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Português: veja orientações de especialista

Para os interessados no cargo de motorista do Ministério Público de São Paulo, a FOLHA DIRIGIDA entrevistou mais um especialista na disciplina de Língua Portuguesa.

Após muita espera, os interessados no concurso para o cargo de motorista do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), enfim, já têm acesso ao edital de abertura. Agora, por dentro de todo o cronograma do concurso, os candidatos que não haviam começado a preparação em busca da tão sonhada vaga no cargo público, devem buscar as melhores alternativas. 
 
Buscando orientar os futuros participantes, a FOLHA DIRIGIDA ouviu dicas de estudo do professor Elias Santana, que leciona Língua Portuguesa no Gran Cursos Online. A disciplina será responsável por 20 das 50 questões da prova objetiva, que equivale a 40%, além de ter peso dois para a contagem da pontuação total. Segundo o especialista, existe um padrão lógico de estruturação, que deve ser respeitado durante os estudos.
 
Com base na última seleção, o professor destaca alguns pontos que costumam cair em concursos do órgão. O docente orientou os participantes para uma atenção redobrada em concordância (nominal e verbal), regência (principalmente a verbal), morfologia e reconhecimento dos termos essenciais da sintaxe oracional (sujeito e complementos). Destacou ainda que, com esses conhecimentos, o candidato será capaz de migrar para outros assuntos, que derivam dos que foram citados acima, como pontuação e crase. "Além de serem assuntos explorados na prova anterior, eles são "chaves" para o esclarecimento de assuntos mais complexos. O que muitas pessoas desprezam é o fato de que a Língua Portuguesa possui um padrão lógico de estruturação, e que deve ser respeitado ao longo dos estudos", destaca.
 
Segundo Elias, o candidato que busca o estudo autônomo, por meio de materiais que ficam disponíveis na internet, deve sempre tomar como referência as últimas questões de exames organizados pela banca. Quando a preparação do candidato é voltada para o nível de cobrança da organizadora, se tratando de Língua Portuguesa, o resultado tende a ser mais positivo.
 
Perguntado a respeito do tempo hábil de estudo, o professor orienta os concurseiros para iniciar a preparação reservando um tempo de duas horas para Português. Desse período, orienta para que trinta minutos, no mínimo, sejam reservados à resolução de questões de análises de textos. "É fundamental que a prioridade sejam as questões. A teoria é um suporte à resolução dos questionamentos feitos pela banca", observa Elias Santana. O docente ainda recomenda, para essa finalidade, o uso de gramáticas didáditas e não técnicas.
 
O professor finaliza as orientações classificando a disciplina como "trabalhosa". Para o participante que exagera no nível de dedicação logo no início, não conseguindo separar ou definir um tempo exato, o sucesso fica distante do esperado. "Todavia, é fundamental não desistir! Com o tempo, a gramática começa a fazer mais sentido, e o estudo torna-se mais prazeroso. Com isso, o número de horas pode ser reajustado."

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