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Funai confirma envio de pedido para novo concurso com 1.908 vagas

A Fundação Nacional do Índio enviou pedido para novo concurso ao Ministério da Economia. Foram pedidas 1.98 vagas em vários cargos.

A Fundação Nacional do Índio confirmou que também enviou pedido ao Ministério da Economia para a realização de concurso público. Foram solicitadas pelo órgão 1.908 vagas em cargos dos níveis médio e superior.

A solicitação para o concurso Funai 2019 foi realizada dentro do prazo de até 31 de maio. A informação do envio do pedido ao governo foi confirmada pela Assessoria de Imprensa da Funai na tarde desta quinta-feira, 6, à FOLHA DIRIGIDA.

A Funai informou ainda que o número de vagas solicitado é equivalente a 69% do total de cargos vagos desta Fundação, sendo "todos do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo", informou a Assessoria.

Confira a distribuição dos cargos e vagas

Nível médio, com R$5.349,07 mensais

  • Agente em Indigenismo - 1.560 vagas

Nível superior, com R$6.420,87 mensais

  • Indigenista Especializado - 156 vagas;
  • Assistente Social - 19 vagas;
  • Economista - 18 vagas;
  • Administrador - 15 vagas;
  • Antropólogo - 14 vagas;
  • Engenheiro - 13 vagas;
  • Sociólogo - 11 vagas;
  • Contador - 8 vagas; e
  • Psicólogo - 4 vagas.
Funai confirma pedido para concurso com 1.908 vagas (Foto: Divulgação)
Funai confirma pedido para concurso com 1.908 vagas
(Foto: Divulgação)


Todos os pedidos serão analisados no Ministério da Economia e poderão ser autorizados no decorrer do ano. A portaria autorizativa precisa ser publicada no Diário Oficial da União, assinada pelo ministro Paulo Guedes. 

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Último concurso Funai aconteceu em 2016

O útimo concurso da Fundação Nacional do Índio foi realizado em 2016, quando a Funai publicou edital para preencher 220 vagas de nível superior. As oportunidades foram nos cargos de indigenista especializado, engenheiro, engenheiro agrônomo e contador.

Dessa forma, quem deseja ser aprovado e quer se antecipar com os estudos pode tirar o edital anterior como referência. Isso porque o próximo concurso deverá ser realizado com a mesma estrutura do anterior.

As etapas foram aplicadas em todas as capitais, além de alguns municípios como Tabatinga (AM), Dourados (MS), Sinop (MT), Ji-Paraná (RO) e Altamira (PA). 

Os concorrentes realizaram prova objetiva, contendo questões de Conhecimentos Gerais (Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico e Quantitativo, Direito Constitucional e Administrativo, Legislação Indigenista, Informática Básica e Administração Pública) e Conhecimentos Específicos ao cargo. Além disso, também houve prova discursiva.

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O concurso foi homologado em janeiro de 2017, tendo sido prorrogado em 2018 até janeiro deste ano. Portanto, não há mais como aproveitar aprovados e a única solução é realizar novo concurso para suprir o déficit de pessoal.

Em dezembro de 2018, o presidente da Funai, Wallace Bastos, defendeu a convocação dos excedentes no concurso de 2016. Há sete meses na presidência, ele garante que foi possível trazer para a Fundação mais de 203 concursados, que já atuam em todo o país. 

"Continuamos lutando, até o último dia de validade do concurso, junto aos ministérios da Justiça e do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (atual Economia), para nomear os 50% excedentes. Essa é uma grande carência que precisamos sanar, para que possamos atender cada vez melhor as principais demandas das populações indígenas", afirmou.

Confira o material de preparação da FOLHA DIRIGIDA e comece já os estudos para o concurso!

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