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Ortografia gráfica

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Definição

É o emprego correto das letras e das consoantes para a formação de uma palavra, regulado, fundamentalmente, pela etimologia e por particularidades da história das palavras, estabelecendo, assim, variadíssimas grafias.

Alfabeto

Aa Bb Cc Dd Ee Ff Gg Hh Ii Jj Kk Ll Mm Nn Oo Pp Qq Rr Ss Tt Uu Vv Ww Xx Yy Zz
É composto por 26 letras, as letras k, w e y são utilizadas bastantes em siglas e unidades de medidas, em palavras estrangeiras e em antropônimos e topônimos estrangeiros (nomes de pessoas e nomes de lugares, respectivamente).
Exemplos: Km (quilômetro), Kg (quilograma), kung fu, yin, yang, playground, Washington, Darwin, Kant, Byron etc.

Regras ortográficas

Quantas vezes na vida ficamos em dúvida se devemos escrever com E ou I, O ou U, C ou Ç, G ou J, H ou sem H, S ou Z, SS ou SC, X ou CH? Então, vamos a algumas regras para melhor compreender o assunto e sanar as dúvidas.
Emprego da Letra E

  • Utiliza-se em verbos terminados em –air, –oar, –uar e –uir. Ex: caem, perdoem, possuem
  • Utiliza-se em verbos terminados em –ir (Na 2ª a e na 3ª do singular e na 3ª do plural do presente do indicativo). Ex: o verbo partir.
  • Utiliza-se ditongos nasais –ãe (s) e –õe (s). Ex: aldeães, capitães, mãe, vilões
  • Utiliza-se em palavras com o prefixo ante-. Ex: antebraço, antevéspera

Observação: diferente de “anti-”, que indica contrariedade.

  • Utiliza-se em palavras com o prefixo des-. Ex: desfavorável, desleal, desmembrar, desfigurar
  • Utiliza-se em substantivos terminados em –dade formados de adjetivos terminados em -io: Ex: sério -> seriedade; contrário -> contrariedade; arbitrário -> arbitrariedade; solidário -> solidariedade

 
Emprego da Letra I

  • Utiliza-se na 2º e na 3º pessoa (singular do presente do indicativo) dos verbos terminados em –air, –oer e –uir. Ex: atrais, atrai, corróis, corrói
  • Utiliza-se nos adjetivos e substantivos derivados formados pelos sufixos -iano e -iense antes da sílaba tônica: Ex: Acre -> acriano e Açores -> açoriano/açoriense.
  • Utiliza-se em palavras iniciadas pelo prefixo anti-: Ex: antídoto, antipatia, antiabortivo, antiofídico, anti-infeccioso
  • Utiliza-se em palavras terminadas em –eo, troca-se a letra O por I antes do sufixo –dade:
    Ex: espontâneo > espontaneidade; contemporâneo > contemporaneidade; instantâneo > instantaneidade…

 
Emprego da Letra C
O C, seguido de E e I, tem som de Ç ou SS. Por isso, normalmente, confunde-se a grafia de palavras escritas com C, Ç ou SS.

  • Em vocábulos de origem indígena, africana ou árabe: cipó, cacimba, Piracicaba,

piracema, Araci, cacique, alface, acicate, acéquia, ceifa, cetim…

  • Em palavras derivadas de vocábulos terminados em -te/-to: marte > marcial, marciano; torto > torcer…
  • Depois de ditongos: foice, fauce, coice, beicinho (de beiço), loucinha (de louça), boucelo…
  • Com as terminações -ecer e -encer: empalidecer, entardecer, amanhecer, convencer, pertencer, vencer…

 
Emprego do Ç
Antes de tudo, não se usa Ç antes de E e I, apenas antes de A, O e U.

  • Em palavras de origem indígena, africana, árabe, italiana, francesa e exótica: cachaça, açaí, açucena, açúcar, muçarela (ou mozarela), Juçara, Moçambique, maçom, miçanga, muçum… Incluem-se nesta regra os sufixos -guaçu, -açu: Paraguaçu, capim-açu
  • Em palavras com to no radical: ação (de ato), atenção (de atento), isenção (de isento), intenção (de intento), direção (de direto), exceção (de exceto), correção (de correto)…
  • Em palavras derivadas de vocábulos terminados em -tar/-tor (principalmente): adoção (de adotar), infração (de infrator), tração (de trator), redação (de redator), seção (de setor), deserção (de desertor), produção (de produtor), redução (de redutor)…
  • Em substantivos e adjetivos advindos do verbo ter (e derivados): detenção (de deter), retenção (de reter), contenção (de conter), abstenção (de abster)…
  • Em sufixos -aça, -aço, -ção, -çar, -iça, -iço, -nça, -uça, -uço: barcaça, ricaço, armação, aguçar, carniça, sumiço, fiança, convalescença, dentuça, dentuço…
  • Atente-se a palavras derivadas de verbos dos quais se retira a desinência r e coloca-se o sufixo ção: reeducação (de reeducar), importação (de importar), repartição (repartir), partição (de partir), fundição (de fundir)…
  • Em palavras derivadas de vocábulos terminados em -tivo : introspecção (de

introspectivo), relação (de relativo), ação (de ativo), intuição (de intuitivo)…

  • Após ditongos: feição, louça, eleição, traição, caiçara, precaução, arcabouço…

 
Emprego da Letra G
A letra G, antes de E e I, pode se confundir com a letra J, às vezes.
Usa-se a letra G:

  • Em palavras de origem estrangeira: álgebra, ginete, algema, agiota, herege, sargento, ágio, doge, gengibre, geleia, gim…
  • Em palavras terminadas em -agem, -igem, -ugem; -ege, -oge; -ágio, -égio, -ígio, -ógio -úgio: garagem, fuligem, penugem; herege, doge; naufrágio, colégio, vestígio,

relógio, refúgio…
Exceções: laje (ou lajem), paje (ou pajem), lambujem. Além da palavra viagem (substantivo: Fizeste boa viagem?) e viajem (verbo: Talvez eles viajem hoje.).

  • Em verbos terminados em -ger e -gir: eleger, reger, fingir, fugir…
  • Nos vocábulos gerir, gestão e derivados: digerir, digestivo, ingestão, sugerir, sugestão,sugestivo…
  • Em palavras iniciadas por A: agente, agência, agendar, agitar, ágio…

Exceções: verbos formados de substantivos que já apresentam J no radical: ajeitar (de jeito), ajesuitar (de jesuíta)…

  • Em palavras derivadas de outras que já apresentam G: afugentar (de fugir), rigidez (derígido), gelado (de gelo)…

 

Emprego da Letra J

Regra gera: Usa-se o J seguido de qualquer vogal.

  • Em palavras de origem indígena, africana, árabe ou exótica: beiju, jirau, jerimum, jequitibá, jiboia, mujique, manjericão, jiu-jítsu…
  • Em palavras derivadas de outras que já são, na sua formação, escritas com J: canjica (de canja); encoraje, encorajem (do verbo encorajar); laranjeira,

laranjinha (de laranja); lojista (de loja); lajedo (de laje); rijeza…

  • Em verbos terminados em -jar/-jear; por exemplo, viajar e granjear: viajo, granjeamos,

Observação: OJERIZA é muito comum em provas, e é com J que se escreve.
 
Emprego da Letra H
A letra H não representa som algum, por isso, ela é considerada consoante muda.
Usa-se:

  • Iniciando algumas palavras de origem latina, grega ou inglesa:habitar, heavy-metal, headfone, hiato, hipótese, hérnia…
  • Como letra diacrítica (aquela que não é pronunciada) nos dígrafos CH, LH, NH: chave, olhar, sonho…
  • No fim de algumas interjeições: ah!, eh!, ih!, oh!, uh!, hein!…
  • Após hífen nas palavras derivadas por prefixação ou nas compostas por justaposição: sobre-humano, super-homem, anti-higiênico, pré-histórico, giga-hertz, neo-hebraico, pseudo-hermafrodita, mini-hotel…
  • Em toda a conjugação do verbo haver: hei, hás, há, havemos/hemos, haveis, hão…
  • Por convenção, usa-se H ainda na palavra Bahia (o estado). Nos derivados, não há H: baiano, baianinha, baianidade…

 
Emprego da Letra S

  • Em substantivos correspondentes a verbos terminados com corr, d, nd, nt, pel, rg, rt no radical: concurso (de concorrer), discurso (discorrer), colisão (de colidir), alusão

(de aludir), defesa, defensivo (de defender), pretensão, pretensioso (de pretender), expulso, expulsão (de expelir), imersão (de imergir), conversão (de converter)…

  • Em adjetivos pátrios/gentílicos ou títulos de nobreza terminados em -ês(a) e -ense: rio-grandense, paranaense, camponês, japonês, pequinês, princesa, duquesa, milanesa (de Milão)
  • Nos sufixos nominais terminados em -oso(a) e -isa: gostoso, afetuoso, poetisa…;

Exceção: gozo e seus derivados.

  • Com som de Z, após ditongo: coisa, deusa, pausa, lousa, maisena, paisagem…
  • Na conjugação dos verbos pôr e querer, inclusive dos derivados do verbo pôr: quiser, pus, quis, pusemos, quisemos, interpusemos, propusestes…
  • Em substantivos terminados em ase, ese, ise, ose: frase, tese, crise, metamorfose, Exceções: deslize, gaze…
  • Nos verbos terminados em isar, se os nomes correspondentes tiverem S no radical: pesquisar (de pesquisa), paralisar (de paralisia), improvisar (de improviso)…

Exceções: catequizar (de catequese), batizar (de batismo), hipnotizar (de hipnose), sintetizar (de síntese).

  • O sufixo inho vem acompanhado de S quando ela fizer parte do radical da palavra

de origem (e com Z quando a palavra de origem não tiver o radical terminado em S): Luisinho (de Luís), mesinha (de mesa), lapisinho (de lápis)…; lugarzinho (de lugar), cafezinho (de café)…
 
Emprego do Dígrafo SS
Em verbos terminados em primir, meter, mitir, cutir, ceder, gredir, sediar: impressão
(de imprimir), promessa (de prometer), admissão (de admitir), percussão (de percutir),
excesso (de exceder), agressão (de agredir), obsessão (de obsediar)…

  • Prefixo terminado em vogal + palavra iniciada por S: assimétrico (a + simétrico),

ressurgir (re + surgir), autosserviço (auto + serviço),

  • Em todo o pretérito imperfeito do subjuntivo: fosse, fosses, fosse, fôssemos…

 
Emprego do Dígrafo SC
O dígrafo SC era usado em muitas palavras do latim. Elas sofreram algumas mudanças
ao longo dos séculos, mas o dígrafo foi conservado.
Exemplos: adolescência, crescente, fascículo, nascer, seiscentos…
 
Emprego do Dígrafo CH
As palavras que apresentam o dígrafo CH têm origens diversas: latim, francês, espanhol,
italiano, alemão, inglês, árabe etc.
Exemplo: chave, chassi, apetrecho, mochila, salsicha; chope, charuto, sanduíche; azeviche, chafariz, cherne….

  • Em palavras derivadas de cognatas (mesmo radical): chinelada (de chinelo), chifrada (de chifre), chaveiro (de chave), pichação (de piche)…
  • Em sufixos aumentativos ou diminutivos -acho, -achão, -icho, -ucho: bonachão, rabicho, papelucho, riacho, barbicha, gorducho…
  • Depois de -an, -en*, -in, -on, -un: anchova, gancho, encher, preencher, inchaço, pechincha, concha, ponche, funcho, escarafunchar…

Observação: Na maioria das palavras com -EN, usa-se X: enxame, enxada, enxergar, enxugar, desenxabido…
 
Emprego da Letra X

  • Depois de ditongo: caixa, peixe, frouxo, seixo, feixe…

Exceção: caucho, recauchutar, guache.

  • Depois da sílaba en: enxadrista, enxugar, enxovalhar, enxoval, enxofre,

desenxabido…
Exceção: enchente, encharcar, enchiqueirar, enchumaçar, enchova (ou anchova)...

  • Depois da sílaba me: mexerica, mexer, mexilhão, mexerica, mexeriqueiro…

Exceção: mecha (de cabelos) e derivados.

  • Na vasta maioria das palavras depois das sílabas bru, gra, la, li, lu: bruxa, graxa, laxante, lixa, lixo, luxo, luxação…
  • Em palavras de origem árabe, grega, latina, árabe, africana, espanhola, indígena,

inglesa etc.: Xerxes, rixa, taxar, xampu, Xangai, abacaxi, xingar, almoxarife, enxaqueca, xadrez, oxalá, lagartixa, xarope, xaveco, xerife, xeque-mate, xucro…

  • Em interjeições como: Xi!, Xô!

 
Emprego da Letra Z

  • No sufixo ez(a), em substantivos abstratos derivados de adjetivos: acidez (de ácido),

polidez (de polido), moleza (de mole), pobreza (de pobre), frieza (de frio)…

  • Em verbo terminado em izar derivado de palavra sem S no radical (e substantivo

derivado deste verbo, com sufixo ização) : amenizar, amenização (de ameno),
suavizar, suavização (de suave), concretizar, concretização (de concreto),
hospitalizar, hospitalização (de hospital)…

  • Em palavras terminadas em zado(a), zal, zeiro, zinho(a), zito: cafezal, cajazeiro, jardinzito, cãozito, cãozinho, raizinha, florzinha, sozinho…

Observação: Dependendo do do contexto, algumas palavras terminadas em (z)inho
podem ter dupla forma: colherzinha/colherinha; florzinha/florinha; homenzinho/hominho.

  • Na maioria dos verbos terminados em uzir, er ou ir: produzir, conduzir, reproduzir, deduzir, dizer, fazer, comprazer…

Emprego das Iniciais Maiúsculas ou Minúsculas

 
Utiliza-se inicial maiúscula:

  • No começo de um período, verso ou citação direta.

Disse o Padre Antônio Vieira: “Estar com Cristo em qualquer lugar, ainda
que seja no inferno, é estar no Paraíso”.
Auriverde pendão de minha terra, que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que à luz do sol encerra. As promessas divinas da Esperança…”.

  • Nos antropônimos (nomes de pessoas), reais ou fictícios

Pedro Silva, Cinderela, D. Quixote.

  • Nos topônimos (nomes de lugares), reais ou fictícios

Rio de Janeiro, França, Marrocos.

  • Nos nomes mitológicos.

Dionísio, Netuno.

  • Nos nomes de festas e festividades.

Natal, Páscoa, Ramadã.

  • Em siglas, símbolos ou abreviaturas internacionais.

ONU, Sr., V. Ex.a.

  • Nos nomes que designam altos conceitos religiosos, políticos ou nacionalistas.

Igreja (Católica, Apostólica, Romana), Estado, Nação, Pátria, União etc.
 
Emprego FACULTATIVO de letra maiúscula:

  • Nos nomes de logradouros públicos, templos e edifícios.

Rua da Liberdade ou rua da Liberdade.
Igreja do Rosário ou igreja do Rosário.
Utiliza-se inicial minúscula:

  • Em todos os vocábulos da língua, nos usos correntes.

carro, flor, boneca, menino, porta.

  • Nos nomes de meses, estações do ano e dias da semana.

janeiro, julho, dezembro etc.
segunda, sexta, domingo etc.
primavera, verão, outono, inverno

  • Nos pontos cardeais.

Percorri o país de norte a sul e de leste a oeste.
Também nos pontos colaterais: nordeste, noroeste, sudeste, sudoeste.
Observação: Caso sejam empregados em sua forma absoluta, eles serão grafados com letra maiúscula.
Nordeste (Região do Brasil).
Oriente (Ásia)

Emprego do hífen

O hífen é usado com várias finalidades em nossa ortografia, geralmente, sugerindo a ideia de união semântica, ou seja, união do sentido de duas ou mais palavras. O uso do hífen sofreu alterações com o Novo Acordo Ortográfico.
 

  • Na separação de sílabas.

Fi-lho;
Pa-ra-guai.

  • Para ligar pronomes oblíquos átonos a verbos e à palavra “eis”.

Deixa-o;
Obedecer-lhe;
Chamar-se-á (mesóclise);

  • Em substantivos compostos, construindo uma unidade semântica, um conceito único, diferente dos significados isolados.

amor-perfeito, arco-íris, conta-gotas, decreto-lei, guarda-chuva,
médico-cirurgião, norte-americano etc.

  • Em compostos que o primeiro elemento é numeral.

primeira-dama, primeiro-ministro, segundo-tenente, segunda-
feira, quinta-feira etc.

  • Em compostos homogêneos (com dois adjetivos, dois verbos ou elementos repetidos).

técnico-científico, luso-brasileiro; quebra-quebra, corre-corre,
reco-reco, blá-blá-blá etc.

  • Nos topônimos compostos iniciados pelos adjetivos grã, grão, ou por forma verbal ou elementos que estejam ligados por artigos.

Grã-Bretanha, Grão-Pará; Passa-Quatro, Quebra-Costas, Traga-Mouros, Trinca-Fortes; Albergaria-a-Velha, Baía de Todos-os-Santos, Entre-os-Rios, Montemor-o-Novo, Trás-os-Montes.
Observação: os outros topônimos compostos são escritos com os elementos separados, sem hífen: América do Sul, Belo Horizonte, Cabo Verde etc.

  • Emprega-se o hífen nas palavras compostas que designam espécies botânicas e zoológicas, estejam ou não ligadas por preposição ou qualquer outro elemento.

couve-flor, erva-doce, feijão-verde, erva-do-chá, ervilha-de-
cheiro, bem-me-quer (planta), andorinha-grande, formiga-branca, cobra-
d’água, lesma-de-conchinha, bem-te-vi etc.
Observação: não se usa o hífen quando os compostos que designam espécies botânicas e zoológicas são empregados fora de seu sentido original.
bico de papagaio (deformação nas vértebras).

  • Emprega-se o hífen nos compostos com os elementos além, aquém, recém e sem.

além-mar, aquém-fronteiras, recém-nascido, sem-vergonha.

  • Emprega-se hífen entre elementos que formam não uma palavra, mas um encadeamento vocabular.

A divisa Liberdade-Igualdade-Fraternidade;
A ponte Rio-Niterói;
A relação professor-aluno.

  • Nas formações por sufixação será empregado o hífen nos vocábulos terminados por sufixos de origem tupi-guarani que representam formas adjetivas, tais como -açu, -guaçu e -mirim, se o primeiro elemento acabar

em vogal acentuada graficamente, ou por tônica nasal.
Andá-açu, capim-açu, sabiá-guaçu, arumã-mirim, cajá-mirim etc.

  • Usa-se hífen com o elemento mal antes de vogal, h ou l.

mal-acabado, mal-estar, mal-humorado, mal-limpo.

  • Nas locuções NÃO se costuma empregar o hífen, salvo naquelas já consagradas pelo uso.

café com leite, cão de guarda, dia a dia, fim de semana, ponto e vírgula, tomara que caia.
Locuções consagradas: água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará, à queima-roupa.

  • hífen com prefixos:

São, basicamente, duas as regras para emprego do hífen com prefixos. Por via de regra, quando o segundo elemento iniciar por H: pré-história, super-homem, mal-humorado, mega-homenagem.
Quando as letras no fim do prefixo e no início da palavra forem iguais: anti-inflamatório (antes era sem hífen), micro-ondas (antes era sem hífen), hiper-realismo, sub-bairro.
Lembrando que esse assunto (hífen) não é muito comum em provas, logo, a atenção deve ser dada, principalmente, às discursivas e não tanto em decorar as regras. 
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