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Concurso PC RJ: o que falta para o edital?

Antes de tudo, como está a sua expectativa para o próximo concurso PC RJ, futuro servidor? Sabemos que a espera pelo concurso PC RJ tem sido longa. No entanto, a seleção parece cada vez mais perto.

Conforme explicou o professor Alexandre Prado em O Especialista, no canal da Folha Dirigida, 2022 é ano eleitoral. Portanto, a nomeação precisa acontecer até o primeiro semestre do ano que vem.

Em outras palavras: o edital está próximo.

Prado também conversou com a delegada Thaianne Moraes, coordenadora da área de Segurança da Folha Cursos sobre a carreira e você não pode perder.

Concurso PC RJ: o que falta para o edital?

De antemão, a PC RJ está em fase de contratação da banca. Ou seja, foi aberto um novo processo administrativo, já que o anterior havia sido paralisado. (Esse é o status até 4/02/21)

Os documentos estão prontos para serem submetidos à banca contratada. No entanto, ninguém sabe quanto tempo pode levar. Há apenas conjecturas.

Uma coisa que a delegada Thaianne garante é que quem está atuando espera muito pelos novos policiais. O trabalho da Polícia Civil do Rio de Janeiro é muito intenso. Além disso, a cada ano, diversos policiais se aposentam.

Somado a isso, o professor Alexandre também enfatiza: como 2022 é ano eleitoral, os novos servidores precisam ser nomeados até o primeiro semestre do próximo ano. Nesse sentido, o edital aparenta estar muito próximo.

Novo regime de recuperação fiscal

O concurso já está autorizado. Ainda sim, as investiduras são limitadas e restritas.

Uma possibilidade é aproveitar e colocar uma grande quantidade de aprovados em cadastro reserva. Isso porque a validade dos concursos fica suspensa durante o regime de recuperação fiscal.

Mas algo para se ter atenção é que o Covid-19 vem acelerando as aposentadorias. Somado a isso, cada vez mais abrem novos concursos para a área de Segurança. Isso também gera outras vacâncias.

Segundo Thaianne Moraes, a vontade da PC RJ é contratar o máximo de servidores possível. Todavia, o estado passa por crises institucionais e de governabilidade. Elas estão além da corporação.

Alexandre Prado também lembra que é importante para o próprio governador em exercício realizar o concurso.

Concurso da Polícia Civil é para quem tem vocação

Também lembram os especialistas que os concursos policiais são concursos de vocacionados.

Nesse contexto, muitas vezes são futuros servidores se preparam para a área Policial como um todo, independente do órgão. Assim, quando sai o edital, eles precisam apenas fazer um ajuste fino para aquela prova específica.

De acordo com a delegada Thaianne, mais que dinheiro para estudar, é preciso ter prioridade. Ou seja, isso significa abrir mão de alguns prazeres imediatistas em prol dos estudos.

Quando você olha e vê tudo que passou para conquistar… Porque eu olhei e pensei: faria tudo que eu fiz de novo, afirma a delegada.

Como coordenadora de Segurança da Folha Cursos, sua intenção é levar uma legião de futuros servidores policiais para a Acadepol da PC RJ.

Concurso PC RJ deve ter menos vagas do que pretendia

Segundo a delegada, o edital deve vir com menos vagas do que a corporação gostaria. No entanto, ela recorda que, quando foi aprovada, a administração batalhou para que fossem chamados um número maior de classificados.

Em conclusão, a sua turma na Academia de Polícia (Acadepol) teve 136 delegados.

“A Polícia Civil briga pelos aprovados”, destaca. “A minha turma é reflexo disso. A gente sabe como é difícil ter concursos”.

Em vez do cadastro reserva, de acordo com ela, é comum que a PC RJ chame todo mundo.

Se não há banca, como já elaboraram o edital?

Sobretudo há termos do edital que são imprescindíveis. Isso significa dizer que o edital nada mais é do que uma comunhão entre a banca e a Academia de Polícia.

As bancas que estão disputando o concurso já estão cientes desses termos pré-estabelecidos pela corporação. Portanto, eles já estão decididos.

Via de regra, esses termos são exigências mínimas de perfis de recrutamento. O que falta agora é uma espécie de alinhamento com a banca que será contratada.

A escolaridade do cargo de investigador virá para nível médio?

Até o momento, sim. Há um projeto de lei em análise na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) em relação a mudança do requisito para o ensino superior devido a uma inconstitucionalidade.

O mais provável é que a discussão não acabe até a publicação do edital. Afinal, a própria Casa não tem demonstrado interesse em colocar o projeto em pauta antes dele. Em conclusão, aparentemente a mudança não acontecerá em um futuro próximo.

Nesse sentido, quando o edital sair, vale o que está na lei. Se nela consta que o cargo de investigador é de nível médio, assim deverá ser também no concurso PC RJ.

Em relação ao concurso de perito criminal e legista, apesar de ainda não ter sido falado, a delegada Thaianne enfatiza que é uma preocupação dentro da carreira. Além disso, há uma grande necessidade na corporação.

Novas matérias no edital

Por ser muito tradicional, é pouco provável que tenham novas matérias no edital do concurso PC RJ. Por exemplo, dificilmente terá Contabilidade e RLM, que vem aparecendo em outros concursos policiais.

Uma dica de Thaianne Moraes é pegar o maior edital para o seu nível de escolaridade dentro das matérias que caem no concurso PC RJ.

Também não esquecer de incluir as leis que não existiam na época daquele edital, como as de Abuso de Autoridade e o Pacote Anti-Crime.

CNH categoria B será obrigatória?

Segundo os especialistas, a carteira de habilitação de nível B só não é exigida para os cargos auxiliar e técnico de necropsia. Por exemplo, durante o curso de formação o futuro policial tem aulas ao volante, voltadas para ações específicas como direção defensiva e fuga.

No entanto, não é preciso ter carteira de nível D, para blindados. Além de não ser uma atividade inerente ao dia a dia, a corporação fornece cursos de especialização que considere necessários aos seus servidores.

Estudos PCRJ

Quem é a delegada Thaianne Moraes?

Primeiramente, a coordenadora de Segurança da Folha Cursos é delegada da Polícia Civil do Rio de Janeiro desde 2013. Antes de tudo, ela já havia sido para o cargo de inspetora em 2008, enquanto ainda estava no décimo período da faculdade de Direito e aproveitando os estudos para a OAB.

Apesar de não ter ido para a Acadepol, ela passou por todas as etapas do concurso. Na época, foi uma escolha manter-se em um cargo comissionado no Ministério Público e se dedicar aos estudos para delegada.

Foi uma decisão que doeu. Eu estou assumindo um risco, mas vou bancar esse risco, relembra.

Dicas de estudo

Inclusive, ela considera algo positivo ter estudado e trabalhado, em vez de ter se dedicado unicamente aos estudos.

Além da segurança de ter o seu dinheiro todo final do mês, ela compara a experiência a um queijo bola: quanto mais queijo, mais buracos.

Ou seja, a coordenadora da Folha Cursos sentiu que precisou criar uma rotina de estudos mais rígida, justamente devido ao trabalho.

Por exemplo, ela sempre acordava muito cedo para estudar, antes de ir trabalhar. Afinal, era um horário que ninguém a procurava para nada.

Além disso, costumava estudar no horário do almoço e à noite, esta para estudos mais leves. São eles:

Ela considera que foi esse discurso, de conciliar trabalho e estudos em vez de pensar que só quem se dedica inteiramente aos estudos que passa, que a aprovou. “Estudar para concurso não pode ser a sua vida, é uma etapa”, ressalta.

Por fim, o professor Alexandre Prado concorda que a disciplina é fundamental. “Todos os dias pela manhã você tem que ter um objetivo”, reitera.

Para ele, é crucial que o futuro servidor não leve a vida como a música do Zeca Pagodinho. Em conclusão, não basta sonhar, é preciso ter objetivo.

Como estão os seus estudos para o concurso PCRJ, futuro servidor? Não deixe de acompanhar o Blog da Folha Dirigida para dicas de preparação para a prova!

Folha Cursos

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