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[GUIA] Informática para Concursos: como estudar

Ver Informática no conteúdo programático em um dos concursos que você quer prestar pode ser assustador algumas vezes.

Afinal, pode ser que essa não seja sua área de formação e seus conhecimentos são os mais básicos possíveis.

Mesmo quando é explicado que será cobrado apenas um conteúdo básico, surge aquela dúvida do que é considerado básico pela banca.

Ver informática no conteúdo programático em um dos concursos que você quer prestar pode ser assustador algumas vezes

Segundo o professor, os conhecimentos básicos de Informática são aqueles que compreendem o hardware do computador (Foto: Freepik)

O que estudar em Informática para concursos?

Segundo o professor de Informática da Folha Cursos, Eduardo Benjamin, nas provas de Informática para concursos, bancas como Cebraspe e Vunesp delineiam seus editais de duas formas.

Quando o concurso é para cargos de nível médio, o conteúdo é o de Informática básica:

  • Conceitos básicos de hardware e software (para alguns cargos da Polícia Civil)
  • Pacote Office (Word, Excel e PowerPoint)
  • Pacote LibreOffice (Writer, Calc e Impress)
  • Internet
  • Correio Eletrônico
  • Proteção e Segurança dos Dados

Já para nível superior, esse cenário muda bastante. Isso porque é uma tendência as provas cobrarem alguns conhecimentos de TI. Além de linguagens de programação como Python, R e Javascript, ainda podem ser cobrados conteúdos como:

  • Banco de dados
  • Redes de computadores
  • Inteligência artificial
  • Aprendizado de máquina

Quais são os conhecimentos básicos de Informática?

De acordo com o professor, os conhecimentos básicos são aqueles que compreendem toda a parte de hardware do computador.

Ou seja, desde  o gabinete do computador (está errado chamá-lo de CPU!), passando pelo processador e os mais diversos periféricos como monitor, impressora e disco rígido.

Além disso, também é importante conhecer bem os editores de texto, como Word e Writer, planilhas eletrônicas (Excel e Calc) e softwares de apresentação (PowerPoint e Impress).

Da mesma forma, na hora de montar seus estudos de Informática para concurso, o candidato também não pode deixar de lado de os conceitos de Internet, correio eletrônico e segurança da informação.

Em quais concursos cai Informática?

Apenas os concursos para auditor-fiscal e analista da Receita Federal, auditor-fiscal do trabalho e Banco Central, na esfera federal, não cobraram Informática nos últimos concursos.

Por outro lado, a grande maioria já coloca a matéria no edital. Por exemplo:

  • MPU
  • INSS
  • Caixa Econômica Federal
  • Banco do Brasil
  • Tribunais (TCU, TRT, TER, TJ)

Na esfera estadual, a matéria costuma aparecer em certames das polícias civis, tribunais de conta, Detran e assembleias legislativas.

Por fim, nos concursos municipais, a Informática para concursos é cobrada para ingresso na Guarda Civil Metropolitana, nas câmara municipais, fiscal de renda do ISS, entre outras seleções.

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Como o tema Segurança é cobrado em Informática?

“Quando o assunto é segurança, o candidato deve estar atento desde os seus princípios básicos”, ressalta o professor. São eles:

  • Confidencialidade
  • Integridade
  • Disponibilidade
  • Autenticidade
  • Irretratabilidade ou não repúdio

Além disso, também é preciso atenção aos conhecimentos sobre malwares (software maliciosos), como:

  • Vírus
  • Cavalo de Tróia ou trojans
  • Worm
  • Bot ou robot
  • Spyware
  • Keylogger
  • Screenlogger
  • Adware
  • Backdoor
  • Ransomware
  • Rootkit 

Outro ponto importante são os ataques passivos e ativos. “Ataques passivos tem como objetivo descobrir ou utilizar informações do sistema, mas sem afetar seus recursos”, explica Eduardo Benjamin.

“Já um ataque ativo tem como objetivo alterar os recursos do sistema ou afetar suas operações.”

Por exemplo, o Sniffing é um tipo de ataque passivo. Ele pode acontecer quando o usuário utiliza uma rede de um restaurante ou cafeteria. O que acontece é uma monitoração do tráfego de rede usando um analisador de protocolo ou algum outro software de captura de pacotes.

Com isso, o atacante encontra uma maneira de ligar para a rede. Assim, começa a capturar o tráfego para posterior análise.

Já um ataque DDoS, também conhecido como ataque de negação de serviço, envia múltiplas solicitações para o recurso Web invadido com o objetivo de exceder a capacidade que o site tem de lidar com diversas solicitações.

Em outras palavras, ele impede o funcionamento correto do site e o derruba.

Como é cobrada Informática para concursos da área de Tribunais?

Nos concursos da área de Tribunais, por exemplo, o último edital para escrevente/técnico judiciário do Tribunal de Justiça de São Paulo cobrou a Informática básica.

Já o último edital para o Tribunal Regional do Trabalho (1ª região – RJ), organizado pelo Instituto AOCP, pediu em seu edital de Informática:

  • Conceitos e fundamentos básicos
  • Conhecimento e utilização dos principais softwares utilitários (compactadores de arquivos, chat, clientes de e-mails, reprodutores de vídeo, visualizadores de imagem, antivírus)
  • Identificação e manipulação de arquivos
  • Backup de arquivos
  • Conceitos básicos de Hardware (Placa mãe, memórias, processadores (CPU) e disco de armazenamento HDs, CDs e DVDs)
  • Periféricos de computadores
  • Ambientes operacionais: utilização dos sistemas operacionais Windows XP Profissional e Windows 7 e Windows 10
  • Utilização dos editores de texto (Microsoft Word e LibreOffice Writer
  • Uso dos editores de planilhas (Microsoft Excel e LibreOffice Calc)
  • Funcionamento do Microsoft PowerPoint e LibreOffice Impress
  • Utilização e configuração de e-mail no Microsoft Outlook
  • Conceitos de tecnologias relacionadas à Internet e Intranet, busca e pesquisa na Web, mecanismos de busca na Web
  • Navegadores de internet: Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome
  • Segurança na internet; vírus de computadores; Spyware; Malware; Phishing e Spam
  • Transferência de arquivos pela internet

Com editais bem enxutos, os concursos de Tribunais têm pedido itens como Windows, Word, Excel e Internet junto com correio eletrônico. Lembre-se sempre de verificar o edital atual e, caso não tenha saído, o edital anterior do seu concurso.

Portanto o candidato deve se preparar da melhor maneira possível. Estudar o máximo de conteúdo de Informática e ficar de olho no edital, ressalta Eduardo Benjamin.

Como é cobrada Informática para concursos da área de Fiscal?

Segundo o professor, na área Fiscal estão os conteúdos mais complexos da disciplina. Além da Informática básica, nos concursos fiscais têm sido cobrado assuntos relacionados a:

  • Sistemas Gerenciadores de Banco de Dados (SGBD) e sua modelagem
  • SQL
  • Conceitos de Data Warehousing
  • DataMining
  • Conceitos de Big Data
  • Business Intelligence
  • Gerenciamento eletrônico de documentos
  • Portais corporativos e colaborativos
  • Web Services

Também aparecem frameworks como Governança de TI (COBIT), Serviços na Área de TI (ITIL), Gerenciamento de Projetos (PMBOK), Gerenciamento de Processos (BPM) e Metodologias de desenvolvimento de software (Ágil).

Vêm se tornando frequente a cobrança da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) em alguns dos editais. Da mesma forma, editais com assuntos relacionados à gestão e conhecimento baseado em TGS (Teoria Geral de Sistemas) e TGI (Teoria Geral da Informação).

Como é cobrada Informática em concursos da área Administrativa?

Para os concursos da área Administrativa, o professor lista os seguintes conteúdos:

  • Funcionalidades sobre hardware e software
  • Os sistemas operacionais: Linux e Windows com as suas funcionalidades e características
  • As funcionalidades e o modo de operação dos aplicativos do pacote MS-Office (Word, Excel, PowerPoint) e do pacote LibreOffice (Writer, Calc, Impress)
  • Protocolos Redes de Computadores, Internet com os seus navegadores e protocolos
  • Modos de utilização de Correio Eletrônico e técnicas e procedimentos relacionados à segurança da informação

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Quais são as bancas mais difíceis?

Eduardo Benjamin lista como as bancas mais difíceis de Informática o Cebraspe, a FGV e a FCC. Vamos ver como é a prova delas?

Como é cobrada Informática para concursos do Cebraspe?

Especialmente na prova do Cebraspe, o professor pede cuidado e atenção do aluno nas questões de Certo ou Errado.

Como uma grande parte do texto está certa, o aluno começar a recordar do que aprendeu no estudos. Embalado pela sensação de que está tudo correto, não consegue perceber a pegadinha no fim do enunciado.

Acreditando no seu conhecimento sobre o que lhe é apresentado, não percebe: no final daquele extenso texto, na última linha é colocado os chamados 2% de erro no conceito. Pronto! O candidato erra a questão: 98% Certo e só míseros 2% Errado, sabemos é suficiente para marcar E no gabarito. Muito cuidado, alerta Eduardo Benjamin.

Para pegar esse ritmo, é necessária a resolução de muitas questões e simulados no período de estudos.

Outra dica do professor é focar nos tópicos principais, visto que o Cebraspe não aborda tudo que está no conteúdo programático. Além disso, as provas dessa banca têm o hábito de serem multidisciplinares.

Eduardo Benjamin lembra de uma ocasião em que fora colocada uma imagem de um texto do Word sobre a funcionalidade de aumentar o tamanho da fonte e depois voltar o tamanho original. No entanto, a pergunta era de Matemática, sobre percentual.

Para além do cuidado com as pegadinhas, o Cebraspe demanda do aluno um sólido conhecimento da disciplina. Em conclusão, é uma banca exigente, com textos longos, multidisciplinares e que exigem uma boa base do candidato.

Como é cobrada Informática para concursos da FGV?

No caso da Fundação Getulio Vargas (FGV), as provas cobram um nível alto de profundidade nos assuntos. Alguns dos temas frequentes nas provas são:

  • Conceitos básicos sobre hardware e software
  • Funcionalidades do sistema operacional e teclas de atalho
  • Protocolos de rede de computadores
  • Conceitos sobre spam
  • Funcionalidades e botões do Word
  • Funcionalidades, botões e fórmulas do Excel
  • Conceitos sobre slides e slides mestres em PowerPoint e Impress.

Também aparecem questões relacionadas à Internet e suas funcionalidades características dos navegadores e conceitos de filtro de busca. O mesmo vale para segurança da informação.

Como é cobrada Informática para concursos da FCC?

No caso da Fundação Carlos Chagas (FCC), via de regra, as questões são de nível intermediário, embora também tenham algumas mais fáceis e difíceis.

São assuntos recorrentes nas provas de Informática para concursos da FCC:

  • Word
  • Excel
  • PowerPoint
  • Sequência dos comandos para executar uma operação
  • Segurança da Informação
  • Sistemas operacionais Windows
  • Conceitos relacionados à Internet como navegadores e correios eletrônicos

Diferentemente do Cebraspe, a banca cobra todo o conteúdo programático do concurso. E resolver questões anteriores é importante para qualquer banca!

Como é cobrada Informática para concursos do Idecan?

Entre os assuntos cobrados pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (Idecan) estão:

  • Conceitos básicos de hardware e software
  • Teclas de atalho do sistema operacional Windows
  • Informações sobre o Explorador de Arquivos
  • Funcionalidades e fórmulas do Excel
  • Funcionalidades e botões do Word
  • Rede de computadores, as topologias de rede, as sete camadas ISO/OSI, conceitos sobre protocolos e elementos de rede de computadores
  • Princípios da segurança da informação e sobre malware
  • Comparativos entre os pacotes MS-Office e LibreOffice

Em relação à Internet, destacam-se serviços de nuvem (SaaS, PaaS e IaaS), intranet e extranet e serviços baseados em webmail.

Já a sistemas de informação, os tópicos são mais ligados à parte de TI do que propriamente à Informática básica.

Informática para concursos

Como estudar Informática para concursos?

Um erro comum dos candidatos é achar que, por mexerem nas ferramentas no dia a dia, já tem total domínio sobre o assunto. Pelo contrário.

Por exemplo, não é porque muitos candidatos lidam com fotos nas suas redes sociais que sabem os formatos de arquivos de imagem (JPEG, PNG, BMP e GIF, TIFF, SVG, PSD, RAW etc).

Outros, mexem no Word diariamente, mas não sabem para que serve ou fazer uma quebra de sessão.

Por esse motivo, para começar os estudos de Informática, o professor recomenda a leitura e compreensão dos assuntos do edital.

Em seguida, um simulado com cerca de 50 questões para que o futuro servidor compreenda a real situação de domínio dos assuntos contemplados e cobrados no edital. Com base nesse resultado, ele pode concentrar os estudos nos seus pontos fracos.

Para compreender itens como o sistema operacional Windows, os aplicativos Word/ Writer, Excel/ Calc, PowerPoint e Impress, Internet e Correio Eletrônico, é importante o que o aluno pratique no computador.

Além de configurar e reconfigurar a máquina no Painel de Controle, é crucial conhecer essas ferramentas nos mínimos detalhes, em cada botão utilizado no Outlook, Word, Calc etc.

Somado a isso, Eduardo Benjamin aconselha estudar rede de computadores, segurança da informação e, se for o caso do edital cobrar, a parte mais pesada de TI.

É possível estudar sozinho para Informática?

Apesar de ser possível em alguns raros casos, o mais indicado é ter um professor especialista em concursos públicos que possa dar um norte de por onde guiar os estudos.

Existe algum método e técnica de estudos mais recomendados?

Para estudar Informática para concursos, o professor Eduardo Benjamin recomenda o método Ágil, que explica a seguir:

Como fazer o planejamento de estudos para Informática?

Antes de tudo, é importante ter um bom espaço para estudar. Ou seja, uma área dedicada exclusivamente aos seus estudos. Uma mesa, uma cadeira confortável, uma boa iluminação. De fácil alcance, o computador, cadernos e apostilas.

Pode parecer bobeira, mas isso contribuirá para a organização. Consequentemente, entender e manipular grandes quantidades de informações em textos, quadros e videoaulas ficará mais fácil.

Para isso, o professor recomenda usar técnicas de gerenciamento visual (Kanban). “A ideia é bater o olho e entender onde você está e o que precisa fazer para alcançar o seu objetivo: ser aprovado”, resume.

O seu “cantinho” de estudos pode ser feito com o que você tem em casa ou materiais de segunda mão, desde que seja um espaço que você possa isolar para estudar. Outra dica que ele dá é também utilizar as paredes para organizar a pesquisa no espaço.

Para implementar o estudos, o professor indica usar o Método Pomodoro. Somado a isso, criar bancos de dados de questões separadas por banca, disciplina, aplicativo ou outro assunto, além de aplicar Taxinomia nos assuntos a serem estudados, como no exemplo abaixo envolvendo o Sistema Operacional Windows:

Informática para concursos - sistema operacional Windows

Outras dicas do professor são:

  • Diagrama de árvore para descobrir por que não se atinge o objetivo de passar na prova
  • Desconstruindo o Frágil. Torne-se um Antifrágil
  • Pense: Design Thinking
  • Utilize o método OKR (Objectives, Key and Results) para alcançar seus objetivos
  • Utilize grupo focal na sua rede de futuros servidores
  • Acabe com a curva do esquecimento
  • Utilize o Scrum para te ajudar no seu sucesso
  • Use o Kanban para ajudá-lo no planejamento do seu projeto de vida: passar no concurso

Dicas de materiais de estudo de Informática para concursos

Eduardo Benjamin recomenda as aulas da Folha Cursos e seguir as orientações dos professores. “Os slides apresentados sintetizam o esforço e a didática de cada um dos professores são ativos valorosos”, explica.

Junto a isso, praticar com questões sobre cada um dos assuntos para ajudar na retenção e consolidação da matéria na memória. E praticar muito com provas e simulados!

Informática para concursos de nível médio

Segundo o professor, as bancas estão pegando cada vez mais pesado quando o assunto é Informática.

Invariavelmente, as provas cobram a parte de Hardware. Ela inclui computador, memória, teclado, monitor, periféricos de entrada e saída, USSD (provável substituto do HD), conceito de armazenamento em nuvem, e por aí vai. Dentre os conteúdos, ela demanda muito estudo.

Em relação ao sistema operacional, as bancas podem pedir, a depender do que é utilizado no órgão do concurso em questão, além do Windows, o Linux. Por exemplo ,instituições como Banco do Brasil, Caixa Econômica, Ministério Público da União, dentre outros órgãos, utilizam o sistema.

Atualmente, toda prova tem aplicativos. Alguns lugares usam o gratuito, como o Libre Office. Outras, optam por pagar o Pacote Office. A melhor forma de estudar é baixando o aplicativo pedido para a prova no seu computador e o utilizando.

Sobre os aplicativos, cai nos concursos públicos:

  • Microsoft Word
  • LibreOffice Writer
  • Microsoft Excel
  • LibreOffice Calc
  • Microsoft PowerPoint
  • LibreOffice Impress

Conhecer técnicas de digitação para alguns concursos também pode ser importante, principalmente nos tribunais de justiça, que cobram provas práticas.

Outros assuntos muito frequentes nas provas de Informática para concurso público são Internet e Correio Eletrônico.

Em Internet, os conteúdos que aparecem são:

  • Navegadores
  • Motor de busca
  • Protocolos
  • Redes sociais
  • Criptografia
  • Intranet e Extranet
  • Redes de computadores
  • 5G
  • E-mails
  • Segurança

Uma dica que o professor dá para estudar a parte de segurança é utilizar uma cartilha. Ele indica a do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil.

Informática para concursos: sistemas operacionais

Conforme explicamos acima, são dois os sistemas operacionais cobrados em provas: Windows e Linux.

A principal diferença é que o Windows é um software proprietário, regido por uma licença chamada copyright.

Já o Linux é um software livre. Ou seja, ele pode ser baixado sem custo, estudado o código-fonte, modificado e redistribuído. Inclusive, 90% do Linux tem seu código escrito em linguagem C, de mais fácil compreensão.

Além disso, o Linux tem uma fácil portabilidade, o que explica a existência de tantas Distro Linux, diferentes tipos de distribuições, como se fossem vários tipos de Linux no mercado.

Outra característica do sistema é a segurança, apesar de ser uma lenda urbana dizer que o Linux não pega vírus.

O que acontece é que não é vantajoso criar um vírus para um sistema que é utilizado em sua maioria por programadores. Ele simplesmente não é a opção  pela maior parte das pessoas. Por isso, acaba sendo mais seguro que o Windows.

Também é mito dizer que o Linux é mais difícil de mexer por causa dos comandos. Se no Windows basta ir até o gerenciador de tarefas, o Linux tem o comando kill para finalizar determinada tarefa.

O Linux tem ainda a sua interface gráfica, o seu gerenciador de janelas que se assemelha muito ao Windows.

Mas essas não são as únicas semelhanças e diferenças entre os sistemas. Existem outros conteúdos que integram o programa dos editais e são cobrados em provas, o que exige um estudo mais aprofundado.

Informática para concursos: Internet e Intranet

Outro assunto importante na hora de estudar Informática para concursos é a diferença entre Internet e Intranet.

A Internet nasceu em 1969 e é a famosa rede mundial de computadores. A base da Internet que é cobrada na prova é o protocolo que faz a transmissão de dados por pacote. Para tal, o principal conjunto de regras é o TCP IP.

Ou seja, tudo que é transmitido pela Internet é quebrado pelo TCP IP em pacotes. Eles vão para a máquina certa porque neles tem o endereço do IP do computador em questão.

Foi só a partir de 1989 que foram criados conceitos cobrados em prova, como o Hipertexto, o HTML e a Web. A partir daí a Internet ganhou a parte gráfica, com imagens e fotos, em vez de ser apenas texto como era antes.

Nesse sentido, a Intranet é como se fosse uma filha da Internet. Da mesma forma, a Extranet. Os protocolos e o funcionamento são os mesmos que na Internet, assim como todas precisam de navegadores e segurança.

O que você precisa saber é que, diferente da Internet, a Intranet é uma rede que atende um público específico, em geral uma instituição. Sua principal característica é funcionar com uma interface Web, com navegador.

Também traz uma certa segurança porque as pessoas se logam através de um login e senha e do uso de Firewall.

Já a Extranet é quando parte do sistema da Intranet é aberto para colaboradores. Por exemplo, um plano de saúde pode abrir parte da sua Intranet para que um segurado consiga ver os horários de atendimento de um determinado médico.

Informática para concursos: Hardware e Software

Os conceitos de Hardware e Software também são muito frequentes em provas de concurso público.

A primeira coisa que você tem que pensar é que a palavra hardware vem de hard, duro, enquanto software vem de soft, macio.

Com essa informação em mente, podemos dizer que hardware é o que é físico, que pode ser tocado. Desde o teclado do computador até o mouse, por exemplo. Softwares são os programas.

O professor Eduardo Benjamin diz para seus alunos que eles precisam saber quatro palavras com o sufixo ware, das quais falaremos mais abaixo:

  • Hardware
  • Software
  • Firmware
  • Malware

Ele alerta para um erro muito comum: chamar o computador de mesa de CPU. Aquilo se chama gabinete. O CPU é a Unidade Central de Processamento. Ou seja, o processador.

Na parte de Hardware, também são cobradas em provas as memórias do computador. Assim como o ser humano precisa de memória para guardar datas importantes, como datas, o mesmo vale para as máquinas.

O computador precisa guardar as informações para processá-las no processador, passando pelas memórias do computador antes de chegar na CPU.

As memórias que caem em prova são ROM e RAM. ROM é a memória que guarda o programa do fabricante para inicializar a máquina, Firmware. Já a RAM guarda seus documentos, desde vídeos até arquivos de texto. Porém, sem energia, esses dados são perdidos.

Outro assunto muito pedido dentro de Hardware são os periféricos.

Os periféricos de entrada levam as informações para dentro do computador. São exemplos teclado, mouse, scanner. Por outro lado, os periféricos de saída levam as informações para fora do computador. São as impressoras, os monitores de vídeo, a caixa de som, entre outros.

Nesse sentido, o periférico híbrido é aquele que faz as duas coisas. Atualmente, um bom exemplo é a tela touchscreen, que exerce essa função.

Os softwares podem ser proprietários, quando existe um valor sendo cobrado para seu uso, como é o caso do Pacote Office, regido por uma licença copyright. Já o software livre, regido por uma licença copyleft, é:

  • Baixado gratuitamente
  • Estuda o programa fonte
  • Modifica o programa fonte
  • Redistribuído

Existem ainda outras licenças, como a GPL, de domínio público, a trial, com tempo limitado para o uso, freeware, entre outras.

Informática para concursos públicos: atalhos

Um dos assuntos que mais preocupam quem está estudando Informática para concurso são as famigeradas teclas de atalho.

Segundo o professor Eduardo Benjamin, a melhor forma de aprender quais são as teclas de atalho é utilizando-as. Por exemplo, por isso que todo mundo sabe que Ctrl +C e Ctrl + P são copiar e colar: porque as pessoas usam com frequência.

Além de tudo, elas ainda podem facilitar o seu uso diário do computador!

Porém, fique atento às diferenças. Algumas teclas de atalho podem variar de um aplicativo para o outro. Para decorar  para a prova, o especialista indica utilizar o seguinte mnemônico:

Quem = CTRL + Q = alinha à esquerda
Entrar = CTRL + E = alinha ao centro
Grita = CTRL + G = alinha à direita
Jacaré = CTRL + J + alinha justificado

Outro exemplo de mnemônico que ele utiliza nas suas aulas é a palavra basiado, para identificar os caracteres que não podem ser usados em nomes de arquivos ou de pastas do Windows:

B = barra /
A = aspas “
S = sinal – ou +
I = interrogação ?
A = asterisco *
DO = dois pontos :

Você sabe o nome da tecla que tem a bandeira do Windows?

Essa já foi uma pergunta de prova que pode inclusive aparecer de novo. O nome dela é Winkey, apesar de muitas pessoas a chamarem de iniciar por conta da ação que ela executa. No entanto, este nome está incorreto.

Junto com a tecla A, ela abre a central de ações. Com a tecla D, ela minimiza todas as tarefas e mostra a área de transferência.

Já o o L, de locket, bloquear, ela bloqueia o computador para que só volte com a inserção da senha. Para abrir o Cortana, a assistente pessoal virtual que é um software, o atalho é Winkey + C.

Winkey + R, combinação muito utilizada pelo professor, abre uma janela para executar comandos. Dentro do executar, usando CMD é aberta a tela preta que cai na prova como prompt de comando.

O combo Winkey + T alterna a barra de janelas.

Além do Windows, aplicações como os navegadores, editores de texto, entre outras, também tem suas próprias teclas de atalho que são cobradas nas provas.

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1 Resultado

  1. AMEII ASSIM EU VOU FICA MUITO CRAQUE NA INFORMATICA DEPOIS DE TE ESTUDADO MUITO

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