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Conheça 5 jogos que auxiliam no estudo para concurso público

FOLHA DIRIGIDA conversou com Paulo Fernandes, CEO da agência de Marketing Digital ABlab e com experiência de mais de 10 anos em jogos de tabuleiro, para elencar os cinco jogos para você ter sucesso nos concursos públicos.

Quem está estudando para concursos públicos raramente consegue um tempinho em meio à preparação para se divertir em jogos com os amigos. Mas e se esses jogos e brincadeiras ajudassem nos estudos?
 
A FOLHA DIRIGIDA conversou com Paulo Fernandes, CEO da agência de Marketing Digital ABlab - com experiência de mais de dez anos em jogos de tabuleiro -, que listou cinco jogos para ajudar você a ter sucesso nos concursos públicos.
 
Paulo Fernandes - Ceo da ABlab
Paulo Fernandes é CEO da ABlab com mais de 10 anos
de experiência em jogos de tabuleiros
Paulo conta que a paixão por jogos de tabuleiro era mais uma opção de lazer para os momentos de reunião entre amigos e família. E que buscava sempre por novas opções para manter vivo o interesse de todos.
 
Dessa forma, ele foi descobrindo cada vez mais jogos complexos e desafiadores, que apresentavam características diferentes daquelas que se encontram nas lojas comuns de brinquedos.

Jogos servem de auxílio na vida profissional

Com o desejo de conhecer a fundo o mundo dos jogos de tabuleiro, Paulo se tornou especialista no assunto. Segundo ele, o que mais desperta sua atenção é ver pessoas se dispondo a ficar com os celulares desligados, ou a passar horas sem desbloqueá-los, simplesmente para não atrapalhar a rodada.
 
"Isso foi possível mesmo em um mundo 100% dominado pela vida social online", comemora o executivo, que já conta com uma coleção com cerca de 600 títulos. "O que não representa nem 5% dos 12.000 novos jogos lançados em um ano", completa ele.
 
Aos poucos, toda essa experiência com os jogos de tabuleiro passou a se refletir também em sua vida profissional. Paulo relata que após dedicar uma quantidade de tempo significativa para os jogos, era natural que sempre ao descansar refletisse sobre os ganhos após o jogo. Dessa forma, passou a aplicar essa experiência em reuniões de operação, alocação de recursos eprocessos de tomada de decisão: "Também exercitava habilidades como dedução, execução tática, criação de estratégias e balanço de tomada de risco, entre outras."
 
 
 
Esses cinco jogos trabalham diversas habilidades, de acordo com o perfil do concurseiro. No entanto, a maioria deles desenvolve lógica, tomada de decisão, trabalho sob pressão, dedução e desenvolvimento da capacidade analítica. Segundo o Paulo Fernandes, essas características devem ser sempre trabalhadas pelos candidatos de concurso, pois ajudam a lidar com a rotina intensa de provas e testes.

Jogos em grupo ajudam a minimizar estresse

Para Paulo, mais do que adaptar os jogos à rotina de estudos, é preciso utilizá-los como ferramenta de descompressão, manutenção da agenda social e de lazer do concurseiro. Dessa maneira, reduz a pressão do aprendizado. E os treinos podem se tornar regulares para facilitar a organização do planejamento semanal do grupo. 
 
"O aprendizado acontece de forma natural, respeitando a capacidade de absorção, limitações por cansaço, estafa e estresse do concurseiro. Os ganhos serão incrementais e naturais com a regularidade dos encontros."

Participantes podem jogar individualmente

Os jogos em grupo são mais indicados justamente por trabalharem também o aspecto social, mas existem opções de módulos e formatos individuais.
 
Para aqueles que não optarem pelos jogos coletivos, o especialista sugere o Mansion of Madness, lançamento recente que permite de um a cinco jogadores. No jogo, é preciso desvendar mistérios e decifrar enigmas em uma mansão dominada por entidades extremamente poderosas. Ele ainda conta com a ajuda de um aplicativo, que narra toda a história do jogo e guia o grupo, ou o competidor individualmente, por todas as etapas.
 

Especialista pede cuidado com o excesso

Embora não falte diversão, é preciso moderação sempre. Os jogos, principalmente os mais modernos, carregam componentes sofisticados e com produções mais elaboradas, que chamam muita atenção. Em muitos casos os jogadores acabam pecando pelo excesso, o que não é o objetivo. Como qualquer outro hobby, se não for bem administrado pode desviar a atenção e atrapalhar até mesmo o convívio na sociedade. E é sempre bom cuidar para não chegar ao vício. Mas vale ressaltar que eles não levam prejuízo fisico ou emocional para o jogador.
 
Outra vantagem dos jogos em grupo, segundo Paulo, é a capacidade de auto-regulação, pois estabelecem rotinas, programações e criam hábitos compartilhados. "Não existe relato de pessoas diagnosticadas como viciados em jogos de tabuleiro. Existem grupos de usuários com alta frequência e intensidade de jogos, mas sem diagnóstico de vício", afirma ele.
 
Paulo recomenda que os concurseiros interessados em inserir os jogos na rotina de estudos procurem nas redes sociais por grupos e pontos de encontros de jogadores. Assim, é possível experimentar diferentes tipos de jogos sem precisar fazer um investimento alto de tempo ou recursos. São muitos os jogos no mercado, e cada um deles explora habilidades e estímulos diferentes. Portanto, se você não gostar de um, terá um grande leque de opções.
 
E aí, concurseiro? Você jogou algum desses jogos? Qual você mais gosta de jogar com os amigos? Comente com a gente e compartilhe essa matéria nas redes sociais. Bons jogos!
 

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