Concurso TJ-AM terá oferta de 160 vagas para contratação imediata

A oferta do concurso TJ-AM será de 160 vagas imediatas mais formação de cadastro de reserva.

O concurso para o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM) já tem número de vagas definido. De acordo com o presidente do órgão, Yedo Simões, serão 160 oportunidades para contratação imediata. Ainda será formado um cadastro de reserva com 480 aprovados, que poderão ser chamados no decorrer da validade da seleção.

“Será um concurso para 160 pessoas, mas faremos um cadastro de reserva com três vezes o número de vagas. À medida que for necessário, o tribunal irá chamando”, disse o presidente em entrevista ao curso ‘Sou concurseiro e vou passar’.

Como serão 160 vagas imediatas, o triplo resulta em 480 candidatos excedentes. Yedo Simões informou que o órgão já tem orçamento para contratar os aprovados dentro das oportunidades imediatas. Para chamar do cadastro de reserva do concurso TJ-AM, será necessário incluir no orçamento de 2020.

“Os 160 serão nomeados imediatamente. E o cadastro de reserva no ano que vem. Para o orçamento deste ano, só contamos com esses 160. Por isso, é o número que vamos oferecer para esse concurso. Para o próximo ano, vamos inserir no orçamento para contratar parte desse cadastro de reserva”, explicou.

De acordo com o juiz Alexandre Novaes, membro da comissão de atos preparatórios da seleção, o concurso terá vagas para dois cargos: assistente judiciário (nível médio) e analista judiciário (nível superior). As remunerações iniciais são de R$4.588,34 e R$8.936,96, respectivamente.

TJ-AM prepara novo concurso para área de apoio (Foto: Seduc-AM)

 

Os servidores também recebem auxílio-alimentação de R$1.669,38 e auxílio-saúde de R$390,85. A declaração do juiz desmente os rumores de que o cargo de auxiliar judiciário (nível fundamental) também estaria no concurso. O magistrado adiantou ainda que o maior número de vagas será para nível médio, sobretudo para a capital Manaus.

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Concurso TJ-AM: provas devem ocorrem no mês de novembro

As provas do TJ-AM devem ocorrer até novembro. A previsão foi passada pelo próprio presidente do órgão, desembargador Yedo Simões, no dia 23 de maio, durante a posse de aprovados no concurso da magistratura.

Segundo o presidente, os preparativos do concurso TJ-AM estão na reta final. A questão da contratação da banca organizadora, por exemplo, já foi resolvida. O nome da instituição escolhida deve ser anunciado em breve.

“O concurso está em fase final de contratação. Surgiram alguns entraves na questão orçamentária, para se enquadrar nas normas do TCU (Tribunal de Contas da União). Agora, já concluímos todas as normas e penso que até novembro iniciaremos as provas do concurso público”, disse Simões em entrevista ao jornal Imediato.

Por mais que o nome da banca ainda não tenha sido revelado, o Cebraspe (antigo Cespe/UnB) é um forte candidato para ficar à frente do concurso. Isso porque, recentemente, uma comissão viajou à Brasília para uma reunião com a banca.

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Essa instituição é conhecida por organizar concursos de abrangência nacional, incluindo os de tribunais. A solicitação para as passagens aéreas ocorreu entre março e abril. O tribunal, contudo, não informou se outras instituições também estavam na disputa para organizar o concurso para área de apoio do TJ-AM.

TJ-AM registra mais de 360 cargos em aberto para concurso

Um indício positivo para o aproveitamento do cadastro de reserva é o quantitativo de cargos vagos do tribunal. Segundo levantamento publicado em abril, o TJ-AM tem 368 vagas em aberto que podem ser preenchidas por aprovados no próximo concurso.

No total, faltam 167 analistas (nível superior) e 201 assistentes judiciários (nível médio). Tal número ainda pode crescer em caso de aposentadorias, mortes, exonerações ou desligamento dos atuais servidores.

Em 2018, o presidente do órgão, Yedo Simões, explicou que o ideal seriam mais de 400 vagas.O TJ-AM, no entanto, está em processo de análise do impacto dos novos servidores nas contas públicas.

“Nossos funcionários têm um salário alto em relação ao restante do país, em função do nosso plano de cargos e salários, e estamos tentando contornar isso. O ideal seriam 400 vagas. O problema é que o tribunal não comporta essas vagas com os salários que temos hoje”, justificou.

O concurso para área de apoio é prometido por Yedo Simões desde o início de sua gestão, em julho de 2018. 

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