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Concurso para delegado atraiu candidatos de outros estados

Um dos locais de prova do concurso para delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro foi o campus da Universidade Estácio de Sá, no Centro. Por conta do início do horário de verão, todos os candidatos chegaram antes do fechamento dos portões, no último domingo, dia 21. Um detalhe que chamou a atenção foram os sotaques que se ouviam na entrada. Muitos participantes eram de fora do estado e estavam com a mala de viagem. Foi o caso de Diego Ferraz, de 29 anos, que é de Campo Grande/MS. O advogado afirmou que o sonho de ser delegado o fez vir para o Rio.

Um dos locais de prova do concurso para delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro foi o campus da Universidade Estácio de Sá, no Centro. Por conta do início do horário de verão, todos os candidatos chegaram antes do fechamento dos portões, no último domingo, dia 21. Um detalhe que chamou a atenção foram os sotaques que se ouviam na entrada. Muitos participantes eram de fora do estado e estavam com a mala de viagem. Foi o caso de Diego Ferraz, de 29 anos, que é de Campo Grande/MS. O advogado afirmou que o sonho de ser delegado o fez vir para o Rio. "Já me preparo há seis anos para prestar concursos na área de Segurança. Estudei de quatro a seis horas por dia, inclusive nos finais de semana. Espero me dar bem", disse. Antes de entrar, Ana Cássia Carneiro, de 30 anos, estava tentando dar uma última olhada nos tópicos que deveriam cair na prova. Vinda de Brasília, ela afirmou que estudou por conta própria. "Foram cerca de nove horas diárias. Fiz um sacrifício enorme para conquistar uma vaga. Quero ser delegada. Apesar de não conhecer a banca, estou confiante."

Eliminação - Com pouco mais de uma hora de avaliação, um candidato foi eliminado por ter ido ao banheiro com o celular no bolso da calça. Leonardo Volpi, de 37 anos, considerou exorbitante a atitude da banca. "O celular estava naquela sacolinha lacrada. Não tinha como deixar na cadeira que eu estava sentado. Isso é um absurdo! Um fiscal até estava no banheiro e viu que não utilizei o meu telefone. Poxa, vim de Santos, e o meu sonho de ser delegado foi interrompido", declarou, revoltado. Primeira a sair após terminar o exame, Fernanda Lima, 27, admitiu não ter ido bem na prova. "Foi muito extensa. Minha preparação na reta final foi prejudicada, pois tive que viajar 15 dias antes. Mas esse foi apenas o meu primeiro concurso. Vai valer como teste", afirmou. Já Kleber Luiz Cardoso, 28, estava confiante com o seu desempenho. "Acredito que tenha ido bem e estarei na próxima fase. Foi uma prova difícil, mas me saí bem", disse o advogado de Botucatu/SP.

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