Concurso da PM-RJ de 2014: Alerj convocará a Exatus

Iniciado em junho de 2014 e ainda sem conclusão, mais de dois anos após a publicação do edital, o concurso de soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) causa revolta e transtorno aos candidatos. Agora, a banca Exatus será convocada para uma audiência com a PM, que ocorrerá no Ministério Público (MP-RJ).

Iniciado em junho de 2014 e ainda sem conclusão, mais de dois anos após a publicação do edital, o concurso de soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) causa revolta e transtorno aos candidatos. Das 6 mil vagas divulgadas, somente 1.334 foram preenchidas, pelos recrutas que participam do curso no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP), divididos em três turmas.

Concurso marcado por polêmicas. Relembre:

 
Reuniões estão sendo realizadas entre representantes de aprovados no concurso e a Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do estado (Alerj), a fim de encontrar uma solução definitiva para a falta de informações por parte da Exatus, organizadora. A deputada Marta Rocha (PDT), presidente da comissão, afirmou que a empresa será convocada para uma audiência com a PM, que ocorrerá no Ministério Público (MP-RJ).
 
"O grande entrave é que a Extaus não entrega os resultados dos exames médicos, alegando que ainda não houve pagamento de uma das parcelas. Temos o compromisso da Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de uma intervenção imediata na busca de uma solução", destacou a parlamentar, mencionando ainda a possibilidade de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ou a instalação de um inquérito civil.
 
Agora, a expectativa é que representantes da Exatus compareçam a essa reunião no MP-RJ. Por ocasião da primeira audiência pública na Alerj, a banca informou que não havia ninguém disponível para comparecer à Casa, em razão de a sede da empresa estar localizada no interior do Paraná. A previsão é que uma turma de 400 policiais, se forme até o dia 3 de agosto, mas com riscos de atraso. "Dependerá do cumprimento da carga horária", disse o coronel Márcio Basílio, sub-chefe do Estado Maior Geral Administrativo.

Comentários