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Especialista orienta candidatos diante da suspensão da seleção

A suspensão do concurso da Polícia Federal (PF) para escrivão, delegado e perito, determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de liminar no último dia do prazo de inscrição (segunda-feira, dia 9), surpreendeu aqueles que se candidataram às 600 vagas oferecidas pelo departamento, que agora se perguntam qual será o futuro da seleção. O concurso foi suspenso em função de reclamação ajuizada pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pelo fato do departamento não ter reservado vagas para portadores de deficiência nos cargos em oferta. A Advocacia-Geral da União (AGU) prepara recurso contra a decisão e adiantou que a contestação demonstrará a compatibilidade constitucional da ausência de reserva de vagas para deficientes nos cargos da PF, devido à natureza das funções destes profissionais.

A suspensão do concurso da Polícia Federal (PF) para escrivão, delegado e perito, determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de liminar no último dia do prazo de inscrição (segunda-feira, dia 9), surpreendeu aqueles que se candidataram às 600 vagas oferecidas pelo departamento, que agora se perguntam qual será o futuro da seleção. O concurso foi suspenso em função de reclamação ajuizada pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, pelo fato do departamento não ter reservado vagas para portadores de deficiência nos cargos em oferta. A Advocacia-Geral da União (AGU) prepara recurso contra a decisão e adiantou que a contestação demonstrará a compatibilidade constitucional da ausência de reserva de vagas para deficientes nos cargos da PF, devido à natureza das funções destes profissionais.
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