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SPPrev prepara concurso para técncicos e analistas

Mais uma boa opção para quem pretende ingressar no serviço público em 2012. A São Paulo Previdência (SPPrev) realizará novo concurso para o preenchimento de 82 vagas, sendo 50 para técnico previdenciária e 32 para analista previdenciário. No primeiro caso, para concorrer é necessário possuir ensino médio e para analista, nível superior em qualquer área de formação. Os salários iniciais são, respectivamente, R$1.544,20  e R$4.191,40.


Mais uma boa opção para quem pretende ingressar no serviço público em 2012. A São Paulo Previdência (SPPrev) realizará novo concurso para o preenchimento de 82 vagas, sendo 50 para técnico previdenciária e 32 para analista previdenciário. No primeiro caso, para concorrer é necessário possuir ensino médio e para analista, nível superior em qualquer área de formação. Os salários iniciais são, respectivamente, R$1.544,20  e R$4.191,40.

A necessidade de novas contratações se deve à recente sanção da Lei  Complementar 1.162, que reestrutura o quadro de servidores da SPPrev,com a criação de 50 vagas de técnico e 20 de analista. Como o órgão já estava preparando concurso para 12 vagas de analistas, estas serão destinadas para o novo concurso, somando 32.

Enquanto o edital não é publicado, os interessados já podem iniciar os estudos com base nos conteúdos programáticos do concurso anterior para cada cargo. Para técnico, o último ocorreu em 2011 e contou com um total de 25.739 inscritos para a oferta de 156 vagas. Para analista, o último foi em 2009, com 8.027 inscritos, para 75 vagas. O último para técnico foi organizado pela Fundação Carlos Chagas e para analista, pela Fundação Vunesp.

Para técnico, a prova objetiva contou com 60 questões, sendo 20 de Língua Portuguesa, 20 de Matemática e Raciocínio Lógico e 20 de noções de Informática. Para o próximo está prevista uma segunda fase, composta de avaliação de títulos.

Para analista a prova objetiva contou com 50 questões, sendo dez de Língua Portuguesa e 40 de Conhecimentos Específicos. Neste caso, foram considerados títulos, com dois pontos para para pós-graduação em nível de especialização, com mínimo de 360 horas, quatro para pós- graduação em nível de mestrado, cinco para doutorado e um  por ano de experiência, após conclusão do curso de nível superior, em área relacionada com o cargo, com limite de dez pontos. Para este cargo, o concurso contou com uma terceira fase, composta de curso de formação profissional. As contratações são feitas de acordo com o critério da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), sem possibilidade de convocação de remanescentes durante o prazo de validade, uma vez que  a lei que cria as carreiras determina que, em caso de vagas que permanecerem em abertas, deverão ser destinadas para um novo concurso.  

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