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Como fazer redação para concurso?

Você sabe como fazer redação para concurso? Se a prova objetiva já deixa muitos candidatos nervosos, a redação e as provas discursivas podem ser motivos ainda maiores de aflição.

Não basta saber o conteúdo para marcar certo ou errado ou selecionar a alternativa correta. Também é preciso expressar seu conhecimento sobre o assunto, em um texto claro e objetivo,

Por isso, conversamos com o professor especialista em questões discursivas, Leonardo Murga, e a professora de redação para concurso, Vivian Barros.

Falamos ainda com os professores Diogo Alves, do Gran Cursos Online, Sidney Martins, do Focus, e Giancarla Bombonato, do Alfacon, sobre como as bancas Cebraspe, FGV, FCC, Instituto AOCP e Vunesp costumam cobrar a redação.

Se a prova objetiva já deixa muitos candidatos nervosos, a redação e as provas discursivas podem ser motivos ainda maiores de aflição

Para fazer uma boa redação, é preciso dominas os tipos expositivo-argumentativo e expositivo-informativo, segundo a professora Vivian Barros (Foto: Freepik)

Como fazer uma boa redação de concurso? 

A professora Vivian Barros, que fala sobre redação para concurso no Gabaritando Provas Discursivas, da Folha Dirigida, explica em uma boa redação, o candidato precisa dominar dois tipos de tema: expositivo-argumentativo e expositivo-informativo.

No primeiro caso, o candidato defende uma ideia, ou seja, um ponto de vista, com base em argumentos. Em seguida, deve apresentá-los nos parágrafos de desenvolvimento.

Já no segundo caso, o candidato precisa expor o seu conhecimento sobre determinado tema e não há defesa do ponto de vista.

Para escrever uma boa redação, é preciso ler e treinar muito.

Manter-se atualizado por meio da leitura de artigos e textos diversos é fundamental para construir repertório interessante de argumentos, afirma Vivian Barros.

Treinar a escrita é fundamental. É assim que o candidato perceberá aspectos da prova de redação que são ignorados muitas vezes.

É o caso de fatores como a legibilidade (escrever com letra legível) e o tempo de prova (fazer a prova de redação no tempo certo).

Vivian Barros alerta que, atualmente, são poucos concursos que não cobram redação, principalmente para cargos de nível superior. Por outro, para nível médio é uma tendência.

Como treinar redação para concurso?

Não existe estratégia melhor do que fazer provas anteriores, que podem ser acessadas nos sites das bancas organizadoras.

Estudar dessa forma ajudará o candidato a conhecer o perfil da organizadora, além de possíveis temas da prova.

Para desenvolver bem o tema da redação, com texto expositivo-argumentativo, é preciso investir em:

  1. Boa argumentação
  2. Exposição dos argumentos
  3. Fundamentação deles

Para cada nível escolar, a redação costuma ser da seguinte forma:

Nível fundamental

Concursos de nível fundamental não costumam cobrar redação. Mas, se esse for o caso, a estratégia é investir na leitura de temas de Atualidades.

Nível médio

Os temas sobre Atualidades são os que mais aparecem. Por isso é tão importante se manter bem informado!

Nível superior

Além de Atualidades, aqui também podem ser cobrados temas de natureza técnica ou conhecimentos específicos relacionados ao exercício do cargo. Novamente, atenção ao edital anterior.

Redação nas bancas

Redação Cebraspe: o que você precisa saber

O professor Sidney Martins explica que o candidato deve interpretar o que está sendo pedido ao fazer uma redação do Cebraspe. Assim, poderá desenvolver seu raciocínio.

Os temas de redação são concretos e baseados em assuntos mais “palpáveis”, do cotidiano. Um exemplo foi uma prova da banca que falou sobre a questão do porte de armas.

Neste caso, o candidato pode usar dados para a sua argumentação, como estatísticas e pesquisas.

A professora Giancarla Bombonato exemplifica, dizendo que quando se trata de cargos de nível superior, a banca costuma cobrar Atualidades do Brasil e do mundo. Para cargos de formação específica, a banca pede textos técnicos.

Como as propostas são feitas em tópicos, ela aconselha dividir os parágrafos do texto entre cada tópico. Segundo Bombonato, a correção da redação ou da questão discursiva é feita com base em cada ponto.

Principais assuntos de Atualidades na redação do Cebraspe

O professor Diogo Alves, coordenador do projeto Redação Sob Medida, do Gran Cursos Online, também indica usar um parágrafo para cada tópico.

Ele afirma que, nos temas de Atualidades, aparecem assuntos como:

  • Meio ambiente
  • Desenvolvimento sustentável
  • Questões internacionais relacionadas a conflitos entre nações
  • Guerra econômica entre Estados Unidos e China ou Coréia do Norte e Estados Unidos
  • Conflitos armados
  • Guerra civil na Síria

Diogo Alves considera a estrutura mais flexível, sem introdução e conclusão, embora o candidato possa colocar se quiser.

Para a banca, o desenvolvimento dos tópicos é tão importante que corresponde a até 95% da nota. Os outros 5% são referentes à estética, ou seja, à apresentação do texto, avaliando os seguintes aspectos:

  • Respeito às margens
  • Legibilidade
  • Indicação de parágrafos
  • Organização das ideias no texto

Exemplos e contextualizações dentro do tema também são bem vistos pela banca, além de um breve encerramento em cada tópico.

Redação FGV: descubra como fazer

A Fundação Getulio Vargas (FGV) pede textos dissertativo-argumentativos entre 20 e 30 linhas. Os critérios de cobrança, segundo o professor Sidney Martins, são:

  • Tema e estrutura
  • Articulação e argumentação
  • Correção gramatical
  • Adequação vocabular

Diferentemente do Cebraspe, os temas podem ter assuntos de grande relevância para a sociedade, mas não necessariamente relacionados a Atualidades.

O professor Diogo Alves exemplifica com assuntos como aborto, política e sustentabilidade.

Uma dica é sempre deixar explícito um posicionamento já no primeiro parágrafo e esclarecê-lo no decorrer da redação, afirma a professora Giancarla Bombonato do Alfacon.

Diogo Alves lembra de uma prova da FGV que a banca trouxe dez temas para o candidato escolher entre um para escrever. Essa escolha faz com que a banca seja mais tranquila.

Em outras ocasiões, a banca também sugeriu análise de uma situação hipotética com um estudo de caso. Nesses casos, o edital já adianta que o tema será um estudo de caso ou análise de situação hipotética.

O candidato, nessas ocasiões, deve ter domínio técnico de acordo com seu cargo e mostrar para o examinador que entende do tema.

Ao contrário do Cebraspe, é necessário que o texto tenha introdução e conclusão.

Já para as questões discursivas, a professora Giancarla também explica que a banca exige um conhecimento teórico sobre um assunto ou disciplinas específicas.

Mantenha-se sempre fiel à proposta, inclusive na ordem dos tópicos.

Redação FCC: como fazer seu texto

Os temas da Fundação Carlos Chagas (FCC) são mais sobre questões filosóficas, de acordo com o professor Sidney Martins.

A partir do trecho apresentado pela banca na prova, o candidato precisa desenvolver o tema e relacionar com fatos contemporâneos.

A professora Giancarla Bombonato considera os temas difíceis, com assuntos um pouco abstratos. Uma proposta já cobrada, por exemplo, foi “O medo e a inveja em uma sociedade segmentada”.

Já o professor Diogo Alves lembra de outros temas que já caíram, como “Abertura do foco para além do campo de visão do especialista”, “A digitalização do escrito na era digital” e “A privacidade como mercadoria”, este último cobrado na prova do TRE-SP.

Giancarla Bombonato explica que, para escrever um bom texto, é preciso:

  • Interpretar a proposta
  • Estabelecer um posicionamento sobre o assunto
  • Buscar argumentos de grande relevância para justificar um ponto de vista

A professora indica também dar exemplos que complementem o argumento, com o objetivo de sair da “abstração” do tema.

Outra dica é fazer um levantamento de ideias e de setores da sociedade que podem estar relacionados ao assunto, como economia, política, educação, saúde, entre outros.

O professor Sidney, por sua vez, aconselha ter foco em interpretar o tema na introdução, não citando argumentos ou ideias diferentes do assunto cobrado.

Como é a avaliação da redação da FCC?

O professor Diogo Alves explica a divisão em três partes:

  • Conteúdo: conhecimento do tema
  • Estrutura: início, meio e fim, organização dos parágrafos, coesão e coerência
  • Expressão: cumprimento da norma padrão

Geralmente, a divisão da nota fica em 40% para conteúdo, 30% para estrutura e os outros 30% para expressão, totalizando 100%.

É muito importante conhecer bem a estrutura dissertativo-argumentativa – introdução, desenvolvimento e conclusão.

Outro detalhe é que, muitas vezes, a banca não deixa o tema muito claro. Através de coletâneas de textos, pedem que o candidato, a partir dessas leituras, pegue o tema principal e produza sua redação.

Redação do Instituto AOCP: confira dicas

Segundo o professor Sidney Martins, o Instituto AOCP costuma cobrar textos argumentativos relacionados a temas contemporâneos. Uma particularidade da banca é a “mão pesada” na correção da redação em cima da gramática.

Por isso, fique atento ao domínio do Português. Tenha um bom conhecimento de assuntos como:

  • Crase
  • Pontuação
  • Regência verbal
  • Concordância nominal

Outra característica da banca é ter assuntos bem variados, não necessariamente relacionados a notícias ou fatos. São temas de grande relevância para a sociedade ou que geram muitas discussões e diferentes pontos de vista.

O candidato precisa apresentar um posicionamento, mas sem ser radical. Para isso, entender o recorte temático é fundamental.

A professora Giancarla Bombonato exemplifica com um tema já cobrado pela banca: “A busca por reconhecimento pessoal na sociedade contemporânea: causas e consequências”.

Nesse caso, era importante o candidato deixar bem claro quais eram as causas e as consequências. Não apenas citá-las, mas explicar de maneira clara.

O professor Diogo Alves considera o Instituto AOCP uma banca mais tranquila, que cobra temas de acordo com o exercício do cargo. Portanto, mais específicos e menos relacionados a Atualidades.

Redação para carreiras policiais no Instituto AOCP

Para carreira policiais, por exemplo, os temas podem ser sobre o estatuto do desarmamento, posse e porte de armas, comércio ilícito e tráfico de drogas e inquérito policial.

A estrutura de introdução, desenvolvimento e conclusão repete-se aqui, mas Diogo já viu provas do Instituto AOCP cobrando enumeração de questões.

Por exemplo: a banca coloca cinco itens e pede que o candidato responda em uma estrutura dissertativa.

Se no primeiro item é pedido um conceito de inviabilidade domiciliar, o candidato utilizar a Constituição Federal como base: vai explicar o que é, os casos previstos por lei…

O padrão de resposta é uma redação modelo, algo que o Cebraspe também faz. Isso faz com que ela seja mais objetiva, o que o professor Diogo considera positivo para entender o padrão da banca.

A banca valoriza a persuasão e, conforme o professor Sidney Martins também explicou, o domínio da ortografia, além do conhecimento do tema, mais relacionado à parte específica.

Redação para Vunesp: saiba mais detalhes

Na maior parte das vezes, a Vunesp também pede textos dissertativos. Ao contrário da FCC, são temas concretos. O professor Sidney Martins lembra que, em 2018, por exemplo, também falou sobre porte de armas.

“A exemplo desse ano, o candidato podia contar com dados concretos para a sua argumentação, como estatísticas e pesquisa”, explica.

Segundo a professora Giancarla Bombonato, o tema pode até estar relacionado ao cargo, mas este não é um padrão para a banca. Por isso, o indicado é treinar diversos temas antes de fazer a prova.

Assuntos que costumam ser de interesse para a sociedade, mas não necessariamente um fato, um assunto do presente, podem aparecer.

Se a proposta pede que sejam discutidos os desafios da violência urbana, é preciso que o candidato exemplifique os desafios e justifique porque são desafios.

Assim como para as outras bancas, mantém-se a estrutura de introdução, desenvolvimento e conclusão. O professor Diogo Alves aconselha que os alunos estruturem o texto em no mínimo 25 linhas para o máximo de 30.

Como é a avaliação na Vunesp?

Outro requisito da banca é a coesão e coerência. A avaliação é feita com base em requisitos como:

  • Tema
  • Estrutura (gênero, tipo de texto e coerência)
  • Expressão

Se o candidato foge do tema proposto pela banca, a redação já é zerada. Textos muito curtos também são penalizados.

A estrutura é a do texto dissertativo. Já na expressão, avaliam recursos coesivos da língua como:

  • Anáforas
  • Catáforas
  • Repetições
  • Substituições
  • Conjunções
  • Retomadas em relação a tempos anteriores
  • Referências a termos posteriores
  • Ligação entre períodos por meio das conjunções

Tenha também atenção quanto ao vocabulário. Evite termos muito rebuscados e difíceis.

“Uma linguagem ‘simples’, dentro da norma culta, que cumpra com os requisitos da banca”, define o professor Diogo.

Se forem temas relacionados à parte técnica, a regra não vale para termos da área.

Outra particularidade da Vunesp é que uma mesma redação é corrigida por dois avaliadores diferentes e independentes. Quando há discordância entre as notas, o texto é reavaliado por um terceiro examinador.

Como fazer provas discursivas de concurso?

O professor Leonardo Murga considera que há quatro formas básicas de cobrança de provas discursivas:

  • Dissertações
  • Questões
  • Estudo de caso
  • Peça técnica

As dissertações são divididas entre dissertação-explicativa e dissertação-argumentativa.

As questões discursivas são como dissertações, só que com menos linhas.

Há ainda os estudos de caso, que não deixam de ser dissertações aplicadas a um caso concreto. A banca pode sinalizar no edital que cobrará um estudo de caso ou não.

Isso também abre a possibilidade para que as provas tenham questões tratando de situações hipotéticas, ou seja, estudos de caso simplificados.

As peças técnicas variam de acordo com o cargo. Uma peça técnica de um Tribunal de Contas, por exemplo, será feita por algum servidor ou alguma autoridade, como um procurador. Nos concursos da Área Fiscal, as peças técnicas serão voltadas para o seu trabalho diário.

Provas Discursivas

Para fazer uma boa prova discursiva, o professor Murga diz que é fundamental que o candidato faça um bom curso de discursivas e peças técnicas. O treino também nunca pode parar.

O treinamento é simular as provas dentro do processo de estudos. A dica é praticar escrevendo à mão, em papéis timbrados, com a mesma caneta do dia da prova.

Estar consciente sobre como cada banca faz a cobrança também é uma peça chave para se sair bem.

Como estudar para questões discursivas de concurso?

Assim como no caso da redação, boa parte dos concursos de nível superior cobram questões discursivas. Para nível médio, é uma tendência que cresce cada vez mais.

Na realidade, é muito difícil saber de um concurso atual que não cobre prova discursiva. Isso é muito mais raro e passou a ser, nesse momento do tempo, a exceção, afirma Leonardo Murga.

Antigamente, concursos de nível médio não costumavam ter questões discursivas, mas de dez anos para cá, a regra é ter prova discursiva.

Para estudar para a prova discursiva, Leo Murga recomenda procurar um bom curso e treinar muito com tempo cronometrado. Ah, não esqueça de fazer questões à mão em vez de usar editores de texto.

O editor de texto faz correções gramaticais e pode esconder uma série de problemas que você pode ter. Falando nisso, o conhecimento das regras da Língua Portuguesa também é determinante na pontuação.

Outro ponto interessante e pouco pensado em termos de boa preparação é que quanto mais você escreve, mais a sua mão tende a doer.

Escrever bastante no treino criará resistência física para evitar possíveis dores na hora da prova.

Como desenvolver bem as questões discursivas?

O professor de discursivas Leonardo Murga costuma ensinar aos seus alunos o chamado padrão clássico de discurso. É um padrão simplificado que ajuda a ter uma noção de melhor de encadeamento lógico para o texto, inventado na Grécia Antiga.

O futuro servidor aprende não uma receita de bolo, mas uma lógica por trás de como escrever. A partir daí, consegue aplicar o método em qualquer concurso que for fazer.

Em suas aulas, Leo Murga ensina os candidatos a fazer tópicos frasais e demonstrar relações de causa e consequência dentro dos parágrafos de desenvolvimento, por exemplo.

Essa técnica serve não apenas para questões discursivas ou peças técnicas, mas para qualquer uma das quatro formas básicas de enunciados discursivos nas provas de concurso.

O que é Redação Oficial em concurso?

A Redação Oficial é diferente dos textos expositivo-argumentativo e expositivo-informativo. Ela tem natureza normativa e serve para guiar a construção de textos oficiais.

De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a Redação Oficial “é a maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos e comunicações”.

Ele traz uma série de documentos usados nas comunicações oficiais, como memorandos e ofícios, que os servidores públicos usam no dia a dia de trabalho.

O estudo do Manual só é relevante quando o concurso o pede especificamente no edital.

Aspectos da Redação Oficial podem cair na prova objetiva de Língua Portuguesa, geralmente como o último item do edital. O professor Leo Murga explica que há algumas exceções.

Redação Oficial

Quais concursos cobram Redação Oficial?

O concurso do Senado já trouxe algumas vezes o Manual de Redação da Presidência da República – tanto como o manual de redação do próprio Senado Federal -, de forma que o candidato teve que estudar os dois. Em essência, eles são iguais.

O mesmo aconteceu no concurso do Tribunal de Contas do Distrito Federal. No concurso do TC DF, a leitura do manual é muito importante, já que as peças técnicas costumam ser cobradas dentro dos termos do Manual de Redação Oficial.

O candidato usa, na peça técnica, alguns detalhes específicos relacionados ao cotidiano do tribunal, como a numeração dos parágrafos e a forma como os encaminhamentos são estruturados, por exemplo.

Raramente pode acontecer de ter uma questão discursiva sobre Redação Oficial, mas já ocorreu na prova de nível médio da Câmara Legislativa do Distrito Federal.

Na prova, os candidatos reproduziram um desses documentos. Nesse caso, o próprio edital adiantou que teria cobrança do assunto em questões discursivas.

Fora raríssimas exceções, a Redação Oficial não deve ser de grande preocupação do candidato em questões discursivas.

Quais são os temas mais cobrados de Redação Oficial?

Entre os assuntos mais cobrados, estão expressões e formas de tratamento adequadas.

A Redação Oficial costuma aparecer em concursos dos Poderes Judiciário e Legislativo, independentemente do cargo. Segundo o professor Leonardo Murga, pode cair também em concursos do Poder Executivo Federal.

Ele destaca alguns cargos como Administrativos, mas a única forma de realmente saber isso é com a análise do edital anterior do concurso.

O professor afirma que também não é um assunto difícil, pois não varia muito e não demanda tanto tempo de estudo.

Você ainda tem dúvidas de como fazer redação? Esses conteúdos de Língua Portuguesa podem ajudar:

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2 Resultados

  1. Incrível artigo!

    Hoje um leitor me perguntou quando é que o candidato deve começar a treinar redação… minha resposta foi que ele deve começar hoje e manter uma boa frequência até o dia em que for aprovado no concurso que deseja. Além de saber fazer cada tipo de redação, o aluno precisa fazer isso com segurança e agilidade; isso exige uma certa constância na prática. Não precisa ficar obcecado; basta treinar com uma boa frequência e ao longo dos meses (se possível, sendo corrigido por um bom professor).

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