Reforma Administrativa: professor analisa impactos do projeto

O professor Alexandre Prado analisa os possíveis impactos no serviço público federal em caso de aprovação da Reforma Administrativa

O governo federal planeja uma série de medidas para modernizar o serviço público. Elas integram a Reforma Administrativa, que ainda será enviada para discussão no Congresso Nacional. Entre as propostas estão a simplificação das carreiras do Poder Executivo e uma nova forma de contratação de servidores.

Por isso, a Reforma impacta diretamente os funcionários públicos e quem se prepara para concursos públicos. A estabilidade está mantida? As carreiras federais podem ser excluídas? Os salários serão reduzidos?

Para responder a essas e outras perguntas, FOLHA DIRIGIDA conversou com Alexandre Prado, professor de Direito Administrativo e apresentador do programa ‘O Especialista’. O primeiro tópico abordado por ele foram as progressões das carreiras federais.

De acordo com o que Ministério da Economia vem informando, uma das propostas será que as carreiras do Poder Executivo Federal tenham mais níveis de progressão. De maneira que o servidor demore mais tempo para atingir o grau mais elevado.

“Hoje, dentro da Polícia Federal só existem duas progressões. Ou seja, em dez anos, você atinge a última classe da PF. Essa é uma situação que eles querem rever e colocar mais classes de forma que ocorra progressões funcionais ao longo do tempo”, esclareceu Prado.

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