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Sequência do concurso está nas mãos de relatora no STF

A continuidade do concurso da Polícia Federal (PF) para escrivão, delegado e perito está nas mãos da ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), relatora da Reclamação 14.145, por meio da qual foi concedida a liminar suspendendo o concurso por não haver reserva de vagas para deficientes, a pedido do Ministério Público Federal (MPF). De acordo com o STF, o julgamento do mérito da questão, próximo passo no processo, ainda sem previsão para acontecer, poderá ser designado à própria relatora, a uma turma ou ao plenário da Casa, sendo a ministra a responsável por dar esse encaminhamento, pela função que exerce no caso. A Advocacia-Geral da União (AGU) defende a revogação da liminar.

A continuidade do concurso da Polícia Federal (PF) para escrivão, delegado e perito está nas mãos da ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), relatora da Reclamação 14.145, por meio da qual foi concedida a liminar suspendendo o concurso por não haver reserva de vagas para deficientes, a pedido do Ministério Público Federal (MPF). De acordo com o STF, o julgamento do mérito da questão, próximo passo no processo, ainda sem previsão para acontecer, poderá ser designado à própria relatora, a uma turma ou ao plenário da Casa, sendo a ministra a responsável por dar esse encaminhamento, pela função que exerce no caso. A Advocacia-Geral da União (AGU) defende a revogação da liminar.
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