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Como é o Português da FGV?

A Fundação Getulio Vargas é uma das mais importantes e conhecidas bancas de concurso. Mas, quando se fala no Português da FGV, muitos candidatos ficam de cabelo em pé.

Segundo a professora Luciane Sartori, até 2018, a banca era muito conhecida por textos bem longos.

Além das questões pesadas de interpretação e vocabulário, na parte de Gramática também havia enunciados abordando a sintaxe, especialmente os períodos compostos.

Porém, nos últimos anos, a FGV mudou muito o seu perfil. A professora explicou quais foram as mudanças e os assuntos que vêm aparecendo mais nas provas da banca. Confira!

Português da FGV: Gramática

Apesar de já não utilizar mais textos gigantescos, a parte de compreensão e interpretação continuam sendo as principais da prova. A professora Luciane destaca que, entretanto, uma é diferente da outra.

Enquanto a compreensão diz respeito a entender o que está escrito, a interpretação vai um pouco mais além. Trata-se de entender o que está por trás das palavras, nas entrelinhas.

Isso não significa que a Gramática não cai mais. Pelo contrário. É preciso estudar toda a parte gramatical porque, ao contrário do que pode acontecer com outras disciplinas, não dá para prever o que vai aparecer na prova.

Ainda que não sejam cobrados com tanta profundidade, assuntos como esses continuam sendo tema de prova:

  • Verbos
  • Concordância
  • Regência
  • Acento indicativo de crase
  • Pontuação
  • Conjunções
  • Pronomes relativos e demonstrativos

Inclusive, a FGV pode amarrar as questões de Gramática com as de interpretação de texto.

“Você tem que estudar a gramática não decorando regras em especial, mas entendendo as estruturas gramaticais”, resume a professora.

A dica é, em vez de decorar as regras, saber como funciona cada conceito e como ele se aplica.

Por isso é importante estudar a Gramática seca para entendê-la na estrutura do texto. Assim, compreendendo-a como uma ferramenta da interpretação.

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Português da FGV: Interpretação

Sem dúvida, a parte mais importante da prova de Português da Fundação Getulio Vargas é a interpretação de texto. O que exige muito treino com provas anteriores, além de estudar a parte teórica e fazer exercícios de fixação.

Para essa parte da prova, os assuntos que podem ser cair e devem ter mais atenção são:

  • Tipos de texto: narrativo, descritivo, dissertativo, injuntivo, institucional ou conversacional
  • Gêneros textuais: entender a estrutura do texto, finalidade e objetivo. Por exemplo, uma propaganda tem como objetivo vender uma ideia ou um produto
  • Todos os elementos da textualidade, mas em especial coesão e coerência.
    • A coesão é todo mecanismo que existe para associar uma parte do texto com a outra: uma palavra com a outra, uma frase com a outra, um período com o outro, um parágrafo com o outro e por aí vai.
    • Já a coerência é a relação lógica entre as ideias para que uma ideia maior aconteça
  • Toda parte de estrutura dissertativa: estrutura padrão, dedução, indução, progressão discursiva, como se monta um argumento, que vai se basear no silogismo lógico aristotélico.
  • Raciocínios de conclusão, consequência, inferência e ideias implícitas (pressupostos e subentendidos), a partir de uma determinada situação.

Não esqueça de estudar sempre o que vem no conteúdo programático do seu edital.

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