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Estatal não apresenta proposta de acordo à Justiça

A primeira audiência de conciliação com a Caixa Econômica Federal (CEF), realizada no último dia 12, na 6ª Vara do Trabalho de Brasília (DF), em virtude da ação civil pública impetrada pelo Ministério Público do Trabalho da 10ª Região (MPT-10), do Distrito Federal e de Tocantins, que recomenda a convocação dos aprovados dos dois últimos concursos do banco, de 2014, não teve um final positivo. É que a estatal não apresentou qualquer proposta de acordo.

A primeira audiência de conciliação com a Caixa Econômica Federal (CEF), realizada no último dia 12, na 6ª Vara do Trabalho de Brasília (DF), em virtude da ação civil pública impetrada pelo Ministério Público do Trabalho da 10ª Região (MPT-10), do Distrito Federal e de Tocantins, que recomenda a convocação dos aprovados dos dois últimos concursos do banco, de 2014, não teve um final positivo. É que a estatal não apresentou qualquer proposta de acordo.
 
Foi dada ainda à Caixa, pela juíza Natalia Queiroz Cabral, da 6ª Vara do Trabalho de Brasília (DF), um prazo até o último dia 22 para que houvesse algum trato verbal, mas a estatal não se manifestou. Com isso, o processo passará para a próxima fase, ainda sem data marcada, que será a audiência de instrução, na qual as partes solicitantes apresentarão provas, defesas e depoimentos que evidenciem que o banco não realizou as devidas convocações.
 
Enquanto não se chegar a um acordo final, o prazo de validade da seleções de técnico bancário e médico e engenheiro do trabalho, que encerraria em junho, continua suspenso. Em virtude da ação civil pública impetrada pelo MPT, a Justiça já concedeu liminar proibindo o banco de abrir novos concursos somente para cadastro reserva ou número irrisório de vagas.
 
O presidente da Comissão dos Aprovados do Concurso de 2014 da Caixa Econômica Federal, André Pinheiro, informou na última terça-feira, dia 26, que ajudará a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), envolvida diretamente no processo, a coletar provas contra a estatal. Procurada para repercutir esse assunto, o banco não se manifestou até o fechamento desta edição.
 
Enquanto o quadro de pessoal não é renovado, a crise se alastra na Caixa. A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro da Central Única dos Trabalhadores (Contraf/CUT) publicou na última segunda, 25, a Pesquisa do Emprego Bancário (PEB). O documento indica que houve o fechamento de 2.454 postos de trabalho nos bancos em todo o Brasil entre janeiro a março deste ano, sendo 449 apenas na Caixa.
 

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