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É preciso manter a rotina de estudos

Faltam menos de duas semanas para que os interessados a uma vaga de técnico bancário e técnico científico do concurso do Banco da Amazônia (Basa) coloquem, literalmente, os conhecimentos adquiridos no período de preparação à prova. E a expectativa é grande. O banco tradicionalmente oferece ampla oportunidade de crescimento aos funcionários, e por isso são esperados muitos candidatos para a seleção.  

Faltam menos de duas semanas para que os interessados a uma vaga de técnico bancário e técnico científico do concurso do Banco da Amazônia (Basa) coloquem, literalmente, os conhecimentos adquiridos no período de preparação à prova. E a expectativa é grande. O banco tradicionalmente oferece ampla oportunidade de crescimento aos funcionários, e por isso são esperados muitos candidatos para a
seleção.
 
Embora o processo vise à formação de cadastro de reserva, a perspectiva para os aprovados é considerada promissora, uma vez que, em nota divulgada pela FOLHA DIRIGIDA no fim do mês passado, a Portaria nº13 publicada no Diário Oficial da União, estendeu o limite máximo do quadro de pessoal do Basa, passando-o para 3.303 empregados. Ou seja, há chances reais de que o banco convoque novos profissionais para seu quadro de funcionários.
 
Sobre a realização da prova, na opinião do professor Celso Flexa, mestre em língua portuguesa do Curso Preparatório Exemplo, em Belém/PA, sai na frente o candidato que já possui uma sistemática de preparação. “A esta altura, é impossível aprender todo o conteúdo. Leva vantagem quem conseguiu formar uma rotina de estudos para o concurso”, afirma.
 
Ainda segundo o professor, os exercícios devem ser realizados até as vésperas da prova. “O fundamental é não parar de exercitar o conteúdo até dias antes do exame. De preferência, as disciplinas que precisam de reforço, para melhorar aquilo que não foi bem aproveitado”, orienta.
 
Para ele, outro grande vilão dos concurseiros precisa ser amplamente dominado: o nervosismo. “Também é fundamental que o candidato não se deixe levar pela tensão na hora da prova. Em alguns casos, por não resolver uma questão facilmente, o candidato começa a acreditar que não sabe mais nada e aí se perde. O pânico não ajuda. Pelo contrário. Desejo muita tranquilidade e boa sorte a todos”, diz.
 

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