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Como usar o ensino adaptativo para estudar por questões de concurso

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Cada pessoa tem uma forma diferente de estudar e o seu tempo de aprendizado. Por isso, o método tradicional de estudo fica cada vez mais ultrapassado.

Uma tecnologia para estudo que chama a atenção atualmente, e que promete ser um divisor de águas, é o ensino adaptativo.

O ensino adaptativo utiliza a tecnologia educacional para conhecer o perfil de cada aluno e traçar um plano de estudos que respeite sua singularidade.

Como usar o ensino adaptativo para estudar por questões de concurso

Uma tecnologia para estudo que chama a atenção atualmente, e que promete ser um divisor de águas, é o ensino adaptativo (Foto: Unsplash)

Como funciona o ensino adaptativo?

A melhor forma de entender o ensino adaptativo é compará-lo com o ensino tradicional. O problema do ensino tradicional é que ele oferece o mesmo conteúdo para todos os alunos da “turma”.

Para alguns, o volume é demais, então não conseguem acompanhar e se frustram. Outros têm mais facilidade, e acham o curso tradicional monótono e cansativo.

O agravante é que, por definição, o conteúdo tradicional deve ser medíocre (no sentido estatístico, próximo a média), justamente para ‘agradar’ o maior número de alunos. Isso, por construção, é uma barreira para excelência!, explica Victor Maia, engenheiro Civil-Aeronáutico e fundador da EduQC.

Já o ensino adaptativo ajusta-se às necessidades individuais dos alunos. Isso faz com que o processo de aprendizagem seja bem mais atrativo.

Para o aluno com maior dificuldade e menor conhecimento, o ensino adaptativo propõe um plano reduzido, bem como questões mais fáceis.

O mesmo ocorre para o aluno mais avançado, que recebe maior quantidade de conteúdo e questões mais desafiadoras. Sempre buscando tornar o estudo mais empolgante.

Qual o benefício do ensino adaptativo?

A explicação para isso existe a partir da teoria sócio-interacionista do psicólogo bielo-russo Lev Vygotsky. De acordo com o pensador, nosso aprendizado é moldado com a Zona de Desenvolvimento Proximal.

De acordo com esta teoria, quanto maior o desafio encontrado, maior será a ansiedade gerada no indivíduo.

Um exemplo prático é quando o estudante se depara com um conteúdo muito difícil. A sensação que fica é aquela de que nunca seremos capazes de aprender.

Por outro lado, quando nos deparamos com algo muito básico ou simples, geramos com facilidade o tédio em nosso estudo. Assim, o ideal é estar em torno da Zona de Desenvolvimento Proximal.

Ou seja, ao termos um equilíbrio em nosso aprendizado, utilizando as ferramentas e estratégias mais adequadas para nós, teremos mais chances de ter um estudo efetivo.

Como usar o ensino adaptativo para estudar para concursos?

O pior que o aluno pode fazer é estudar de forma tradicional: entrar num curso e tentar acompanhar um ritmo definido. Infelizmente, esse é o erro da maioria.

O ideal é que o aluno tenha um plano de longo prazo, entenda qual seu objetivo, suas deficiências, sua disponibilidade para estudar (de forma realista!) e se empenhe para ter constância nos estudos, que é bem mais importante que o volume.

A neurociência reconhece nove tipos de inteligência. Saber qual é a que mais se identifica com o seu aprendizado é de grande importância para o início do seu estudo. São elas:

  • Verbal/Linguística
  • Lógica/Matemática
  • Musical/Artística
  • Corporal/Cinestésica
  • Espacial
  • Intrapessoal
  • Interpessoal
  • Naturalista
  • Espiritual

A partir disso, basta selecionar o recurso mais adequado para você, seja este a partir de vídeos, áudios, livros, imagens, internet, questões, entre outros.

Além disto, existem no mercado diferentes opções de ferramentas que podem orientar e auxiliar o seu estudo.

Com o avanço de tecnologias para estudo, essas ferramentas, ao identificar seu tempo, personalizam o ensino para você em concursos públicos.

Nove tipos de inteligência

Como resolver questões com a ajuda do ensino adaptativo?

Em um plano de estudos bem dimensionado, o aluno sabe quanto estudar de cada disciplina, bem como quais disciplinas estudar, considerando as suas especificidades.

Um bom plano divide o tempo entre os três pilares do estudo:

  • Teoria
  • Prática
  • Revisão

No início, é natural que o aluno estude mais teoria. Gradativamente, à medida que se aprende, o estudo se torna mais ativo, por meio de resolução de questões e de revisões, que estruturalmente também envolve a resolução de questões de assuntos já estudados, explica Maia.

Dessa forma, irá diminuir as chances do estudante ficar ansioso por não conseguir avançar em uma parte mais difícil do conteúdo.

Ao mesmo tempo, obtém um bom desempenho com o estudo ativo e adaptado à realidade do aluno.

O propósito de tudo isto é que, no final das contas, o estudante tenha um aprendizado mais efetivo, pois o método reduz as lacunas que podem prejudicar o seu desempenho.

Onde estudar para concursos com ensino adaptativo?

A tecnologia foi desenvolvida por Victor Maia na ferramenta da EduQC (antiga Máquina de Aprovação), em que o sistema trabalha a calibragem dos estudos.

A ferramenta vai calculando a cada ciclo de estudos o quanto você deve investir em conhecimento teórico, em exercícios e, quanto melhor você fica, mais revisões e mais questões fará.

Isso porque não será necessário ficar mais retornando ao conteúdo teórico, uma vez que você já entendeu. Basta trabalhar nas revisões, que podem ser feitas pelos resumos em texto, áudio, flashcards ou mapas mentais.

Assinatura FD Premium + EduQC

*colaborou André Kolker


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1 Resultado

  1. Ana Soares Martins Felício disse:

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