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Besserman: luta em defesa da sustentabilidade

Presidente da Câmara Técnica de Desenvolvimento Sustentável da Prefeitura do Rio de Janeiro, Sérgio Besserman Vianna figura pelo segundo ano consecutivo na lista das Personalidades da Cidadania, título concedido pela FOLHA DIRIGIDA, em parceria com a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Academia Brasileira de Filosofia (ABF).

Presidente da Câmara Técnica de Desenvolvimento Sustentável da Prefeitura do Rio de Janeiro, Sérgio Besserman Vianna figura pelo segundo ano consecutivo na lista das Personalidades da Cidadania, título concedido pela FOLHA DIRIGIDA, em parceria com a Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e a Academia Brasileira de Filosofia (ABF).

Para o economista, a indicação revela o interesse da sociedade pela bandeira da sustentabilidade. “Me sinto muito honrado e entendo que a escolha do meu nome tem menos a ver com méritos pessoais e mais comrepresentar os muitos cariocas que estão na luta pelo desenvolvimento digno e sustentável”, informou o escolhido, que também leciona no Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).
 
Servidor público do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) há mais de 20 anos, chegou a ocupar a Diretoria de Planejamento do órgão. Presidiu, durante o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), onde coordenou o Censo 2000. Besserman comandou, ainda, o Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos (IPP), órgão vinculado à Prefeitura do Rio de Janeiro.
 
No entanto, fez da defesa do meio ambiente e da sustentabilidade um projeto de vida. Por isso, no momento, sua grande tarefa é atuar na organização da Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que será realizada de 13 a 22 de junho.
 
A sua formação em economia e seu interesse pela ecologia,asseguram-lhe conhecimento para defender com propriedade políticas públicas de sustentabilidade, conceito que prega o equilíbrio entre os aspectos econômicos, sociais e ambientais das sociedades. Nesse sentido, o professor da PUC-Rio prega uma expressiva mudança nos padrões de produção e consumo de nossa sociedade.
 
“Creio que é crescente a compreensão de que encontrar ou não um desenvolvimento sustentável é a questão maior do século XXI,definidora da economia, da sociabilidade, da politica global e até do próprio significado do humano”, explicou o ex-presidente do IBGE. O docente também desempenha a função de comentarista de sustentabilidade e economia urbana de diversos veículos de comunicação, alémde integrar o conselho de algumas organizações não governamentais que tratam dotema da sustentabilidade.

Por isso, com embasamento teórico, defende a articulação de ações voltadas para a promoção da cidadania, dentro das políticas públicas de sustentabilidade. O especialista ressalta que as decisões tomadas, hoje, pela humanidade, serão decisivas para o futuro do planeta, tanto no que diz respeito ao panorama ambiental, quanto ao desenvolvimento humano.

“A humanidade estará escolhendo nos próximos 20 anos se somos capazes de uma cidadania planetária e mais consciente ou se só somos capazes de mudar de rumo depois de sofrermos severas consequências, previsíveis e evitáveis. É quase uma nova definição de cidadania, mais extensa no tempo e no território. Não temos mais escapatória: temos de ser cidadãos locais eglobais simultaneamente”, completou o presidente da Câmara Técnica de Desenvolvimento Sustentável da Prefeitura do Rio de Janeiro.

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