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Diretor-geral do Degase-RJ reconhece necessidade de um novo concurso

Diretor-geral do Degase-RJ reconhece necessidade de um novo concurso

O diretor-geral do Degase, André Luiz Monteiro, confirmou em entrevista à FOLHA DIRIGIDA a necessidade de um novo concurso para o Degase.

O diretor-geral do Departamento Geral de Ações Socioeducativas do Rio de Janeiro (Degase-RJ), André Luiz Monteiro, afirmou nesta segunda-feira, dia 15, em entrevista exclusiva à FOLHA DIRIGIDA  a necessidade do concurso para o órgão. Segundo ele, estão sendo realizados estudos internos para definição do número de vacâncias existentes hoje no departamento.

“Estamos terminando um estudo para ver o número de vacâncias que nós temos e vamos mandar esse documento para o governo, solicitando a realização desse concurso.”

Uma preocupação do diretor-geral do Degase é respeitar o limite imposto pela Lei de Recuperação Fiscal, compromisso firmado entre o governo do Rio e a União, que restringe os concursos no estado. “Vai depender do governo aprovar nosso processo e avaliar as contas, mas estamos trabalhando para que haja um novo concurso”, reforçou.

Por conta dessa autorização, Monteiro disse que não tem como prevê uma possível data para publicação do edital. O diretor-geral reconheceu, ainda, a importância de uma nova seleção para o Degase.

“O Degase reconhece que necessita do preenchimento desses quadros que estão abertos. Precisa de mais agente, mais técnicos e nós estaremos solicitando a realização desse concurso”, afirmou. 

André Luiz Monteiro esteve presente em um evento no Tribunal de Justiça, que celebrou a assinatura de um acordo de cooperação para valorização da Primeira Infância entre o TJ e demais instituições públicas. Entre elas, o Degase.

⇒ Concurso Degase-RJ: diretor defende aumento do número de servidores

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Concurso deve ofertar vaga para agente socioeducativo

A expectativa é que o concurso ofereça oportunidades para o cargo de agente socioeducativo. Em dezembro de 2018 foi formada uma comissão responsável por analisar o impacto financeiro da criação de 332 vagas para essa função. O estudo foi concluído no fim de janeiro e a proposta será enviada para aprovação na Casa Civil.

A realização desse levantamento está de acordo com uma determinação da Justiça, que intimou o Estado a concluir o estudo que tramitava desde 2017 na Secretaria de Planejamento. A determinação foi feita em dezembro do ano passado. Após a análise na Casa Civil, o projeto deverá ser encaminhado para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). 

O cargo de agente socioeducativo exige o nível médio completo. As oportunidades deverão ser para lotação no Rio de Janeiro, existindo ainda a chance de que outras localidades sejam contempladas, caso o órgão necessite. 

A remuneração inicial para a carreira é de R$2.822,57. O valor é composto pelo salário-base de R$2.572,57 e o auxílio-transporte de R$250. Os servidores ainda terão direito a um auxílio-alimentação.

A Fundação Ceperj será a organizadora da seleção, de acordo com a mesma publicação que apresenta a formação da comissão organizadora do concurso. A portaria foi publicada  no Diário Oficial do Rio de Janeiro no dia 25 de fevereiro.

⇒ Concurso Degase-RJ: saiba como foram as provas da seleção anterior

"O Degase precisa da reposição nos seus quadros", afirmou o
diretor-geral André Monteiro (Foto: Novo Degase)

Justiça determinou a convocação dos aprovados no concurso de 2011

Ainda em dezembro de 2018 a Justiça do Rio determinou a posse de 282 novos servidores nos quadros do Degase. Esses aprovados em vagas imediatas e cadastro de reserva. Na época 45 aprovados foram nomeados, a maioria para o cargo de agente administrativo. Os selecionados foram lotados na capital carioca, em Nova Iguaçu, Volta Redonda e em Campos. 

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Em 2011 o concurso Degase teve uma oferta de 500 vagas para os níveis médio, médio/técnico e superior. A lotação dos aprovados eram para as cidades de Araruama, Campos dos Goytacazes, Nova Friburgo, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro Capital, São Gonçalo e Volta Redonda.

Do total de vagas, 324 eram para agentes socioeducativos. Os interessados no próximo concurso para o órgão podem usar essa seleção como referência para os estudos. A prova objetiva em 2011 foi composta por questões de Português, Raciocínio Lógico, Conhecimentos Gerais e Conhecimentos Específicos. Além disso, houve uma prova de Redação.

Para os cargosda área da Educação (professores e pedagogos) houve, ainda, uma fase de avaliação de títulos. Por fim, os aprovados foram convocados para um curso de formação. 

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