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Para Assibge, cenário para carreira no IBGE é preocupante

Uma série de questões preocupa os representantes da Assibge, em relação a carreira e benefícios de qualificação do servidores

Sindicalistas acreditam que servidores do
IBGE enfrentarão dficudades para negociar
reivindicações no governo Bolsonaro

 

Uma série de questões preocupa os representantes da Associação de Servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Assibge), em relação a carreira e benefícios de qualificação do servidores. 

O receio é que as discussões sobre esses temas, que pouco avançaram no atual governo, sigam em ritmo ainda mais lento ou até mesmo sejam barradas depois de janeiro, quando começa o governo Bolsonaro.

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Na visão dos sindicalistas, existe um cenário de incerteza quanto ao rumo das negociações entre os trabalhadores do IBGE e o Executivo federal. Esse contexto ocorre em função da saída de um governo e a entrada do governo eleito, que, no entendimento da Assibge, será duro com as reivindicações dos trabalhadores, que já têm sido identificados como o grande vilão da máquina do Estado.

A expectativa, na visão do sindicato, é que medidas duras contra o setor público e, consequentemente, contra o funcionalismo, sejam mantidas. Entre elas, estão a Emenda 95, que fixa o teto de gastos.

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Além disso, há o receio de que avance, no Congresso Nacional, matérias como o projeto de lei de demissão dos servidores sem a obrigatoriedade de processo administrativo, Reforma da Previdência, terceirização irrestrita, entre outras medidas que, na visão da entidade sindical, penalizam o servidor.

Reunião discutiu carreira e benefícios dos servidores

Aspectos relacionados a carreira e benefícios dos servidores foram discutidos em uma reunião com representantes da direção do IBGE, realizada no último dia 8. 

Em relação à reestruturação da carreira no instituto, a Assibge reivindicou que a direção do IBGE pressione a Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP) do Ministério do Planejamento a efetivar as discussões realizadas no âmbito do Grupo de Trabalho de Carreira. 

O temor é que, caso não haja encaminhamento, os servidores tenham prejuízo ainda maior, pelo fato de que um novo governo deve ou reiniciar todo o processo de negociação ou mesmo ser refratário a medidas que possam melhorar a carreira dos servidores.
        
Um dos pontos que poderiam ser definidos, na visão da Assibge, diz respeito à aglutinação das cinco carreiras e cinco cargos existentes em três cargos e três carreiras. Esse ponto, na visão dos representantes dos servidores do IBGE, é algo consensual. 

Os sindicalistas salientam ainda a necessidade de resolver a indefinição que ainda paira sobre a Gratificação de Desempenho do IBGE (GDIBGE). Sobre este ponto, a SGP negou a integralização prevista na proposta de reestruturação da carreira. 

De acordo com a Assibge, o Ministério do Planejamento insiste com o acordo de 2015, que excluía parcela dos aposentados. 

 





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