Saiu provisório da redação da PM-RJ: 10.939 aprovados

Conforme previsto, saiu na última terça-feira, dia 4, o resultado provisório da redação do concurso para soldado da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PM-RJ), que pode ser conferido no arquivo em anexo. Conforme o edital, o prazo de vista da redação e de recursos é até segunda-feira, dia 10, porém, o site da organizadora Exatus não dispõe de requerimento para tal.

Conforme previsto, saiu na última terça-feira, dia 4, o resultado provisório da redação do concurso para soldado da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PM-RJ), que pode ser conferido no arquivo em anexo. Conforme o edital, o prazo de vista da redação e de recursos é até segunda-feira, dia 10, porém, o site da organizadora Exatus não dispõe de requerimento para tal.

O resultado dos recursos da redação, junto com a classificação, estão marcados para o dia 20 deste mês. Assim que estiverem liberados, também poderão ser consultados na FOLHA DIRIGIDA Online. Para ser aprovado na redação é preciso conseguir cinco dos dez pontos. Para efeito de desempate, terá vantagem aquele que tiver a maior nota, na seguinte ordem: redação, Português, História, Sociologia, Geografia, Informática, Legislação de Trânsito e Direitos Humanos. Por último, prevalece a maior idade.

A segunda etapa do concurso será o exame psicológico, eliminatório. Já a terceira fase constará de exame antropométrico, mediante verificação do Índice de Massa Corporal (IMC), de acordo com a tabela no subitem 12.3.2 do edital. Ainda haverá exame físico, teste toxicológico, exame médico e pesquisa social e documental. A seleção destina-se ao preenchimento de 6 mil vagas, 600 delas para mulheres. Dos mais de 100 mil candidatos, 12.599 tiveram a redação corrigida, sendo aprovados 10.939 e reprovados 1.660.

Dossiê entregue - A comissão de candidatos que se considera prejudicada com o andamento do concurso entregou na última quarta-feira, dia 5, um dossiê ao procurador-geral de Justiça em exercício, Alexandre Araripe Marinho, apontando as alegadas falhas. O procurador-geral se comprometeu a analisar pessoalmente, junto com um promotor, todas as provas que os candidatos puderam reunir a respeito das supostas fraudes. Porém, o Ministério Público ainda não se pronunciou sobre as 39 denúncias recebidas pela sua Ouvidoria.

A CPI, pedida pelo deputado Átila Nunes (PSL), apesar do número suficiente de assinaturas, não foi instaurada, nem há data para isso. A solicitação contou com a adesão, entre outros, dos deputados Wagner Montes (PSD), Bernardo Rossi (PMDB), Alexandre Correa (PRB) e Enfermeira Rejane (PCdoB). O requerimento apresentou como justificativa a possibilidade de alguns inscritos terem tido acesso à internet e a equipamentos eletrônicos durante a prova.

A Comissão de Segurança Pública da Alerj, presidida pelo deputado Iranildo Campos (PSD), entregou somente em meados do mês passado a ata da audiência pública realizada no dia 9 de setembro à Delegacia de Defraudações da Polícia Civil. Já o pedido de revisão do exame intelectual, não deslanchou. A Assessoria de Imprensa da comissão informou na última terça-dia, dia 4, que não houve resposta das instituições cogitadas, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) e a Fundação Ceperj. Ainda de acordo com o setor, a auditoria ocasionaria ônus, o que emperrou as negociações. O concurso ainda está na dependência da ação que pede a sua anulação, movida pela deputada estadual Janira Rocha (Psol). A corporação não se pronunciou sobre o caso.
 
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