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Órgão tem tradição de muitas convocações

O concurso da Casa da Moeda do Brasil (CMB) vem despertando grande interesse, visto que, além dos bons salários, a estatal federal proporciona ótimos benefícios e tem a tradição de aproveitar muitos concursados durante a validade das seleções. 

O concurso da Casa da Moeda do Brasil (CMB) vem despertando grande interesse, visto que, além dos bons salários, a estatal federal proporciona ótimos benefícios e tem a tradição de aproveitar muitos concursados durante a validade das seleções. 
 
"A cada ano que passa, estamos aumentando o faturamento, o lucro da empresa e, por trás disso, o volume de vendas. Consequentemente, a demanda de pessoal aumenta cada vez mais", destaca o chefe do Departamento de Gestão de Pessoas da CMB, Alvaro Soares, complementado pelo gerente da seção de Recrutamento e Seleção, Pedro Monteiro.
 
"Neste concurso, existem vagas efetivas e pessoas classificadas no cadastro de reserva, que serão contratadas aos poucos, de acordo com a necessidade da empresa. A CMB costuma fazer (muitas) convocações", afirmou Pedro, destacando que na última seleção, em 2009, 869 classificados do cadastro foram chamados, dos quais 622 admitidos. 
 
Aqui, os dois experientes profissionais da CMB detalham os benefícios e informam sobre futuro concurso e o perfil esperado dos funcionários, entre outros aspectos importantes para os candidatos.

FOLHA DIRIGIDA - Qual é a importância desse concurso para a Casa da Moeda do Brasil?
Alvaro Soares -
A Casa da Moeda vem experimentando um crescimento acentuado em vários segmentos da produção, com resultados expressivos em termos de mercado e de investimentos. A cada ano que passa, estamos aumentando o faturamento, o lucro da empresa e, por trás disso, o volume de vendas. Consequentemente, a demanda de pessoal aumenta cada vez mais, não só em termos de quantidade (que não é o mais expressivo), mas, principalmente, de fazer cadastros de alguns cargos específicos, pois estamos crescendo em alguns segmentos específicos.

Onde os futuros funcionários serão lotados? Só em Santa Cruz?
Alvaro -
Estamos sediados em três pontos, mas a base da empresa é em Santa Cruz. Temos uma sede em Brasília e um escritório no Centro do Rio de Janeiro, com pouquíssimos empregados. Todos esses futuros funcionários convocados a partir deste concurso serão destinados a Santa Cruz.

Qual o perfil que a Casa da Moeda busca nos funcionários?
Alvaro -
A gente busca o perfil de um profissional jovem, motivado, que entenda as características da empresa e que tenha as formações e pré-requisitos mínimos para exercer a função. É fundamental, ainda, que quem entre na empresa entenda os procedimentos de segurança que adotamos aqui. Eventualmente, pode ter uma revista aleatória. Também há detectores de metal e de outros elementos, além de outros procedimentos que são cuidadosamente pensados, como o fato de os uniformes não terem bolsos. Não são revistas que chocam os funcionários, não é nada exagerado.

Todos os primeiros 1.015 classificados serão convocados ao longo da validade do concurso?
Pedro
- Existem vagas efetivas e pessoas classificadas no cadastro de reserva, que serão contratadas aos poucos, de acordo com a necessidade da empresa. Não podemos ficar sem cadastro, mas também não podemos garantir que todos serão chamados. A validade desta seleção vai ser prorrogada, a fim de que termine em 2014, junto com a do concurso de 2009, que teve a validade de dois anos dobrada e também se esgota no mesmo ano. Dessa forma, poderemos fazer um concursão em 2014.
Alvaro - É interessante ver que o concurso anterior veio esgotando alguns cargos por conta desse crescimento da empresa, o que nos obrigou a fazer outro antes mesmo da validade do de 2009 terminar. Ainda temos muitos aprovados no cadastro da última seleção, mas não para os cargos oferecidos nesta. Então, objetivamos terminar a validade dos dois concursos juntos.

Já é possível ter uma previsão de quantos aprovados serão chamados ao longo da validade?
Pedro -
Ainda não é possível fazer essa previsão. Áreas são ampliadas, linhas são criadas, as pessoas se aposentam, passam em outro concurso, morrem também, então, há diversas formas de criar vaga. Da seleção de 2009, foram convocados 869 classificados do cadastro, dos quais 622 foram admitidos. A CMB costuma fazer convocações.

O cargo de assistente técnico administrativo é um dos maiores atrativos. A demanda é grande por essa função?
Pedro -
Sim, visto que esse cargo é a base da área administrativa, é o apoio administrativo de que todas as áreas precisam. É um cargo em que nós temos uma demanda muito grande de vagas sempre. No concurso passado, esgotou até muito rápido.

Quantos funcionários existem na empresa hoje?
Alvaro
- Em torno de 2.800.

A convocação dos 27 primeiros terá inicio quando? Assim que o concurso for homologado?
Alvaro -
Sim. Homologando, já começaremos a convocar. Pode ser que alguma área que não tenha entrado no outro concurso não seja chamada assim que houver a homologação, isso vai depender mesmo da necessidade atual das áreas. Provavelmente, os 27 já entram no mês de abril, mas não vou garantir.

São destinadas 66 vagas aos portadores de deficiência. Existe restrição a algum tipo específico de deficiência?
Pedro -
Existe um item do edital que fala que a deficiência não pode ser incompatível com a atividade. O deficiente tem que saber se ele tem ou não condição para exercer aquela atividade. Temos uma equipe de médicos que irá avaliar se aquela deficiência é ou não incompatível com aquelas tarefas. A empresa não tem nenhuma restrição em relação a deficiente físico.

A última etapa do processo seletivo é a dos exames pré-admissionais. O que será avaliado, exatamente, nessa fase?
Pedro -
  Os exames médicos são definidos pela medicina do trabalho, de acordo com a atividade da pessoa. Então, nós temos exames diferenciados, de acordo com o cargo. Em uma área administrativa, o exame mais simples, o de rotina, é um conjunto de exames mais simples. Na área operacional, que trabalha com metais pesados, aí vai ter um exame específico de metais pesados.
Alvaro - E, normalmente, você tem o periódico. Uma vez admitido, anualmente você deverá fazê-lo. Ele segue a mesma linha, variando conforme o cargo. Aliás, esse é um ponto que funciona bem aqui na empresa. O exame é muito cobrado, e isso é importante, pois, muitas vezes, as pessoas passam anos sem saber que têm algum tipo de problema, por não realizarem exames, e descobrem aqui que têm alguma coisa.

Os futuros funcionários contarão com vários benefícios, como refeição gratuita no restaurante da empresa. Como é o esquema desse restaurante? São duas refeições por dia?
Pedro -
Todo mundo tem direito a duas refeições. Quem trabalha no turno normal, das 8h às 17h, tem um desjejum e um almoço. Quem trabalha no turno da noite, tem uma janta e um lanche, ao sair. Quem trabalha na madrugada, tem uma ceia e um lanche, também ao sair.
Alvaro - O nosso restaurante foi nosso até 1990. Depois disso, ele foi terceirizado, por conta de que não é o foco da Casa da Moeda elaborar refeições, principalmente aqui, em Santa Cruz. O restaurante é aqui dentro e a instalação é nossa, mas é operado por uma outra empresa, que chega através de uma licitação.
Pedro - Temos uma nutricionista que é da casa e coordena o contrato com essa empresa terceirizada. Ela acompanha a fabricação do alimento.
Alvaro - Eu diria que o nível da comida é bastante razoável. Esse é, inclusive, um ponto forte que os empregados destacam. Não só as instalações do restaurante, mas também a qualidade da comida.

A Casa da Moeda oferece aos funcionários transporte próprio. No entanto, é preciso que o funcionário esteja dentro do itinerário. Quais são os bairros atendidos? Como funciona esse esquema?
Alvaro -
Ninguém é pego em casa, mas, é muito raro a distância ser maior que um ou dois quilômetros. Para quem mora fora do itinerário, há auxílio-transporte, cujo valor é de acordo com a necessidade de deslocamento.
Pedro - Temos cerca de 57 linhas de ônibus especiais. O transporte passa próximo à residência e deixa próximo à residência. Se a pessoa tiver que se deslocar mais de um quilômetro da via principal onde mora até uma outra via principal, é coberta com vale-transporte, ou seja, esse percurso é coberto com o RioCard. Nossas linhas operam em toda a cidade do Rio de Janeiro e proximidades, como a Baixada Fluminense, Mangaratiba, Paracambi, Niterói, Itaboraí e Maricá.

Além dessas vantagens, falem um pouco sobre o auxílio-creche, assistência médica e o seguro de vida em grupo.
Pedro -
O auxílio-creche, hoje, está no valor de R$350 por criança, de três meses a 7 anos incompletos. Além disso, temos uma creche interna gratuita, para crianças de três meses a 4 anos. Mas essa creche é de acordo com a disponibilidade de vagas. No momento, está cheia. A assistência médica é extensiva aos dependentes. A empresa arca com uma parte e o empregado paga a outra, cujo valor varia conforme a faixa etária e o salário. A empresa paga 90% e o empregado 10%, no caso de vencimentos de até R$4.185. Desse valor até R$6.900, a empresa paga 70% e o funcionário, 30%. Acima de R$6.900, a empresa arca com 60% e o empregado, com 40%. O seguro de vida cobre morte natural em 100 vezes o salário do titular, morte acidental em 200 vezes o salário do titular, cobre o falecimento da esposa ou do esposo, companheiro ou companheira, e nesse caso o titular recebe 50 vezes o salário. Para os filhos de 14 a 21 anos, vindo a falecer, o titular recebe dez vezes o salário e cobre o funeral, se eu não me engano, em até R$3 mil. Além de todas as coberturas de um seguro normal, como no caso de a pessoa sofrer algum acidente e ter sequela, ela recebe uma indenização própria. 

Que mensagem deixam para os candidatos?
Pedro -
Em relação ao concurso, peço que o candidato tenha bastante cuidado ao realizar sua inscrição, porque acontece muito das pessoas se candidatarem a cargo que elas não preenchem os requisitos. Para que possamos evitar de desclassificar um candidato que gastou dinheiro com inscrição e estudos, fiquem atentos a isso. Outra coisa é a formação. O requisito básico é o mínimo que nós exigimos, o que significa que, se você tiver formação igual ou acima do que está sendo pedido, não tem problema nenhum.
Alvaro -
Olha, eu diria o seguinte: se eu fosse você, trabalharia na Casa da Moeda. A maioria das pessoas tem orgulho de trabalhar aqui, são todos muito unidos, é como uma família. Isso faz com que valha a pena o trabalho.







 

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