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Guia: como estudar para área Fiscal?

Com salários altos e exigência de ensino superior em qualquer curso, a área Fiscal é objeto de desejo de muitos futuros servidores. Por outro lado, passar não é nada fácil. Por isso, como estudar para área Fiscal?

Uma das vantagens do futuro servidor que deseja ingressar na carreira é que a maior parte das disciplinas se repetem nos concursos.

Ou seja, elas podem ser reaproveitadas para diversas seleções. Com alguns acréscimos e tirando outras, dependendo do órgão.

Por isso, para ajudar o futuro servidor que deseja estudar para a área Fiscal, a equipe do Blog da Folha Dirigida preparou um guia com as principais matérias que são cobradas nos concursos.

Dessa forma, você não se sentirá mais tão perdido em relação a como estudar para área Fiscal. Confira!

Com salários altos e exigência de ensino superior em qualquer curso, a área Fiscal é objeto de desejo de muitos futuros servidores

Com salários altos e exigência de ensino superior em qualquer curso, a área Fiscal é objeto de desejo de muitos futuros servidores (Foto: Pexels)

O que estudar em Português para a área Fiscal?

Segundo a professora Luciane Sartori, da Folha Cursos, o conteúdo em Língua Portuguesa costuma ser bem completo. Porém, o mais cobrado é a parte de sintaxe:

  • Concordância
  • Regência
  • Crase
  • Pontuação

Assim como o mesmo vale para a parte dos raciocínios de interpretação de texto:

  • Coesão
  • Coerência
  • Informações implícitas
  • Inferência

Como estudar Português para a área Fiscal?

Como as provas de Português para a área costumam ser densas, o candidato primeiro deve estudar a parte teórica tanto de gramática quanto de interpretação, explica a professora Luciane.

Nesse sentido, ele não deve subestimar a matéria. É o que a maioria dos candidatos faz. Consequentemente, depois se arrependem.

Por isso, depois de ver a parte teórica, o ideal é sempre treinar muito. Ou seja, resolver questões de provas anteriores.

Português faz a diferença nas provas de concurso. A maioria se preocupa com as disciplinas específicas relegando o estudo dessa matéria, e acaba perdendo muito ponto ou não chega à média necessária de aprovação por causa de Língua Portuguesa, explica a professora.

Português para área fiscal

O que estudar em Raciocínio Lógico para a área Fiscal?

No caso dos concursos da área Fiscal, o primeiro passo é verificar como a banca compreende Raciocínio Lógico, afirma o professor da Folha Cursos, Angelo Primo.

Além disso, a maneira de cobrança da disciplina também pode ter relação com o exercício do cargo em questão.

Em um edital com Raciocínio Lógico, podem cair os conceitos básicos da disciplina. Por exemplo:

  • Proposições
  • Conectivos
  • Implicações lógicas
  • Equivalências lógicas
  • Lógica de argumentação.

Da mesma forma, também pode constar no edital a chamada Lógica das Situações. Dentro deste tópico, pode aparecer:

  • Raciocínio verbal, matemático e sequencial
  • Orientação espacial e temporal
  • Formação de conceitos
  • Discriminação de elementos
  • Diagramas lógicos

Por outro lado, um assunto mais raro é o Raciocínio Crítico. Quando ele aparece, as questões versam sobre argumentos. Por exemplo:

  • Reconhecimento da estrutura básica de um argumento
  • Fatores que reforçam ou enfraquecem uma argumentação
  • Erros de raciocínio.

“Isso vai além de verificar a validade por tabelas verdade ou diagramas lógicos dos silogismos categóricos”, alerta o professor.

Assim também os diagramas lógicos são usados em situações nas quais estão envolvidos conjuntos. E as resoluções poderão ser quantitativas ou de interpretação do tipo qualitativo.

Outra possibilidade é elas tratarem de Construção De Argumentos. Nesse caso, os conhecimentos exigidos são:

  • Reconhecimento da estrutura básica de um argumento
  • Conclusões apropriadas
  • Hipóteses subjacentes
  • Hipóteses explicativas fundamentadas
  • Analogia entre argumentos com estruturas semelhantes

Raciocínio Lógico Quantitativo

Outra possibilidade é o Raciocínio Lógico fazer parte de um grupo com outras disciplinas. Como no caso do intitulado Raciocínio Lógico Quantitativo, formado pelo Raciocínio Lógico e por pelo menos uma outra disciplina, como: Matemática, Matemática Financeira e Estatística.

No entanto, dentro de Raciocínio Lógico Quantitativo, cada uma das disciplinas funcionam de forma independente entre si.

O mesmo acontece quando a matéria é chamada de Raciocínio Lógico e Matemática. Nela, aparecem assuntos de:

  • Noções de Lógica
  • Lógica das Situações
  • Matemática
  • Aritmética

Dentre todas as possibilidades, a mais perigosa é a do Raciocínio Lógico Matemático. Ela mistura Lógica das Situações e operações matemáticas.

Como estudar Raciocínio Lógico para a área Fiscal?

Antes de definir como estudar para área Fiscal o Raciocínio Lógico, é preciso analisar os títulos com que a matéria pode aparecer no edital. Em seguida, resolver muitas questões.

Quando elas abordam a Lógica das Situações, a criatividade é um elemento essencial. Dentro do tema, o raciocínio verbal é um dos mais difíceis de se estudar, pois ele poderá tratar de temas vindos da Língua Portuguesa. Por exemplo:

  • Sinônimos
  • Antônimos
  • Significados
  • Interpretação de texto

As questões também podem usar raciocínio por analogia ou a identificação do intruso.

No caso do raciocínio sequencial, ele poderá ser numérico, alfabético ou figural. Já as sequências poderão ser do tipo cíclica ou não cíclica.

No que diz respeito a orientação espacial e temporal, serão testadas as habilidades do indivíduo em se localizar no espaço que ocupa e no tempo para realizar determinadas tarefas. Aqui, as questões poderão ser tanto do tipo qualitativo como quantitativo.

Quando o Raciocínio Crítico faz parte do edital, as questões são sobre argumentos. Logo, o candidato deverá ter domínio sobre os conceitos da Lógica de Argumentação, tanto na construção de argumentos, quanto na avaliação de argumentos.

Noções básicas e parte especializada

Quando o edital pede noções ou conceitos básicos de Raciocínio Lógico, as questões são sobre:

  • Proposições
  • Valores lógicos das proposições
  • Sentenças abertas
  • Número de linhas da tabela-verdade
  • Conectivos
  • Proposições simples
  • Proposições compostas
  • Equivalências lógicas: equivalência entre proposições, equivalência entre sentenças abertas e propriedade das equivalências lógicas
  • Lógica de argumentação: argumento, silogismo, validade de um argumento (através de tabela-verdade)

Nesses casos, basta a aplicação imediata das regras e dos modelos gerados pela álgebra das proposições. Ela envolve as equivalências, negações e aplicação da tabela-verdade.

Já a parte especializada, tem a ver com classificação da tabela verdade em tautologia, contradição e contingência. Da mesma forma, as Implicações Lógicas: implicação entre proposições, propriedade das implicações lógicas e relações entre implicações.

Somado a isso, também é importante trabalhar a lógica usando a linguagem dos símbolos. Para isso, além de conhecer muito bem os conceitos, ainda será necessária uma dose de criatividade para resolver as questões.

“Para adquirir conhecimento teórico, só com muitas horas de estudo. E para desenvolver a criatividade, só com muitas questões resolvidas”, acrescenta Angelo Primo.

raciocínio lógico para área fiscal

O que estudar em Contabilidade para a área Fiscal?

O professor e coordenador da Folha Cursos, Eugenio Montoto, explica que os concursos da área Fiscal são divididos nas esferas Federal, Estadual e Municipal.

No caso da Federação, o principal órgão é a Receita Federal. Nesse contexto, os concursos de maior destaque são para auditor-fiscal e analista tributário.

Neles, é exigido o conteúdo completo de Contabilidade Geral e Avançada, incluindo Análise das Demonstrações Financeiras. Por outro lado, não cai Contabilidade de Custos.

No caso dos concursos estaduais para as Secretarias de Fazenda, ou seja, para auditores e agentes fiscais, é cobrada Contabilidade Geral e Avançada, Análise das Demonstrações Financeiras e Contabilidade de Custos.

Por fim, nos municípios, para os auditores e agentes fiscais das Secretarias de Fazenda Municipais, é exigido normalmente todo o conteúdo de:

  • Contabilidade Geral
  • Contabilidade Avançada
  • Análise das Demonstrações
  • Conteúdo inicial de Contabilidade de Custos
  • Contabilidade do Setor Público

Em um aspecto mais amplo, o item campeão de incidências em todas as provas de todas as bancas e em todos os fiscos é a avaliação de participações societárias permanentes. Notadamente, equivalência patrimonial.

Como estudar Contabilidade para a área Fiscal?

Segundo Eugenio Montoto, antes de saber Contabilidade em como estudar para área Fiscal, o candidato deve fazer uma autoavaliação da sua capacidade em resolver problemas de Matemática Básica. Eles envolvem assuntos como:

  • Regra de três simples
  • Porcentagem
  • Equação de primeiro grau
  • Cálculos sem o apoio de calculadora

Em seguida, após perceber que estas dúvidas não existem mais, é hora de começar pelo estudo de Contabilidade Geral básica, subdividindo as disciplinas contábeis e unidades de aprendizagem. Nesse sentido, a ordem do estudo deve ser:

  • Teoria
  • Resumo de cada unidade estudada
  • Resolução de questões dessa fração de conteúdo

Contabilidade para área fiscal

O que estudar em Direito Constitucional para a área Fiscal?

Conforme explica a professora da Folha Cursos, Cristina Luna, o Direito Constitucional é a base para entender os demais Direitos. Portanto, é importante começar os estudos pela matéria.

Por outro lado, no geral, os concursos públicos exigem um conhecimento mínimo da disciplina. Mas no caso de estudar para a área Fiscal, a exigência da matéria nesse tipo de seleção vai em um nível mais profundo.

Não se iludam quando se depararem com a expressão ‘conhecimentos básicos’ no conteúdo programático do edital do concurso do qual pretendem participar, alerta a professora.

Nesse contexto, para a área Fiscal, ela recomenda que o candidato não fique apenas nos textos da Constituição Federal. Mas que usem também as interpretações da doutrina constitucional pátria e os entendimentos jurisprudenciais do Supremo Tribunal Federal (STF). Além disso, suas súmulas vinculantes.

Com isso em mente, alguns dos temas que Cristina Luna destaca são:

  • Eficácia das normas constitucionais
  • Direitos e garantias individuais
  • Controle da constitucionalidade dos atos dos poderes públicos

Como estudar Direito Constitucional para a área Fiscal?

Devido às nuances, análises e interpretações, os temas de Direito Constitucional são extensos e complexos.

Portanto, quando for estudar para a área Fiscal, a professora Cristina recomenda a leitura do texto da Constituição (atualizado), por diversas vezes. Claro, dentro dos temas presentes no programa do concurso que deseja participar.

Caso tenha tempo, a leitura de uma boa doutrina constitucionalista. Em seguida, escrever um resumo. Assim, o estudante pode retomar o assunto de tempos em tempos.

Também é fundamental manter-se atualizado. Dessa maneira, para acompanhar essa dinâmica jurisprudencial, é necessária atenção aos informativos semanais do STF.

Somado a tudo isso, fazer provas anteriores é de enorme ajuda para fixar o conteúdo. Por consequência, o candidato também se acostuma à linguagem utilizada.

Direito Constitucional para área fiscal

O que estudar em Auditoria para a área Fiscal?

Segundo o professor Eduardo Newman, da Folha Cursos, as duas normas mais importantes em como estudar para a área Fiscal são:

  • NBC TA Estrutura Conceitual – Estrutura Conceitual para Trabalhos de Asseguração
  • NBC TA 200 – Objetivos Gerais do Auditor Independente e a Condução da Auditoria em Conformidade com Normas de Auditoria

Conforme ele explica, as demais NBC TA também devem ser estudadas. Todas elas podem ser encontradas no site do Conselho Federal de Contabilidade.

Como estudar Auditoria para a área Fiscal?

A princípio, um bom curso de auditoria ajuda muito a entender a lógica da matéria. Também facilita na compreensão das normas que regem a Auditoria no Brasil.

Por isso, o estudo de Auditoria para provas da área Fiscal deve ser focado nas normas que regulam o planejamento, a execução e o relatório do trabalho dos auditores.

Assim, a leitura das NBC TA é fundamental para um bom desempenho nas provas.

Tenha uma ordem de leitura

Nesse sentido, essa leitura deve seguir uma certa ordem para que os temas façam sentido. Em relação às principais NBC TA, a sugestão do professor Eduardo é que sejam lidas na seguinte ordem:

  • Estrutura Conceitual – Estrutura Conceitual para Trabalhos de Asseguração
  • 200 – Objetivos Gerais do Auditor Independente e a Condução da Auditoria em Conformidade com Normas de Auditoria
  • 210 – Concordância com os Termos do Trabalho de Auditoria
  • 300 – Planejamento da Auditoria de Demonstrações Contábeis
  • 315 – Identificação e Avaliação dos Riscos de Distorção Relevante por meio do Entendimento da Entidade e do seu Ambiente
  • 580 – Representações Formais
  • 330 – Resposta do Auditor aos Riscos Avaliados
  • 320 – Materialidade no Planejamento e na Execução da Auditoria
  • 505 – Confirmações Externas
  • 520 – Procedimentos Analíticos
  • 530 – Amostragem em Auditoria
  • 610 – Utilização do Trabalho de Auditoria Interna
  • 620 – Utilização do Trabalho de Especialistas
  • 500 – Evidência de Auditoria
  • 501 – Evidência de Auditoria – Considerações Específicas para Itens Selecionados
  • 700 – Formação da Opinião e Emissão do Relatório do Auditor Independente sobre as Demonstrações Contábeis
  • 701 – Comunicação dos Principais Assuntos de Auditoria no Relatório do Auditor Independente.
  • 705 – Modificações na Opinião do Auditor Independente
  • 706 – Parágrafos de Ênfase e Parágrafos de Outros Assuntos no Relatório do Auditor Independente
  • 230 – Documentação de Auditoria
  • 240 – Responsabilidade do Auditor em Relação a Fraude, no Contexto da Auditoria de Demonstrações Contábeis

Depois de ler, ele aconselha também praticar com provas anteriores, como forma de revisar o conteúdo. Além disso, também ajuda a detectar algum ponto mal compreendido. Por fim, isso permite aprofundar o conhecimento.

Auditoria para área fiscal

O que estudar em Legislação Tributária para a área Fiscal?

Conforme explica o professor Eduardo Newman, o conteúdo da matéria Legislação Tributária varia em função do ente político que realiza o concurso.

Por exemplo, se o concurso é federal, aborda o imposto de renda e o IPI. Se é estadual, a matéria engloba os impostos estaduais (ICMS, IPVA e ITCMD). Da mesma maneira, as taxas estaduais e a regulação do processo administrativo fiscal no âmbito do estado.

Por fim, em âmbito municipal, a disciplina abrange os impostos municipais (IPTU, ISS e ITBI). Assim como as taxas estaduais e a regulação do processo administrativo fiscal no âmbito do município.

Portanto, o conteúdo a ser estudado vem das normas tributárias citadas no edital.

Como estudar Legislação Tributária para a área Fiscal?

Por ser uma matéria muito densa, Eduardo Newman não recomenda a leitura de todas as normas tributárias citadas no edital. Com exceção dos concursos municipais, em que a leitura seca das normas pode até ser viável. Isso porque o conteúdo costuma ser menor.

Nesse contexto, o melhor método de estudo é:

  • Assistir um bom curso sobre a matéria
  • Ler as normas tributárias citadas no edital conforme são apresentadas nas aulas
  • Elaborar resumos esquemáticos

Essa parte dos resumos é muito importante porque a legislação tributária é sempre encadeada. Para o aluno, adquirir essa percepção fará toda a diferença.

Junto a tudo isso, deve estar aliada a resolução de exercícios. No entanto, ela é mais difícil no caso da Legislação Tributária, porque, em regra, há poucas questões de concursos anteriores.

Nesse sentido, pode ser interessante identificar um curso que ofereça questões inéditas.

legislação tributária para área fiscal

O que estudar em Direito Tributário para a área Fiscal?

De antemão, o professor e auditor-fiscal da Receita Federal, Roberto Caparroz, divide o Direito Tributário em três instâncias:

  • Na Constituição. ele estabelece os princípios constitucionais (que são o fundamento da disciplina). Assim como a chamada competência. Ou seja, o poder atribuído aos entes políticos (União, estados, Distrito Federal e municípios) para criar tributos.
  • No Código Tributário Nacional. Ele traz as regras gerais do Direito Tributário, válidas para todo o sistema. O CTN é dividido em dois livros. Para concursos, o Livro II é o mais importante. O candidato que deseja dominar o CTN deve compreender a relação entre seus três elementos fundamentais: a obrigação tributária, o lançamento e o crédito tributário.
  • No Direito Tributário aplicado, que corresponde ao estudo dos principais tributos no Brasil (Imposto de Renda, ICMS, IPI, IPTU, PIS, COFINS e assim por diante).

Como estudar Direito Tributário para a área Fiscal?

Por ser uma matéria muito extensa, o professor considera importante adquirir um bom livro atualizado e com foco em concursos públicos.

Entre as matérias Jurídicas, o Direito Tributário é, provavelmente, o mais estruturado em termos lógicos, de modo que é essencial o candidato compreender a relação entre os conceitos e não apenas tentar memorizá-los, enfatiza.

Nesse sentido, o auditor também acredita que um curso possa ajudar. Dessa forma, um bom professor apresenta essa correlação lógica e cronológica entre os temas da disciplina.

Principalmente, oferece aos alunos muitos exemplos. Assim, eles conseguem visualizar como a disciplina funciona na prática.

Direito Tributário para área fiscal

O que estudar em Inglês para a área Fiscal?

De acordo com o professor Roberto Witte, da Folha Cursos, as provas dos concursos fiscais trazem um vocabulário específico das áreas Tributária, Econômica e Política.

“Na verdade, a banca utiliza textos publicados entre três e quatro meses antes da data de publicação do edital”, ele explica. Ou seja, se o edital tivesse sido publicado hoje, a banca escolheria um texto que foi de aproximadamente quatro meses antes.

Em outras palavras, a prova de Inglês na área Fiscal também pode ser considerada de Atualidades. Devido a este fato, o candidato deve ficar atento aos eventos tributários, econômicos e políticos. Tanto do Brasil quanto do mundo.

Em relação à Gramática, o professor Roberto lista os seguintes assuntos:

  • Tempos verbais: Simple Present, Simple Past, Simple Future, Simple Conditional, Present Continuous, Past Continuous e Future Continuous
  • Conditional Sentences (if clauses)
  • To Be
  • Present Perfect
  • Present Perfect Continuous
  • There To Be
  • Can
  • Could
  • May
  • Comparativos de adjetivos e advérbios
  • Utilização de “Any”, “No”, “Some” (e derivados)
  • Voz Passiva
  • Regras de Gerúndio
  • Advérbios
  • Pronomes Relativos (which, who, whom, that)
  • Advérbios
  • Conjunções
  • Preposições
  • Might
  • Should
  • Must (n´t)
  • Shall

Outra recomendação é utilizar entre oito e dez provas anteriores para se acostumar com o estilo da prova. Isto é, como a banca elabora as questões e os temas abordados pelos textos. Assim, ficar familiarizado com o que pode aparecer na próxima prova.

Por isso, nesse meio tempo, o professor aconselha estudar exaustivamente pelo menos 90% do vocabulário dessas provas. Em conclusão, a chance de ele se repetir nas próximas é muito grande.

Entretanto, quando o edital for publicado, os tópicos dele não devem deixar de ser consultados. Enquanto isso não acontece, foco nas provas anteriores!

Como estudar Inglês para a área Fiscal?

De antemão, as dicas do professor Roberto Witte são:

  • Leia e traduza os textos e questões das provas anteriores
  • Comece pelas provas mais antigas. Em seguida, vá avançando até chegar na última prova
  • Concentre-se em um mesmo texto e questões por entre dois e três dias, depois passe para outro e repita o processo. Quando terminar o segundo texto, revise os dois primeiros. Passe para o terceiro. Por fim, revise os textos anteriores e assim por diante.

Na sua opinião, é mais importante que o candidato concentre-se em um número menor de textos – entre 20 e 25 – do que ler muitos. Por consequência, não reter o vocabulário abordado por todo esse conteúdo.

Além disso, outra dica é fazer uma revisão rápida do que estudou antes de dormir, por cerca de cinco e sete minutos. Sejam textos ou pontos gramaticais. Repita o mesmo conteúdo por entre dois e três dias.

“Mesmo que o candidato esteja com sono e cansado, o cérebro vai ficar ‘pensando’ no que foi revisado durante o sono”, afirma o professor. “Isso já foi provado pela neurociência.”

Da mesma forma, ele também recomenda, de manhã, ao acordar, ler rapidamente o que revisou antes de dormir. Esses hábitos ajudarão na retenção do conteúdo a longo prazo.

Inglês para área fiscal

O que estudar em Direito Administrativo para a área Fiscal?

Segundo o professor Igor Daltro, da Folha Cursos, as questões são bem distribuídas nos concursos Fiscais. Ou seja, não há uma concentração de incidência de questões em temas específicos. Por exemplo, isso acontece muito na área de Tribunais.

Fora isso, o perfil dos concursos Fiscais pode variar, dependendo da esfera.

No âmbito federal, o professor Igor destaca para o estudo:

  • Lei 8.112/90 (estatuto dos servidores públicos federais)
  • Licitações públicas
  • Contratos administrativos
  • Convênios

Já no caso dos concursos municipais e estaduais, apesar da distribuição dos assuntos nas questões permanecer, ele recomenda priorizar temas como:

  • Agentes públicos e os estatutos dos servidores do ente federativo
  • Licitações públicas e suas legislações e contratos administrativos
  • Serviços públicos
  • Organização administrativa
  • Responsabilidade civil do Estado

Como estudar Direito Administrativo para a área Fiscal?

Primeiramente, o professor aconselha conciliar um bom material escrito (doutrina, livros ou materiais em PDF) com aulas (ou videoaulas).

Se o candidato gosta ou tem familiaridade com a matéria, ele pode até mesmo fazer a leitura antes das aulas. Portanto, usar a aula de revisão. Caso contrário, o melhor é partir direto para a aula com o professor. Em seguida, consultar o material para revisar.

Conforme for fazendo revisões, Igor Daltro aconselha que o futuro servidor busque reduzir o tamanho da leitura. Ele pode fazer isso criando o seu próprio material de resumo com:

  • Mapas mentais
  • Esquemas
  • Palavras-chave destacadas
  • Conexões entre tópicos

Por fim, ele ressalta três pontos importantes para a preparação:

  1. Estabeleça um ciclo de estudos de forma que faça a revisão do conteúdo constantemente
  2. Faça questões de concursos da área e da banca
  3. Acompanhe através de seus professores atualizações, sejam legislativas ou jurisprudenciais

Já sabe como estudar para área Fiscal, futuro servidor? Não deixe de acompanhar o Blog da Folha Dirigida para mais dicas de preparação para concursos!

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2 Resultados

  1. Sou a Talita Da Silva, gostei muito do seu artigo tem muito
    conteúdo de valor parabéns nota 10 gostei muito.

    • Folha Dirigida disse:

      Olá, Talita. Tudo bem? Que bom que gostou conteúdo! Caso tenha alguma sugestão, é só falar aqui com a gente! Abraços, Blog Folha Dirigida! 😀

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