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Palestrão Segurança RJ: a vez delas na Polícia

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Ser delegado é só para homens? O cenário atual mostra que não é bem assim. O número de mulheres aprovadas em concursos policiais, certamente, é maior do que era há anos. E entre este cargo isso não é diferente.

Um exemplo disso é a Thaianne Moraes, delegada da Polícia Civil do Rio de Janeiro, vice-presidente e professora da Faepol, que desde nova sonhou em fazer carreira na área Criminal.

Em sua jornada, passou por alguns desafios dentro da corporação, mas nada disso a impediu de seguir na profissão que escolheu.

Para falar mais sobre a sua trajetória e os desafios que encontrou em sua caminhada, ela estará presente como palestrante convidada do Palestrão Futuro Servidor – Carreiras da Segurança (Edição RJ), evento que será realizado no dia 25 de janeiro de 2020, um sábado, no Rio de Janeiro.

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Thaianne Moraes é delegada da Polícia Civil e sempre sonhou em seguir a carreira pública

Da faculdade de Direito para a aprovação na Polícia Civil do RJ

Desde que iniciou a graduação em Direito, Thaianne Moraes sempre fez concursos. O primeiro foi de monitora, no qual concorreu por apenas uma vaga e foi aprovada.

Esse foi o começo de uma trilha de sucessivas aprovações.

Ainda como estudante, passou também no concurso para estagiária oficial do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ).

No décimo período do curso, veio a aprovação na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Três meses após a OAB, a advogada começou a ter seu caminho direcionado à Segurança Pública. Primeiro, foi aprovada para inspetora da PCERJ.

No ano seguinte, passou de fase no concurso para delegado da mesma corporação, porém foi reprovada na prova discursiva.

Mas engana-se quem acha que Thaianne desistiu. Nesse momento, a troca de informações com outros futuros servidores foi fundamental nesse processo.

“Após esta reprovação, segui firme na preparação, corrigindo os erros de estratégia. Através da troca de experiências, podemos aprender com o erro do outro e ajustar a caminhada sem precisar pagar o preço de uma reprovação”, explica Moraes.

No concurso seguinte, chegou a tão aguardada aprovação como delegada da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro.

Leia também: Mapas mentais para concursos

Carreira sólida como delegada e professora

Além da carreira como policial, a delegada, assim como muitos profissionais da sua área, também se dedica ao meio acadêmico.

Especialista em Direito Público, dedica-se também ao Direito Constitucional e Administrativo, e divide suas horas entre a corporação e a sala de aula na Faepol.

Por isso, acredita que a troca de experiências que possui nos dois lugares é essencial para os obstáculos que surgem no cotidiano.

O desafio de ser mulher em um cargo policial

Por estar em uma carreira majoritariamente ocupada por homens, o desafio torna-se ainda maior. Para a delegada da PCERJ, é preciso saber se impor e também reconhecer seu papel de trazer uma visão diferente no meio.

“Por ser uma carreira marcadamente ocupada por homens, é maravilhosa e ao mesmo tempo desafiadora essa calibragem da mulher na polícia. A necessidade de se impor diante de abusos e preconceitos, contraposta àquele tino investigativo feminino, que não deixa escapar sutilezas importantes para a solução do caso”, comenta a professora de Direito.

No painel “Mulheres na Segurança: quais os desafios da carreira?”, Thaianne Moraes trará mais detalhes sobre sua carreira e os desafios de ser uma mulher em um cargo na Segurança Pública.

Quer saber mais sobre?

No dia 25 de janeiro, Thaianne estará no Palestrão Futuro Servidor – Carreiras da Segurança (Edição RJ)!

 


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