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Como estudar Português para concursos?

Língua Portuguesa é a matéria que certamente cairá na sua prova, não importa qual seja. Você sabe como estudar Português para concursos? Realmente?

Essa disciplina pode ser aquela que vai alavancar a sua nota ou ser crucial no desempate para sua aprovação.

Com um conteúdo extenso, é preciso tempo para absorver tudo. Ainda mais sabendo que cada banca cobra de uma forma, o nível de dificuldade varia com a escolaridade…

Mas, calma, vamos ajudar  a dar um gás no seu estudo de Língua Portuguesa!

Capítulo 1

Como as principais bancas cobram Português?

Cada organizadora tem um perfil específico, você já deve saber. Mas, o que talvez você (ainda) não saiba, é como identificar isso.

Língua Portuguesa para concursos do Cebraspe (banca Cespe)

O professor Alexandre Soares, do curso Alfacon, afirma que o Cebraspe (antigo Cespe/UnB) prefere inserir em suas provas questões mais de sintaxe do que morfologia.

O professor Marcos Aguiar complementa, explicando que o Cebraspe tem como costume pegar a parte de interpretação textual e envolver uma questão gramatical.

O Cebraspe não tem um tipo de questão pontual, são questões múltiplas que abordam diferentes conteúdos.

Um exemplo são as questões que pedem para reescrever uma frase, que podem exigir a troca ou substituição de um termo por outro, mantendo-se o sentido original do texto com gramática correta.

Isso levando em consideração os conceitos de ortografia, acentuação, emprego da crase, tanto para o nível médio como para o superior.

Temas que mais caem em Português na FCC

A Fundação Carlos Chagas (FCC) tem dois principais pilares, de acordo com Alexandre Soares: morfologia e sintaxe.

Nas questões de morfologia é comum ser solicitado que o candidato reconheça os tempos e modos verbais, além do uso e colocação dos pronomes oblíquos átonos.

Em sintaxe, por sua vez, a principal característica da prova é cobrar questões bem difíceis de concordância verbal.

Como o Instituto AOCP cobra Português

O professor Sidney Martins explica que, quem estiver se preparando para um concurso em que a banca organizadora for o Instituto AOCP deve se preocupar com:

  • Regência
  • Crase
  • Pontuação
  • Colocação pronominal
  • Aspectos relacionados à pontuação, à ortografia e à semântica

Tudo que tiver de gramática o estudante precisa dominar.

Já as questões de texto do Instituto AOCP, em compensação, são bem tranquilas, de acordo com Sidney Martins, pois tratam-se de questões de compreensão de texto. Basta o aluno realizar uma boa leitura para responder bem.

A prova de Português da Vunesp

Em relação ao perfil da Vunesp, a prova de Língua Portuguesa segue uma distribuição tradicional em suas questões: 30% interpretação e 70% gramática. Quem explica é o professor Jean Aquino.

A parte de gramática segue a linha clássica dos assuntos, segundo Aquino. Ainda assim, o professor alerta que, mesmo nas questões gramaticais, há muita menção ao texto.

Ou seja, foco máximo na interpretação textual aqui.

O professor aponta que as questões dessa banca, em geral, são de dificuldade mediana. A Vunesp não costuma cobrar particularidades nem teorias muito diferentes do comum do Português.

Português do IBFC para concursos públicos

O Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC) costuma ser bem tradicionalista na forma em que cobra os seus conteúdos, segundo o professor Alexandre Soares.

Ele explica que essa banca tem o costume de utilizar muitas questões associadas à norma culta.

Para encarar uma prova da IBFC, é muito importante saber as regras gramaticais. As questões estão ligadas, proporcionalmente, à morfologia e à sintaxe.

O perfil do Português para a FGV

A Fungação Getulio Vargas (FGV) é uma das bancas mais desafiadoras quando o assunto é Língua Portuguesa. Você sabe como estudar Português da FGV?

A professora Aline Aurora, do curso Aprenda.com, aponta três principais características da organizadora:

  • A FGV não é uma banca previsível.
  • A banca cobra mais questões de inferências e deduções.
  • A leitura do enunciado indica como se deve ler o texto.

Quando for estudar Português para a FGV, é importante que o candidato entenda que não basta apenas focar na realização de questões para se preparar.

O estudante precisa construir uma base teórica que o ajudará a solucionar as questões de qualquer banca.

Após a leitura da parte teórica e sua compreensão bem consolidada, o estudante pode buscar por questões da FGV para traçar o perfil da banca, que tem como hábito cobrar conteúdos extensos na disciplina.

✔️✔️Quer entender mais detalhadamente o assunto? Confira como as principais bancas cobram Português em concursos.

Capítulo 2

O que estudar para as provas de Português em todos os níveis?

Você já sabe que os conteúdos de Língua Portuguesa caem de forma diferente em cada banca, mas é importante saber que há particularidades nas provas de Português para concursos de níveis fundamental, médio e superior.

Identificar as principais diferenças é importante para você saber o que esperar.

Mas, você não precisa se prender a um conteúdo básico somente caso a sua prova exija um estágio de dificuldade menor.

Português para concursos de nível fundamental

As provas costumam ser mais simples em comparação aos outros níveis. E engana-se quem acha que há pouco conteúdo para estudar.

Estudar todo o conteúdo é importante, mas é necessário ter atenção também ao tipo de conhecimento que mais cai nas provas.

✍️ No caso das seleções de nível fundamental, ortografia, acentuação, pontuação e concordância são os assuntos que merecem uma dedicação extra na hora de organizar seu cronograma de estudos.

Crase é um assunto priorizar na hora de estudar. Enquanto a ortografia é um dos principais erros nas provas de Português de nível fundamental.

Assim como a Interpretação Textual também é um dos “calcanhares de Aquiles” na hora dos candidatos fazerem as provas deste nível.

Português para concursos de nível médio

Os concursos que exigem nível médio são muito mais comuns que os de nível fundamental. Por isso, atenção a esse tópico.

Os assuntos que mais aparecem e você deve ter atenção são:

  • ortografia
  • acentuação
  • semântica de preposições
  • conjunções
  • crase
  • concordância
  • orações

Desses conteúdos, um tópico que você não deve deixar de estudar é o valor semântico dos conectivos.

Isso não é segredo para ninguém, mas, conforme vai aumentando o grau de dificuldade das provas de Língua Portuguesa, compreender os textos apresentados torna-se mais complexo.

Um dos principais erros dos candidatos que fazem avaliações de nível médio é a interpretação textual.

Português para concursos de nível superior

Os concursos de nível superior são os que exigem mais dos candidatos na Língua Portuguesa.

O X da questão está no grau de dificuldade, que pede ainda mais atenção dos candidatos na hora de fazer a prova. Os conteúdos que mais caem nessas provas são: semântica de preposições, conjunções e orações.

Além disso, por essas provas reservarem pegadinhas de compreensão, é exigida muita interpretação textual e análise do discurso.

Um erro muito cometido é na interpretação ainda nos enunciados das questões. Por isso, tenha muita concentração na hora de ler o que é cobrado para não perder a questão logo de início.

✔️✔️Quer saber mais? Descubra o que estudar em Português para concursos em todos os níveis.

Capítulo 3

Principais assuntos cobrados em Língua Portuguesa para concursos

Quer saber um segredo? O que varia entre os principais assuntos é basicamente o aprofundamento que será exigido dos candidatos.

Por isso é importante saber tudo sobre essa disciplina, principalmente sobre a tão temida interpretação de texto. É o que explica o professor Marcos Aguiar.

Seja no nível médio ou superior, as bancas têm dado preferência às questões interpretativas, de acordo com o professor Aguiar. Em alguns casos, chegam a ser até 30% da prova de Língua Portuguesa.

Mas, considere isso: as questões de gramática também não ficam de fora.

O professor aponta que esse modelo de questões tem solicitado do candidato que ele reescreva as frases, com o objetivo de fazer adequações de acordo com as regras gramaticais.

Interpretação de texto para concursos

O professor Aguiar afirma que a primeira coisa que você deve fazer para ter boa interpretação textual é ler.

O importante é tornar isso uma prática, pois a leitura é fundamental para o desenvolvimento de competências cognitivas.

Quando começar a praticar o estudo para esse tema, siga esses passos:

  • Identificar título, nota de rodapé e tema do texto;
  • Destacar as palavras-chave;
  • Identificar nas entrelinhas o que ficou subentendido e qual o propósito do texto.

📍 Atenção: interpretação é diferente de compreensão texto.

A interpretação é um conjunto de informações que devem ser consideradas dentro de um contexto para o entendimento único.

Já a compreensão é entendida como a extração de informações descontextualizadas e que não cabe interpretação.

Um dos principais erros está logo no começo da interpretação.

Segundo Marcos Aguiar, muitos candidatos acreditam que basta ler uma vez o texto e depois somente consultar os fragmentos na questão para entender tudo.

Pode até ser que isso aconteça, mas nem sempre é uma garantia.

Estudando interpretação de texto para concursos

Se você ainda está com dificuldade para fazer uma boa interpretação de texto, o professor Marcos Aguiar indica quatro passos que você pode seguir e melhorar sua prática:

  1. Pratique uma leitura ativa: é importante que o estudante realize uma leitura diária de no mínimo 30 a 40 minutos.
  2. Faça uma leitura diagonal do texto: faça uma primeira leitura para entender do que se trata o texto e qual é o assunto. Em seguida, a segunda leitura deve ser para traçar as palavras-chave do texto. Por último, leia uma terceira vez para garantir que compreendeu o conteúdo.
  3. Leia os títulos dos textos com atenção: verificar o título do texto é essencial para entender o que ele quer dizer, o porquê e para que o texto foi escrito.
  4. Sempre verifique os rodapés dos textos: o rodapé possui dados fundamentais para ajudar o estudante a entender qual era a intenção e o propósito do autor com o texto.

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Ortografia e gramática em concursos

O professor Marcos destaca como fundamental a prática da leitura como premissa básica para a ortografia também.

A gramática normativa traz muitas regras, mas também muitas exceções. Não há uma fórmula pronta.

Acentos, flexões e inúmeras regras da gramática podem confundir muito por causa da fala.

Um problema é que, além dos deslizes na concordância, crase, acentuação, uso do hífen e outras regras em questões, é comum encontrarmos erros de ortografia nas redações.

Pode-se dizer que o uso popular do idioma, sem os cuidados normativos, faz da informalidade um padrão aceito por todos.

O que você pode fazer a respeito disso? Saber muito bem as regras da ortografia.

De acordo com Marcos Aguiar, a gramática é muito extensa. Por isso, os candidatos devem dar atenção às matérias mais recorrentes, como:

  • Interpretação textual
  • Acentuação gráfica
  • Emprego da crase, verbos
  • Pronomes
  • Orações
  • Regência
  • Pontuação

📍 O desconhecimento das classes de palavras (substantivo, adjetivo, pronome, numeral, artigo, verbo, advérbio, conjunção, preposição e interjeição) é um dos maiores erros gramaticais, explica o professor.

E isso é um problema, porque sem elas não podemos avançar nos estudos de sintaxe ou outros temas. Elas representam o básico.

Atenção redobrada a esses assuntos

O candidato não pode esquecer de estudar Português com o auxílio de um bom material didático, norteado pelo prisma normativo.

Além disso, as partes gramaticais a serem estudadas devem estar bem definidas: Fonética, Morfologia, Semântica e Sintaxe.

Segundo o professor Aguiar, não adianta estudar pontuação se não souber identificar termos essenciais, integrantes e acessórios da oração.

✔️✔️Ficou com dúvidas? Saiba mais sobre os principais assuntos de Português que caem em concursos.

Capítulo 4

Como estudar Português básico para concursos?

Independentemente do nível de dificuldade, um consenso entre os professores de Língua Portuguesa é que você precisa saber o Português básico para concursos.

Se você quer se tornar um futuro servidor, precisa entender que o primeiro passo para enfrentar obstáculos mais altos é compreender bem o conteúdo inicial.

Há muitos tópicos importantes em Português, segundo a professora Thais Batista, mas os alunos precisam ter conhecimento em três partes fundamentais:

  • Morfologia: é o estudo dos vocábulos. São os mecanismos de formação e flexão dos vocábulos e separação em classes.
  • Sintaxe: é a parte da Gramática que verifica a ordem, função e relação das palavras na frase.
  • Semântica: é o estudo da significação das palavras, que podem estar contextualizadas ou isoladas.

Thais Batista enumera os assuntos básicos de Português mais cobrados nas provas:

  • Acentuação gráfica
  • Classes gramaticais
  • Orações
  • Regência e concordância verbal e nominal
  • Crase
  • Pontuação
  • Semântica

✔️✔️Precisa de ajuda para começar? Saiba como estudar Português básico para concursos.

Dicas essenciais de Português para concursos

Quem não quer macetes para estudar, não é mesmo?

O professor Sidney Martins listou dicas essenciais de Português para concursos. Prontos para dar a largada? 🏁

1. Faça resumos: se você quer se dar bem na prova de Português, um método indicado pelo professor é fazer resumos de todos os assuntos estudados.

2. Faça questões de fixação: outra estratégia indicada por Sidney é fazer questões de fixação. Faça (muitos!) exercícios para que você tenha certeza de que absorveu todo o conteúdo teórico.

📍 Estudar questões de concursos realmente funciona?

3. Entenda o perfil da banca: entender o perfil da organizadora do concurso que você pretende fazer é fundamental na sua preparação.

4. Estude todo o programa: em Português, os assuntos estão interligados. Só é possível fazer uma análise textual depois de ter feito uma análise gramatical, explica o professor.

5. Domine o uso da crase: o uso da crase é um dos conteúdos mais cobrados nas provas de Língua Portuguesa. Mesmo que você já tenha conhecimento sobre suas regras, é importante fazer uma revisão.

✔️✔️Quer mais macetes? Confira as dicas essenciais para estudar.

Como estudar português sozinho para concursos?

Muitas pessoas têm dúvida e receio sobre como estudar por conta própria para concursos. Ainda mais quando não é possível fazer um cursinho presencial.

Mas, a verdade é que mesmo em um processo de aprendizado em grupo, ele sempre dependerá exclusivamente de você para ser efetivo.

O primeiro passo para estudar Língua Portuguesa por conta própria é estar disposto a começar.

Ao iniciar essa atividade sozinho, o professor Sidney Martins orienta que os estudantes contem com o apoio de uma gramática online e com professores de cursinhos durante a trajetória.

Infelizmente, de acordo com o professor, a pressa é inimiga da perfeição. Por isso, para obter bons resultados, o ideal é estudar com antecedência.

A professora Thais Batista explica também que, para estudar sozinho, é preciso unir teoria e questões. Para isso, deve-se organizar um cronograma semanal próprio.

Organize os dias da semana para seguir entre as duas técnicas de estudo: teoria e questões.

Já o fim de semana é o momento ideal para fazer simulados sobre todos os assuntos estudados durante aquele período.

✔️✔️Ainda com dúvidas? Saiba como estudar por conta própria a disciplina.

Como revisar Português para concursos?

Você já deve ter se perguntado como revisar Português para concursos. Se é por questões, se deve resumir o que você estudou da teoria… Mas, com tantas regrinhas, como fazer?

1. Quais assuntos priorizar na revisão: definir um assunto específico vai depender do concurso que o candidato deseja realizar e da banca organizadora. O indicado é analisar o edital com atenção.

2. Qual a melhor forma de revisar Português: existem alguns tipos de revisão que podem ajudar você a fixar os conteúdos, mas os professores Sidney Martins e Thais Batista são unânimes em afirmar que a melhor técnica é: fazer questões.

3. Cronograma de revisão para a matéria: Thais Batista explica que a primeira coisa que você deve fazer é organizar o assunto em tópicos. O segundo passo deve ser estudar a teoria e, por fim, reforçar tudo isso praticando questões.

4. A ordem de conteúdos para a revisão: inicie seus estudos a partir de temas básicos e evolua até o avançado da Língua Portuguesa, pegando cada assunto e tirando as dúvidas que eventualmente possam ter ficado no meio do caminho, explica Sidney Martins.

✔️✔️Quer saber mais? Confira como revisar o conteúdo de Português para concursos.

Capítulo 5

Como estudar para a Redação em concursos?

Você sabe como fazer redação para concurso? Se a prova objetiva já deixa muitos candidatos nervosos, a redação e as provas discursivas podem ser motivos ainda maiores de aflição.

Não basta saber o conteúdo para marcar certo ou errado ou selecionar a alternativa correta. Também é preciso expressar seu conhecimento sobre o assunto, em um texto claro e objetivo.

Como fazer uma boa redação de concurso? 

A professora Vivian Barros, que fala sobre redação para concurso no Gabaritando Provas Discursivas, da Folha Dirigida, explica que em uma boa redação, o candidato precisa dominar dois tipos de tema: expositivo-argumentativo e expositivo-informativo.

No primeiro caso, o candidato defende uma ideia, ou seja, um ponto de vista, com base em argumentos. Em seguida, deve apresentá-los nos parágrafos de desenvolvimento.

Já no segundo caso, o candidato precisa expor o seu conhecimento sobre determinado tema e não há defesa do ponto de vista.

Para escrever uma boa redação, é preciso ler e treinar muito.

Redação Cebraspe

O professor Sidney Martins explica que o candidato deve interpretar o que está sendo pedido ao fazer uma redação do Cebraspe. Assim, poderá desenvolver seu raciocínio.

Os temas de redação são concretos e baseados em assuntos mais “palpáveis”, do cotidiano. Um exemplo foi uma prova da banca que falou sobre a questão do porte de armas.

Redação FGV

A Fundação Getulio Vargas (FGV) pede textos dissertativo-argumentativos entre 20 e 30 linhas. Os critérios de cobrança, segundo o professor Sidney Martins, são:

  • Tema e estrutura
  • Articulação e argumentação
  • Correção gramatical
  • Adequação vocabular

Diferentemente do Cebraspe, os temas podem ter assuntos de grande relevância para a sociedade, mas não necessariamente relacionados a Atualidades.

Redação FCC

Os temas da Fundação Carlos Chagas (FCC) são mais sobre questões filosóficas, de acordo com o professor Sidney Martins.

A partir do trecho apresentado pela banca na prova, o candidato precisa desenvolver o tema e relacionar com fatos contemporâneos.

A professora Giancarla Bombonato considera os temas difíceis, com assuntos um pouco abstratos. Uma proposta já cobrada, por exemplo, foi “O medo e a inveja em uma sociedade segmentada”.

Redação do Instituto AOCP

Segundo o professor Sidney Martins, o Instituto AOCP costuma cobrar textos argumentativos relacionados a temas contemporâneos. Uma particularidade da banca é a “mão pesada” na correção da redação em cima da gramática.

Por isso, fique atento ao domínio do Português. Tenha um bom conhecimento de assuntos como:

  • Crase
  • Pontuação
  • Regência verbal
  • Concordância nominal

Redação para Vunesp

Na maior parte das vezes, a Vunesp também pede textos dissertativos. Ao contrário da FCC, são temas concretos. O professor Sidney Martins lembra que, em 2018, por exemplo, também falou sobre porte de armas.

Segundo a professora Giancarla Bombonato, o tema pode até estar relacionado ao cargo, mas este não é um padrão para a banca. Por isso, o indicado é treinar diversos temas antes de fazer a prova.

Assuntos que costumam ser de interesse para a sociedade, mas não necessariamente um fato, um assunto do presente, podem aparecer.

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Como fazer provas discursivas de concurso?

O professor Leonardo Murga considera que há quatro formas básicas de cobrança de provas discursivas:

  • Dissertações
  • Questões
  • Estudo de caso
  • Peça técnica

As dissertações são divididas entre dissertação-explicativa e dissertação-argumentativa.

As questões discursivas são como dissertações, só que com menos linhas.

Há ainda os estudos de caso, que não deixam de ser dissertações aplicadas a um caso concreto. A banca pode sinalizar no edital que cobrará um estudo de caso ou não.

Isso também abre a possibilidade para que as provas tenham questões tratando de situações hipotéticas, ou seja, estudos de caso simplificados.

As peças técnicas variam de acordo com o cargo. Uma peça técnica de um Tribunal de Contas, por exemplo, será feita por algum servidor ou alguma autoridade, como um procurador. Nos concursos da Área Fiscal, as peças técnicas serão voltadas para o seu trabalho diário.

O que é Redação Oficial em concurso?

A Redação Oficial é diferente dos textos expositivo-argumentativos e expositivo-informativos. Ela tem natureza normativa e serve para guiar a construção de textos oficiais.

De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a Redação Oficial “é a maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos e comunicações”.

Ele traz uma série de documentos usados nas comunicações oficiais, como memorandos e ofícios, que os servidores públicos usam no dia a dia de trabalho.

O estudo do Manual só é relevante quando o concurso o pede especificamente no edital.

✔️✔️Quer saber mais? Confira como fazer redação para concurso?

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