Notícias sobre PM-RJ - 2013 - 6.000 vagas - Soldado

Corporação volta a informar que concurso não será anulado


Apesar da pressão feita por um grupo de candidatos e por diversos deputados, que pretendem abrir uma CPI e prender diretores da Exatus (organizadora), a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PM-RJ) voltou a informar na última segunda, dia 15, que não vai anular as provas do concurso para soldado, aplicadas no dia 31 de agosto.

Deputado pedirá ao MP a prisão dos donos da Exatus


A polêmica em torno do concurso público para soldado da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PM-RJ) ganha contornos judiciais. O deputado estadual Átila Nunes, do Partido Social Liberal (PSL), afirmou à FOLHA DIRIGIDA que encaminhará ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) na próxima terça-feira, dia 16 de setembro, notícia crime que pede a prisão preventiva dos diretores da Exatus, organizadora da seleção.

“Muitas anulações não são motivo para refazer provas”, diz especialista


Para o consultor na preparação de candidatos do projeto “Cursultoria”, Marcus Silva, mesmo que a banca anule 80% das questões de uma disciplina, não há motivo para refazer o concurso da PM. Especificamente em História, das cinco questões propostas, quatro foram citadas pelos professores como passíveis de anulação. “Logicamente, se esse problema for observado em relação ao número total de questões da prova (todas as disciplinas), a seleção estará prejudicada, pois, apesar de entender que não haveria quebra da isonomia, outros princípios estariam sendo afetados, como o da razoabilidade.

Deputados pedem abertura de CPI para investigar concurso


Deputados estaduais requisitaram a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para averiguar as irregularidades do concurso público para soldado da Polícia Militar do Estado (PM-RJ), após audiência da Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), realizada na última terça-feira, dia 9. O pedido, segundo o deputado Átila Nunes (PSL), autor do requerimento, já foi protocolado na mesa diretora da Alerj, cabendo ao presidente da assembleia, Paulo Melo (PMDB), a decisão de iniciar as discussões relativas à instauração da CPI. Entre os deputados que assinaram o documento estão Wagner Montes (PSD), Bernardo Rossi (PMDB), Alexandre Correa (PRB) e Enfermeira Rejane (PCdoB).

Advogados divergem quanto à anulação. Veja análises!


Para avaliar as reclamações apresentadas por candidatos que pedem a anulação do concurso para soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PM-RJ), a FOLHA DIRIGIDA entrevistou três advogados especialistas na área, que não chegaram a um consenso quanto à possível anulação. José Manuel Duarte Correia, Sérgio Alexandre Camargo e Carlos Eduardo Guerra analisaram os pontos mais importantes apontados pelos reclamantes. Entre os tópicos está o grau de exigência da prova, que estaria além do que geralmente é cobrado nesse tipo de avaliação e cargo.

Assembleia faz audiência pública nesta terça, dia 9


A Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) vai apurar as denúncias de irregularidades no concurso para soldado da Polícia Militar. Por conta disso, está marcada para as 14h desta terça-feira, dia 9, uma audiência pública, com uma comissão formada pelos próprios candidatos, que terão a oportunidade de expor as alegadas falhas na prova.

Professores pedem anulação de nove questões


Pelo menos nove questões da prova objetiva do concurso para soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PM-RJ) devem ser anuladas, nas disciplinas de Língua Portuguesa, Informática e História, segundo especialistas entrevistados pela FOLHA DIRIGIDA.

Candidatos se reúnem na Alerj e pedem anulação total


Um grupo de candidatos do concurso para soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PM-RJ) se reuniu na tarde desta terça-feira, 2 de setembro, em frente à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), para reivindicar a anulação do certame. O motivo, segundo os candidatos, é o grau de exigência da prova realizada no domingo, 31, que estaria além do que geralmente é cobrado neste tipo de avaliação e cargo.

Reunião na Alerj e mobilização na rede tentam anular prova


A prova objetiva do concurso para soldado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PM-RJ), realizada no último domingo, 31 de agosto, continua causando discórdia e já toma contornos de uma verdadeira novela. Nas redes sociais, candidatos insatisfeitos se mobilizam para tentar a anulação da prova. O principal motivo da revolta é a alegação de que algumas questões não estavam no programa de algumas disciplinas. Outros problemas, como os indícios de vazamento de cadernos de questões, que se espalharam pela internet, também são levantados pelos candidatos.