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Câmara ainda não decidiu sobre devolução da taxa

A Câmara de Vereadores de Rio Bonito, na Região Metropolitana do Rio, e a Fundação de Apoio do Instituto Benjamin Constant (Faibc) ainda não chegaram a um acordo sobre a devolução da taxa do concurso cancelado. Segundo o site da organizadora, que continua mantendo o cronograma da seleção, 4.233 pessoas tiverem as inscrições homologadas. O presidente da Câmara, Marcos Botelho, disse que já oficializou ao instituto sobre a decisão da Mesa Diretora de cancelar o concurso, mas ainda não teve retorno. Segundo ele, o Departamento Jurídico do Legislativo ainda está avaliando o ressarcimento dos inscritos.

A Câmara de Vereadores de Rio Bonito, na Região Metropolitana do Rio, e a Fundação de Apoio do Instituto Benjamin Constant (Faibc) ainda não chegaram a um acordo sobre a devolução da taxa do concurso cancelado. Segundo o site da organizadora, que continua mantendo o cronograma da seleção, 4.233 pessoas tiverem as inscrições homologadas. O presidente da Câmara, Marcos Botelho, disse que já oficializou ao instituto sobre a decisão da Mesa Diretora de cancelar o concurso, mas ainda não teve retorno. Segundo ele, o Departamento Jurídico do Legislativo ainda está avaliando o ressarcimento dos inscritos.

"Ainda não há uma solução. Por mim, o concurso seria suspenso, mas por quatro votos a três, a Mesa Diretora cancelou o certame. Acredito que até novembro poderemos retomar a seleção, tão logo acertemos a questão salarial da Casa. Uma proposta seria manter os inscritos para o concurso, certamente com a devolução do dinheiro daqueles que não concordarem em esperar", disse.

Procurada pela FOLHA DIRIGIDA, a Faibc não retornou as ligações. Em entrevista recente, Ricardo Rocha, presidente da fundação, disse que seu Departamento Jurídico seria acionado para reaver o investimento acadêmico por via judicial ou administrativa: "É a primeira vez que tal situação acontece, e não sei ainda como proceder, caso tenhamos que devolver o investimento dos candidatos". A Câmara abriu o concurso em 13 de abril, para atender à determinação do Tribunal de Contas de preencher as vagas existentes, oferecendo salários de até R$4 mil. O motivo do cancelamento foi a remuneração oferecida, que segundo alguns vereadores oneraria o orçamento da Casa.

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