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Coronavírus pode cair em concurso público?

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Coronavírus pode cair em concurso público? Você já deve ter se perguntado sobre isso, certo, futuro servidor?

A resposta é que sim, é verdade, pode cair. A questão aqui é saber de que forma isso pode ser discutido nas seleções e em quais disciplinas.

Mas antes de tudo, se você não sabe o que é o coronavírus e como ele está impactando o cenário mundial, vamos ajudar você.

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O coronavírus está em evidência no mundo e pode ser assunto em provas de concursos públicos (Foto: Freepik)

O que você vai encontrar nesse post?

O que é o coronavírus?

O coronavírus é uma família de vírus que causa infecções respiratórias. Seus sintomas podem ser semelhantes aos de um resfriado, com febre, tosse, garganta inflamada e dificuldade de respirar.

Mas também podem causar infecções mais graves, como pneumonia e insuficiência renal. Outras doenças provocadas por este tipo de vírus são a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers).

Segundo o Ministério da Saúde, os primeiros coronavírus humanos foram identificados em 1937. Apesar disso, foi somente em 1965 que o vírus foi nomeado como coronavírus. A explicação para o nome é por causa do seu formato, que parece uma coroa.

No final de 2019, um novo agente do vírus foi identificado na China. A doença recebeu o nome de Covid-19. Ainda não se sabe exatamente a origem, mas identificar o hospedeiro intermediário pode ser fundamental para conter a epidemia.

Como o coronavírus pode impactar no panorama global?

Segundo dados da OMS, mais de 90 mil pessoas já foram infectadas com o vírus até março de 2020. Isso ligou o alerta da população mundial, trazendo mudanças nos hábitos nas cidades e países mais impactados até então.

Inicialmente espalhado na China e países da Ásia, o vírus tomou proporções maiores e já atinge quase todos os continentes. Potências globais como Estados Unidos e Itália já são exemplos de países com alto índice de contaminados fora do local inicial.

Para começar, vamos utilizar o exemplo da China. Com um poderio econômico global, o país foi abalado de maneira drástica após a disseminação do vírus.

Desde então, o avanço da epidemia provocou o fechamento de fábricas e comércio, interrupção de produção e a paralisação de atividades no país.

Outros impactos vistos foram prateleiras de supermercados vazias, interrupção de serviços de transportes e paralisação de diversas atividades. Viagens aéreas internacionais também têm sido canceladas no mundo todo.

A dúvida que fica, portanto, é: de que forma isso pode impactar na economia internacional?

De que forma o coronavírus pode afetar a economia internacional?

Como afirmado anteriormente, já é possível ver impacto direto em países nos quais o vírus chegou primeiro.

Ainda assim, mesmo que a epidemia não se espalhe em outros países ao ponto de influenciar diretamente nos serviços do dia a dia destes, tudo indica que devem sofrer consequências de alguma forma.

Segundo o geógrafo, economista e professor de Economia e Atualidades da Degrau Cultural, Alessander Mendes, a explicação para isso é a Globalização. Mas por quê?

Para explicar essa questão, o professor faz um resgate no tempo até a Segunda Guerra Mundial. Na época, o avanço dos transportes e a comunicação causaram o chamado “encurtamento de distância pelo tempo”.

“As distâncias são relativizadas porque o meio de transporte mais rápido de comunicação vai encurtando elas”, explica Mendes.

E isso aumentou ainda mais com a invenção da internet, que facilitou as relações humanas e comerciais. Segundo o professor, a Globalização resultou em um trânsito muito maior de bens e pessoas no mundo.

“Uma carta do Brasil para o Japão demorava 50 dias para chegar. Hoje, o e-mail demora menos de um minuto. Isso vai dinamizar o comércio internacional em escalas que a humanidade não conhecia até então”, completa o professor.

O que tudo isso significa quando estamos falando do coronavírus?

Alessander Mendes explica que o vírus está se tornando uma “pandemia” por causa de seu rápida expansão geográfica.

A causa inicial não foi descoberta, mas o que se sabe é que o vírus, inicialmente transmitido de animais para seres humanos, está sendo passado de humanos para humanos.

Não se sabe, portanto, se ele vai ultrapassar essa barreira e passar de humanos para os bens de transações que circulam pelo mundo, como questiona o professor, que exemplifica com o caso da China:

“A China já começou a colocar todo o seu dinheiro, as suas notas em quarentena, submetendo elas a raios ultravioleta para tentar matar um vírus que eventualmente esteja nas notas que circularam pela região de Wuhan”.

Alessander Mendes conclui que a tendência, por causa disso, é que, além das empresas locais e serviços pararem de funcionar, os países diminuam suas relações internacionais com o medo de maior contaminação.

O esperado pelo professor então é um crescimento econômico mundial abaixo.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) inclusive reduziu a previsão de crescimento da economia global em 2020 para 2,4%, menor expansão desde 2009, colocando o coronavírus e os impactos na China, segunda maior economia global, como um dos principais responsáveis por esta queda.

E como fica o Brasil nesse cenário?

A China é atualmente o maior parceiro comercial do Brasil. Portanto, segundo o professor Alessander Mendes, o impacto da situação chinesa deve ser significativo na economia brasileira.

Além disso, o segundo e quarto parceiros comerciais do Brasil são os Estados Unidos e Europa, respectivamente. A Itália é hoje o maior foco de coronavírus fora da Ásia e os Estados Unidos já estão apresentando alto índice de casos.

Alessander Mendes explica que essa situação deve causar a redução de exportação em relação a esses países.

É importante ligar o alerta para essas condições pois, suas relações comerciais tendem a ser abaladas por conta do vírus.

Como o coronavírus pode ser cobrado nas provas de concursos?

Segundo o professor Alessander Mendes, existem basicamente três meios em que o coronavírus pode aparecer em provas de concursos.

Primeiro, pode ser em questões de Atualidades e também de Conhecimentos Gerais. Segundo Mendes, as provas tanto de Atualidades quanto de Conhecimentos Gerais costumam trazer assuntos que estão mais em evidência no mundo e no Brasil.

“Como o coronavírus é um fenômeno e agora se torna mundial, ele pode ser cobrado nas provas de Atualidades e Conhecimentos Gerais”, afirma o professor.

Além disso, o assunto também pode ser avaliado nas provas de Redação, para que o estudante possa fazer uma dissertação a partir dos seguintes tópicos:

  • Origem do coronavírus
  • Espalhamento geográfico da doença
  • Causas desse coronavírus atual
  • Consequências sobre o ponto de vista das populações
  • Porque a epidemia impacta o movimento migratório mundial (turistas, estudantes, negócios, etc)

Outro ponto destacado pelo professor é que o coronavírus deve ser cobrado também sob o ponto de vista econômico.

“O aluno tem que saber qual é o impacto desse coronavírus para a economia brasileira, de maneira especial, e para a economia mundial como um todo”, reforça Alessander Mendes.

É provável que esteja mais presente em provas discursivas ou objetivas?

Para começar, o professor de Atualidades afirma que o assunto tem mais chances de aparecer nas provas de Redação.

“A Redação, às vezes, tem uma pontuação muito significativa em alguns concursos, então esse tema deve ser explorado”.

Dicas para fazer uma boa redação em concursos

Por outro lado, quando falamos de questões objetivas ou discursivas o professor diz que é provável que o coronavírus seja abordado mais nas objetivas.

Isso porque, atualmente, poucos são os concursos que cobram discursivas desta área. As objetivas são mais frequentes, principalmente em relação às provas de Conhecimentos Gerais e Atualidades.

Quais concursos têm mais chances de ter o coronavírus cobrado nas provas?

Primeiro de tudo, você tem que entender que o guia para saber se o tema tem chances de cair no concurso é o edital. Caso ainda não tenha sido publicado, procure as informações nos editais anteriores.

Os editais podem trazer ou não as disciplinas de Atualidades, Conhecimentos Gerais e o tema de Redação. E é nesse momento que você vai ver se tem chances ou não de encontrar o assunto na sua prova. Portanto, a dica que fica aqui é: sempre leia o edital com cuidado.

Existem concursos em que esse assunto é mais cobrado. O professor Alessander cita alguns:

“Os exemplos clássicos são os concursos na área Policial. Também na área Militar é um assunto que é bastante cobrado. Alguns concursos que tenham Atualidades, como a área Fiscal, a área de Tribunais de Contas e etc”.

Mas isso é apenas a ponta do iceberg. Existem inúmeros outros temas que podem ser abordados em provas dessa área.

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EXTRA: Concursos que cobraram Atualidades em seus editais e provas

Para ajudar você na sua preparação, listamos os principais concursos que cobraram a prova de Atualidades nos últimos anos. Confira!

  1. ABIN
  2. AGU 2014 Agente
  3. AGU 2014 Analista
  4. ANP 2015
  5. ANVISA 2016
  6. BB 2018
  7. BNDES 2015
  8. Prefeitura de Caxias 2016
  9. CEF 2014
  10. CGM Niterói 2017
  11. Câmara Municipal Rio de Janeiro 2015
  12. DEPEN 2015
  13. Guarda Municipal Niterói 2017
  14. IBGE 2016 APT
  15. IFRJ 2015
  16. INPI 2012
  17. IPHAN 2018
  18. Ministério da Fazenda 2014
  19. MP-SP 2016
  20. Ministério do Trabalho e Emprego 2015
  21. PC-SP 2018 Agente
  22. PC-SP 2018 Escrivão
  23. PC-SP 2018 Investigador
  24. PM-SP 2018
  25. SAPSP
  26. SEFAZ SP 2015
  27. SMERIO 2015
  28. SMERIO Geografia 2016
  29. SMTR RIO 2015
  30. TCU 2015
  31. TRE-BA 2017
  32. TRE-RJ 2017
  33. TRF2 2016
  34. TRT-RJ 2017

E mais: saiba como se prevenir do coronavírus

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3 Resultados

  1. Esmeralda disse:

    Concordo pode até ser tema de redação do ENEM

  2. Francisco disse:

    Nós todos orador Deus nos ajudara a resolver o a doença

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