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Carreiras digitais: o que faz um analista de e-commerce

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As carreiras digitais estão em alta. Principalmente aquelas relacionadas ao comércio eletrônico. Mas você sabe o que faz um analista de e-commerce?

Antes de compartilhar com você o que é e as principais atribuições de um profissional do comércio virtual, é importante pontuar como o desenvolvimento das tecnologias digitais e, em consequência disso, a avalanche de novas lojas virtuais são determinantes para isso.

Recentemente, segundo dados da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), houve uma crescente de 35% do mercado de E-commerce.

Diante disso, o analista de e-commerce torna-se cada vez mais necessário. Afinal, é preciso entender muito bem sobre o meio para ter mais chances de sucesso no mundo online.

O que faz um analista de e-commerce

Diante do aumento do número de lojas online, o analista de e-commerce torna-se cada vez mais necessário (Foto: Freepik)

O que você vai encontrar nesse post?

O que um analista de e-commerce faz?

As responsabilidades do trabalho de um analista de e-commerce variam de acordo com a área que ele trabalha. Se o profissional for atuar com Performance, ele vai cuidar das campanhas e da análise delas.

Caso a área de atuação seja Atendimento ao Cliente, o profissional vai entender os problemas que acontecem dentro do e-commerce e auxiliar as demais áreas na busca de soluções.

De modo geral, o objetivo desse analista é entender o e-commerce de um modo 360º, ou seja, que consiga enxergar a área como um todo.

Por mais que ele seja especialista em alguma área, é preciso entender como funciona todo o processo de venda, pois suas atividades podem impactar outras áreas, como Mídia e Logística, por exemplo.

Quais são requisitos para um analista de e-commerce?

Para Gustavo Esteves, diretor acadêmico e sócio na Ecommerce RJ, o analista de e-commerce precisa saber sobre adquirente, meios de pagamentos, logística, logística reversa e direito do consumidor.

No dia a dia, esse profissional vai ser quase um braço do gerente, pois vai ter interação com diversas áreas. Por isso, é necessário estar imerso em como o negócio funciona como um todo.

O analista vai precisar conhecer os produtos que são comercializados pela empresa em que estiver trabalhando, até para pensar em ações específicas.

Por ser um cargo que atua diretamente com análise de resultados, o conhecimento em criação de planilhas e relatórios é fundamental.

O profissional precisa ter conhecimento sobre a área e, como não existe uma graduação em E-commerce, cursos de pós-graduação ou de extensão são importantes.

Entre os requisitos mais cobrados em uma vaga para esse cargo, estão os conhecimentos básicos em:

  • Marketing
  • Comercial
  • Logística
  • Processos administrativos
  • SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor)

Para conseguir se diferenciar dos outros profissionais, a experiência é um fator importante. No entanto, para quem nunca conseguiu trabalhar na área, o conhecimento vale muito.

Conhecimentos que um analista de e-commerce deve ter

Qual deve ser o perfil do analista de e-commerce?

O diretor da Ecommerce RJ explica que as pessoas acham que comprar em e-commerce ou entender sobre as vendas as tornam profissionais aptas a trabalhar na área. Porém, na realidade, os conhecimentos exigidos vão além disso.

Um bom analista de e-commerce precisa ter um perfil proativo e analítico. Esse profissional precisa analisar as informações de forma lógica e entender o que está acontecendo.

Por isso a necessidade de tantos conhecimentos em outras áreas. Como o profissional vai saber analisar um problema logístico se ele não entende nada de logística?

Qual curso fazer para analista de e-commerce?

Caso você queira se capacitar, Esteves indica fazer curso de extensão ou pós-graduação. No entanto, é preciso se atentar às diferenças de cada um.

A pós-graduação vai de ter uma visão 360º de toda a área, mas sem uma imersão. Caso essa seja a sua vontade, o curso de extensão poderá ajudar mais.

Na Ecommerce RJ, há uma formação para analista de e-commerce que ajuda a entender o 360º, mas, segundo o diretor acadêmico, o curso é “bem mão na massa”.

O mercado de E-commerce é promissor?

Gustavo Esteves afirma que, com o início do isolamento social, o Brasil registrou, em dois meses, a criação de um novo e-commerce por minuto.

Segundo o levantamento feito pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (Abcomm), entre 23 de março e 31 de maio, foram registrados 107 mil novos estabelecimentos na internet.

É possível abrir um e-commerce de forma rápida e sem gastar nenhum real. Mas, para manter essa loja virtual em funcionamento, é preciso contratar profissionais que entendam sobre.

Além disso, há muita oportunidade aberta, mas que não é preenchida por falta de profissionais capacitados.

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Há chances de crescimento profissional em E-commerce?

O crescimento profissional vai depender da área de atuação, mas, basicamente, o analista de e-commerce pode crescer para um cargo de coordenação ou gestão.

O analista também pode ser promovido para cargos de gestão em outras áreas dentro do e-commerce, como Mídia, SAC ou Logística.

Quanto ganha um analista de e-commerce?

De acordo com informações do Glassdoor, a média salarial de uma analista de e-commerce é de R$ 2.634 (dados de 12/06).

Dicas para quem quer ingressar na área de E-commerce

O principal conselho que o diretor acadêmico deixa é fazer cursos. Gustavo conta que passou por grandes empresas, e explica que se não tivesse o conhecimento básico sobre o assunto, o aprendizado que ganhou com a prática não seria benéfico.

“O meu conhecimento prévio de e-commerce fez com que o meu aprendizado dentro das empresas se tornasse um aprendizado mais acelerado, para que eu pudesse crescer”, relata Gustavo Esteves.

Outra dica do especialista para quem precisa ter uma primeira experiência, antes mesmo de consegui uma vaga na área, é trabalhar para amigos ou pequenos negócios. Mesmo que você não ganhe no início, faça para ganhar experiência.

“Como você vai ser um analista júnior se as pessoas não te dão oportunidade? Experiência você também pode criar e correr atrás de ter a sua própria”, conclui.


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