúde. 

De acordo com os sindicalistas, a edição da Nota Informativa nº 17689/2018 do Ministério do Planejamento, tem gerado dificuldades para o pagamento da insalubridade. Segundo eles, por conta de um erro do governo, os trabalhadores estão sendo penalizados e tendo seus salários reduzidos.

O coordenador da CGESP comprometeu-se em resolver a questão junto ao ministro da Saúde Luiz Fernando Mandetta. Ele salientou que, se for necessário, montará uma força-tarefa para inserir os laudos no novo sistema o mais rápido possível.

Ademir Lapa afirmou que assim que a situação esteja resolvida, fica garantido o pagamento dos valores retroativos.

 

 







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