TJ-CE retifica resultados finais do concurso para técnicos

O Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE) retificou os resultados finais do concurso na última quinta-feira, dia 9.

Na última quinta-feira, dia 9, a Fundação Getúlio Vargas (FGV), organizadora do concurso TJ-CE, retificou os resultados finais, publicados no dia 17 de dezembro. O próximo passo é a homologação do concurso para o Tribunal de Justiça do Ceará.

A partir da data de homologação, o prazo de validade do concurso passará a ser contado. Conforme descrito no edital, o concurso terá validade de dois anos, prorrogáveis por igual período.

A oferta do concurso do TJ-CE foi de 328 vagas, para técnicos nas áreas administrativa e judiciária. Desse total, oito foram para provimento imediato e 320 para formação de um cadastro de reserva.

Foram 287 vagas para a área judiciária, sendo sete imediatas e 280 para cadastro. Para área administrativa, a oferta era de 41 oportunidades. Dessas, uma é imediata e 40 para cadastro.

A exigência para participação em ambas funções era o nível médio completo. A remuneração oferecida é de R$5.077,45, somando o vencimento básico de R$3.903,43 e a Gratificação por Alcance de Metas institucionais e unidades (GAM), de R$1.174,02.

Os servidores da área judiciária serão lotados nas comarcas do interior do estado. Os da área administrativa atuarão na comarca de Fortaleza. Basicamente, a diferença entre as duas funções está no modo de atuação.

O técnico da área judiciária atua prestando apoio à execução de tarefas judiciárias relacionadas ao atendimento dos magistrados. Já o técnico da área administrativa atuam em tarefas de apoio administrativo relacionadas aos recursos humanos.

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TJ-CE
Concurso TJ-CE ofereceu vagas para técnicos das áreas judiciária e
administrativa (Foto: Divulgação)

Candidatos do concurso TJ-CE fizeram provas em setembro

Os candidatos do concurso TJ-CE foram avaliados por meio de provas objetiva e discursiva. Ambas aplicadas no mesmo dia, 15 de setembro. A prova objetiva contou com 70 questões, distribuídas por itens de Conhecimentos Básicos e Específicos.

A prova de Conhecimentos Básicos  incluía itens de Língua Portuguesa (22) e Organização Judiciária do Ceará e Direito das Pessoas com Deficiência (oito). Já o conteúdo da prova de Conhecimentos Específicos variou para as áreas judiciária e administrativa.

Para a área judiciária foram cobradas questões de Noções de Direito Constitucional; Administrativo; Processual Civil; e Processual Penal. Já na área administrativa o conteúdo era sobre as disciplinas de Noções de Administração Pública; Gestão Pública; Direito Constitucional; e Noções de Direito Administrativo.

Foram aprovados os candidatos que acertaram, no mínimo, 50% de acerto na prova, tanto a de Conhecimentos Básicos quanto na de Conhecimentos Específicos. Não era permitido zerar nenhuma disciplina, para fins de classificação.

Na avaliação discursiva, que também tinha caráter eliminatório e classificatório, os candidatos deveriam elaborar um texto dissertativo, com no mínimo 20 e no máximo 30 linhas. Foram aprovados os que alcançaram nota igual ou superior a 10.

A correção da prova objetiva foi feita com base em alguns critérios. Entre eles, a abordagem do tema proposto. Etapa que valia oito pontos. O objetivo era avaliar a capacidade do candidato de selecionar argumentos convenientes.

Também foi verificada a progressão textual, ou seja, a coesão e coerência entre os parágrafos do texto. Além da distribuição do tema por uma evolução adequada de suas partes. O quesito valia até sete pontos.

Também foi levada em consideração a correção gramatical. Nesse quesito o candidato poderia somar até dois pontos pela seleção vocabular e três pontos pelo uso da norma culta.

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