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Concurso PRF: diretor-geral discute a convocação de excedentes

Concurso PRF: diretor-geral discute a convocação de excedentes

O diretor-geral da PRF esteve reunido com um grupo de aprovados no concurso e com a Federação para discutir a chamada de excedentes.

A Polícia Rodoviária Federal sofre com um grande déficit de pessoal. E convocar os excedentes do concurso PRF pode ser uma forma de amenizar esse problema. A FenaPRF esteve reunida com o diretor-geral, Adriano Furtado, que discutiram o assunto na última segunda-feira, 8.

Além do diretor e de membros da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais, estiveram presentes também uma comissão de aprovados do concurso, representando esses excedentes.

Em seu Twitter, o diretor-geral da PRF se manifestou sobre o encontro:

"Hoje recebi em meu gabinete uma comissão de aprovados no concurso da PRF em andamento e, junto com eles, representantes da FenaPRF. Na ocasião tratamos de diversos aspectos sobre o concurso. Desejo sorte e sucesso aos aprovados."

A reportagem da FOLHA DIRIGIDA entrou em contato com a Federação, que informou ter sido a favor desse grupo de aprovados e lutará para que esses excedentes possam ser chamados. O diretor-geral ouviu os pedidos e foram tratados assuntos referentes ao concurso ainda em andamento.

De acordo com a Federação, lutar pela convocação de candidatos excedentes é uma briga permanente do sistema sindical em todos os concursos. E nesse não será diferente. Para o presidente, é importante preencher o maior número de vagas possível.

"Temos que preencher todas as vagas possíveis, precisamos diminuir o déficit de servidores na PRF", disse o presidente Deolindo Carniel.

PRF discute a chamada de excedentes do concurso (Foto: Twiter Adriano Furtado)
PRF discute chamar excedentes do concurso público
(Foto: Twitter Adriano Furtado)

500 vagas não suprem o déficit da PRF

A luta da corporação pela chamada de excedentes é também movida pelo fato de que as vagas oferecidas no edital não suprem o déficit da corporação. A Polícia Rodoviária Federal foi autorizada a preencher 500 vagas para o cargo de policial.

No entanto, esse quantitativo é incapaz de suprir a necessidade. Isso porque a corporação sofre com uma carência de 8.395 profissionais. Tais vacâncias são resultados de aposentadorias, mortes, exonerações, transferências, entre outros motivos.

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Esses dados foram passados pela própria PRF, e divulgados pela Globo News. Em novembro de 2018, o efetivo da PRF era de 10.029 servidores, quando o ideal seriam 18.424 policiais na corporação.

Além de chamar os excedentes do concurso em andamento, outra solução seria realizar um novo concurso. Esse assunto, no entanto, não foi tratado na reunião com o diretor-geral, de acordo com a Assessoria da FenaPRF.

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A corporação, por sua vez, já confirmou à FOLHA DIRIGIDA que estuda enviar em 2019 um novo pedido de edital. Para essa solicitação, ainda não é uma previsão de vagas. O protocolo ainda será enviado ao Ministério da Economia.

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Resultado do TAF já foi divulgado

Quem está na disputa pelas 500 vagas e ainda segue figurando na lista de aprovados deve ficar atento aos eventos. Foi divulgado recentemente o resultado provisório do teste de aptidão física do concurso PRF.

Os candidatos tiveram até as 18h da sexta-feira, 5, para enviar os pedido de recurso pelo site do Cebraspe. O concurso contará ainda com outras etapas, avaliação de saúde; avaliação psicológica; avaliação de títulos; e o curso de formação.

O TAF foi realizado nas diversas regiões contempladas no edital do concurso, sendo composto pelos seguintes testes: 

  • Teste de flexão em barra fixa
  • Teste de impulsão horizontal
  • Teste de flexão abdominal
  • Teste de corrida de 12 minutos

O que precisa ter para concorrer?

Para concorrer ao cargo de policial, os candidatos precisam ter nível superior em qualquer área e de 18 a 65 anos de idade, conforme legislação. Podem concorrer homens e mulheres. A PRF exige ainda que o candidato tenha carteira de habilitação, na categoria B ou superior.

A remuneração do policial rodoviário é de R$10.357,88 em 2019, valor que já incluem o auxílio-alimentação, atualmente de R$458. 




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