Cinco motivos para buscar concursos públicos em 2016

Entre concursos públicos que já estão em andamento e aqueles que devem abrir processo seletivo em 2016, o serviço público deve convocar cerca de 100 mil pessoas em todo o país – mesmo com a suspensão por parte do Governo Federal neste início de ano. Ainda há muitas vagas disponíveis, tanto para aqueles que não interromperam os estudos como para os candidatos que começaram a se dedicar agora. Descubra cinco motivos que mostram porque 2016 é o ano de ir à luta pela vaga no funcionalismo público...

28/01/2016 09:38 | Atualizado: 05/09/2017 02:30

28/01/2016 09:38 | Atualizado: 05/09/2017 02:30
Por Vincenzo Papariello Júnior *

Entre concursos públicos que já estão em andamento e aqueles que devem abrir processo seletivo em 2016, o serviço público deve convocar cerca de 100 mil pessoas em todo o país – mesmo com a suspensão por parte do Governo Federal neste início de ano. Ainda há muitas vagas disponíveis, tanto para aqueles que não interromperam os estudos como para os candidatos que começaram a se dedicar agora. Descubra cinco motivos que mostram porque 2016 é o ano de ir à luta pela vaga no funcionalismo público:

Novos ares –
o profissional que deseja trocar de emprego ou até mesmo de área de atuação, mas tem medo de ficar desempregado no mercado, pode recorrer aos concursos públicos. Alguns processos seletivos não exigem experiência anterior e levam em conta apenas a classificação obtida no exame.

Alheio à crise – não importa se a economia está em alta ou em queda: o servidor público conta com uma estabilidade que o mantém na carreira, mesmo em um cenário de corte de gastos que poderiam resultar em demissão. Dessa forma, ele consegue trabalhar com calma e pode render melhor sua função.

Qualidade de vida – em muitos casos, o funcionalismo público conta com bons salários e um horário fixo de jornada de trabalho, permitindo à pessoa organizar melhor sua vida e dedicar mais tempo às atividades pessoais. A hora extra, que tanto atormenta quem atua na iniciativa privada, não é uma prática comum.

Meritocracia – a admissão ao cargo público é feito por meio de um processo seletivo para descobrir quem está apto à função. Assim, o candidato não depende da rede de contatos (o famoso networking) para conseguir uma vaga, como ocorre frequentemente na iniciativa privada. Resumindo: ele consegue o emprego por seus próprios méritos e qualidades.

Consciência coletiva – por fim, profissionais que sonham atuar em funções que realizam importantes serviços sociais, como medicina, enfermagem, assistência social, polícia, justiça, diplomacia, entre outros, certamente devem estudar para concursos públicos e conseguirem cargos que estão diretamente em contato com a população.

* Vincenzo Papariello Júnior é sócio-fundador da VP Concursos, empresa que oferece consultoria e treinamento personalizado para concursos públicos e exames

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