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Roseno: \"Concurso para Planejamento Urbano é Urgente\"

Candidato pela segunda vez à prefeitura de Fortaleza, Renato Roseno, do PSOL, ressalta a necessidade de implantar uma gestão participativa de governo. "Queremos a gestão participativa na Saúde, na Educação, na Mobilidade, na Segurança, na Cultura. Portanto, a questão central é ampliar a participação popular, a transparência e a inversão de prioridades. Essa é a chave de abertura da campanha", afirma.  

Candidato pela segunda vez à prefeitura de Fortaleza, Renato Roseno, do PSOL, ressalta a necessidade de implantar uma gestão participativa de governo. "Queremos a gestão participativa na Saúde, na Educação, na Mobilidade, na Segurança, na Cultura. Portanto, a questão central é ampliar a participação popular, a transparência e a inversão de prioridades. Essa é a chave de abertura da campanha", afirma. 
 
O candidato do PSOL defende, na área da Saúde, a ampliação da atenção básica. "Temos que ampliar o investimento no programa Saúde da Família. Em Fortaleza, menos de 36% da população tem acesso, nós temos que chegar a pelo menos 80% da população com acesso ao programa nos próximos quatro anos", completa o candidato.

Roseno, ainda cita a falta de profissionais no setor. Segundo ele, há uma grande necessidade de se realizar concurso para a Saúde do Munícipio, principalmente pelo fato de o recém-inaugurado Hospital da Mulher estar desfalcando os outros hospitais.

O candidato ressalta que outros setores, como Cultura, Gestão Pública, Gestão de Tecnologia da Informação e sobretudo, Planejamento Urbano, sofrem com a carência de servidores. "Concurso para Planejamento Urbano é urgente. É uma vergonha que Fortaleza não tenha um técnico nessa área concursado", completa.

Já, para a Educação, Roseno promete a implementação da Lei do Piso, com a garantia de 1/3 de hora extraclasse; a democratização da gestão, com a escolha direta dos dirigentes das escolas; investimetos em materiais e equipamentos para as escolas, além de um plano de recuperação dos colégios; e a definição de um projeto político pedagógico com a comunidade escolar.

Outro setor muito debatido durante a entrevista foi o problema das terceirizações. Para Roseno, além de não haver transparência sobre o efetivo de funcionários não concursados na atual gestão, a terceirização gera um défict na contribuição previdênciária. "Este é um aspecto da terceirização que ninguém está pensando, porque quando você terceiriza muito, você esvazia a base de contribuição do Instituto de Previdência, porque o terceirizado contribui para a previdência geral e não para a do município", conclui o candidato.
 

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